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Cirurgia de Parkinson​

Doenças e Sintomas

Condição degenerativa que não tem cura e com causas ainda não claramente definidas, a Doença de Parkinson atinge de 1 a 2% da população mundial. Por definição, a Doença de Parkinson é a deficiência de dopamina, um dos neurotransmissores que controla os movimentos finos e coordenados (como andar, pegar objetos, escrever etc.).


Sintomas da Doença de Parkinson

No início da doença, o paciente pode apresentar diferentes distúrbios do movimento. São comuns os tremores dos membros superiores; os movimentos mais lentos inclusive em tarefas simples, como pentear o cabelo (bradicinesia); rigidez muscular e instabilidade postural. Nos quadros iniciais estes sintomas são unilaterais, ou seja, atingem apenas um lado do corpo. Com o avanço da condição, passam a afetar os dois lados do corpo. Outros sintomas incluem alterações do sono, do olfato e até do comportamento.

O Hospital Moriah conta com uma equipe de excelência focada no tratamento minimamente invasivo da Doença de Parkinson por meio da cirurgia funcional, que restabelece com estímulos elétricos ou técnicas ablativas as funções afetadas pela doença. Os benefícios para o paciente são imediatos.

Shutterstock 215498779 - Hospital Moriah

Tratamento

Tratamento minimamente invasivo

Após o diagnóstico clínico da doença, realizado por meio de exames de imagem e funcionais, o tratamento indicado é o medicamentoso. Porém, alguns pacientes não respondem aos remédios, e neste caso a indicação é a neuroestimulação, procedimento minimamente invasivo realizado pela equipe do Hospital Moriah. Em alguns casos, mesmo para os pacientes que fazem uso de remédios, após anos de tratamento, a medicação deixa de fazer o efeito esperado. Também para esses pacientes é indicada a neuroestimulação.

Por meio de técnica minimamente invasiva, com o auxílio de imagens de tomografia e ressonância magnética dentro do centro cirúrgico, o cirurgião instala eletrodos que liberam estímulo elétrico, fazendo o papel da dopamina. Um marcapasso é implantado na região próxima ao ombro, sob a pele, para controlar o envio da descarga. O procedimento minimamente invasivo reduz os riscos inerentes à cirurgia e traz benefícios imediatos para a qualidade de vida do paciente.

Equipe Médica

Dr Jose Oswaldo 150x150 - Hospital Moriah

Dr. José Oswaldo de Oliveira Jr.

CRM/SP: 84339
Telefone: +55 11 5080 7800

Doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Orientação do Professor Dr. Hazen Adel Ashmawi), Pós Graduado em Medicina Legal, do Trabalho e Deontologia Médica pelo Instituto Oscar Freire (Orientação do Professor Dr. Armando Canger Rodrigues), Residência Médica em Neurocirurgia, Serviço de Neurocirurgia (Orientação do Professor Dr. Gilberto Guimarães Machado de Almeida) da Divisão de Neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo, Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Titular e Diretor do Departamento de Terapia Antálgica, Cirurgia Funcional e Cuidados Paliativos da Escola de Cancerologia ?Celestino Bourroul? da Fundação Antônio Prudente de São Paulo.

Professor da Disciplina de Dor Oncológica Responsável pela Central da Dor e Estereotaxia do Hospital Antonio Cândido Camargo da Fundação Antonio Prudente. Responsável pela Neurocirurgia Funcional e Grupo Especializado em Dor do Serviço de Neurocirurgia do Hospital Servidor Público Estadual.

Diretor Científico da Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor (2018/2019) Presidente eleito da Sociedade Brasileira de Estereotaxia e Neurocirurgia Funcional (2021/2022) Presidente da Comissão de Dor da Associação Médica Brasileira (2018/2021)