Sucesso nos Estados Unidos entre famosos, o Deep Plane Lift já conta com 80 casos no Hospital Moriah, com excelente recuperação e resultados mais eficientes e naturais 

O cirurgião plástico Thomas Benson é responsável pelas cirurgias após ter se especializado em cirurgias faciais, entre essas a técnica do cirurgião Andrew Jacono nos Estados Unidos – médico que difundiu o Deep Plane Lift e se tornou famoso por ter operado celebridades, como o estilista Marc Jacobs.

São mais de 80 casos até o momento, tornando Benson o principal cirurgião da face a utilizar a técnica no país e difusor entre os cirurgiões brasileiros. Benson tem recebido cirurgiões de todo o Brasil semanalmente, que vêm conhecer a nova técnica.

A técnica pode ser reconhecida como a terceira geração de cirurgias de rejuvenescimento facial, conhecidas como face lifting. A primeira geração é o face lifting tradicionalonde somente a pele é puxada. Na segunda geração, solta-se a pele e a musculatura é costurada “por cima, sem estar totalmente liberada”. Como a pele fica bastante “esticada”, o rosto tende a ter um aspecto mais repuxado e pouco natural.

No Deep Plane, o cirurgião solta pouca pele em uma pequena abertura e entra abaixo da musculatura facial e do pescoço, liberando as conexões com o osso e conseguindo assim, reposicionar com muito mais eficácia e com resultado mais natural, sem o aspecto de “repuxado” das cirurgias tradicionais que deixam as estruturas do rosto ficarem fixas.

Ao reposicionar toda a estrutura da face é possível deixá-la na posição que queremos. Dá para trabalhar bem o pescoço, com a angulação desejada e retirando o excesso de pele e gordura”, explica Benson.

A cirurgia de rosto somada ao pescoço (também chamada de Deep Neck) trata as estruturas profundas e não somente a gordura superficial.

Outra associação inovadora é a utilização de câmeras para a recuperação mais rápida. O paciente fica durante uma hora nessas câmeras de vidro com concentração de 100% de oxigênio e pressão atmosférica elevada. Isso melhora o processo inflamatório e aumenta a circulação nos tecidos levando a menos risco de má cicatrização.

Essa nova técnica também permite que as cicatrizes fiquem em áreas camufladas como o couro cabeludo e orelhas e em alguns casos as cicatrizes também podem ser menores do que em outras técnicas. Segundo um estudo recente, a Deep Plane Lift também é a cirurgia de face com menor risco de lesão dos nervos.


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