Dr. Miguel

O Instituto da Próstata Hospital Moriah nasce como um centro completo para o atendimento do homem, totalmente focado no cuidado integral da saúde da próstata. Sob a direção de um dos mais renomados urologistas, o Prof. Dr. Miguel Srougi, o Instituto foi concebido com os rigorosos padrões de qualidade, valores éticos e humanos. Tais atributos uniram o professor da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo ao Hospital Moriah, o mais novo e tecnológico hospital da cidade de São Paulo.

A base que norteia a sedimentação do novo Instituto da Próstata são a sabedoria e a experiência, tanto científica, quanto humanística, do Professor Srougi. E é essa base que atraiu profissionais reconhecidos, das melhores escolas médicas do país, que reconhecem Miguel Srougi como um eminente professor e grande líder.

O conceito de atendimento integral do paciente, com programas de promoção de saúde e prevenção, novos métodos diagnósticos e o que há de mais atual no mundo em técnicas cirúrgicas e de tratamento clínico, está aliado aos valores do Hospital Moriah, notadamente o cuidado e o amor ao próximo.

Isso tudo valorizando e reconhecendo profissionais de saúde que se dedicam a estudar, pesquisar e trazer para o nosso país o que há de mais inovador e assertivo nos cuidados da saúde da próstata.

O Instituto da Próstata Hospital Moriah destina-se a se consolidar como um centro de referência no Brasil e no exterior, ajudando pacientes e levando informação relevante para a sociedade sobre a importância da promoção de saúde e bem-estar. Junto a isso, e não menos importante, a transferência do legado de Srougi, para perpetuar sua visão de qualidade e segurança do paciente garantindo a formação novos líderes na medicina, com o mesmo olhar humano e a mesma sede de conhecimento que tornaram o Professor Srougi uma grande referência na medicina.

Instituto da Próstata

Além do Dr. Miguel Srougi, a equipe do Instituto é composta por profissionais renomados como o urologista Alberto Antunes, professor associado da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina da USP e chefe do setor de próstata no Hospital das Clínicas da USP; Ricardo Vita, coordenador da área de hiperplasia prostática benigna da Sociedade Brasileira de Urologia; João Manzano, professor afiliado do departamento de cirurgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Adriano Nesrallah, cirurgião de hiperplasia e câncer da próstata; além de Katia Ribeiro Leite, professora associada de urologia da Faculdade de Medicina da USP e patologista do Genoa/LPCM, centro de diagnóstico de patologia molecular e biotecnologia.

Eles vão cuidar de cada uma das áreas do instituto – hiperplasia prostática benigna, câncer da próstata, estudos urodinâmicos e outros relacionados a disfunções sexuais. Fazem parte também do grupo os médicos Victor Srougi (diagnóstico, biópsias, cirurgia robótica), José Roberto Colombo (cirurgia robótica), Roberto Sasdelli (diagnóstico por imagem), Jacques Tabacoff (oncologia gênito-urinária), Francisco Carnevale (embolização prostática), João Victor Salvajoli (radioterapia e braquiterapia), Marcos Freire (estudos urodinâmicos), Carlos Bautzer (implante de esfíncter artificial e prótese peniana), Joaquim Claro (disfunções miccionais e de ereção), a fisioterapeuta Priscila Ribas e a psicóloga Thais Della Tonia.

As doenças da próstata, representadas principalmente pelo crescimento benigno, também chamado hiperplasia, e pelo câncer, apresentam elevada prevalência na população masculina, atingindo homens após os 40 anos de idade. Esses dois problemas revestem-se de grande importância médico-social pelas implicações decorrentes. O crescimento benigno da próstata ocorre em cerca de 33% dos homens acima dos 50 anos e 47% acima dos 60 e traz, como consequência, dificuldade miccional progressiva, que pode comprometer de forma marcante a qualidade de vida de seus portadores. O câncer de próstata, por sua vez, irá atingir 16% dos homens (um em cada oito) com todas as implicações negativas relacionadas com uma doença maligna. De acordo com último censo do IBGE, existem atualmente no Brasil mais de 14 milhões de homens com mais de 50 anos de idade, o que indica que cerca de 8,5 milhões deles apresentam o crescimento benigno e mais de 2 milhões já são portadores ou irão desenvolver o câncer de próstata se acompanhados até o final da vida.

Além dos quadros de câncer e de hiperplasia benigna, outras condições altamente prevalentes podem atingir a próstata ou causar problemas miccionais no homem, confundindo-se com as doenças prostáticas. Incluem-se aqui as prostatites, que acometem entre 1% e 2% dos homens, os distúrbios miccionais relacionados com transtornos da bexiga, que ocorrem 10% a 15% dos indivíduos maduros, os quadros de disfunção sexual, que atingem cerca de 45% dos brasileiros, os problemas relacionados com hipogonadismo (deficiência do hormônio masculino, a testosterona) e a chamada síndrome metabólica, identificada em cerca de metade dos homens com mais de 60 anos de idade.

Estrutura

Unidade de Internação

Os pacientes contam com uma equipe de enfermagem altamente qualificada para orientá-los e apoiá-los durante o processo assistencial. O período de internação também é acompanhado pela equipe da Hospitalidade, capacitada para atender as mais diferentes necessidades de pacientes e familiares.

UTI

Na Unidade de Terapia Intensiva, o médico têm à disposição as equipes médica, de enfermagem e fisioterapia altamente qualificadas para apoiá-lo no processo assistencial dos pacientes.
Considerando a importância da família no processo de saúde, a UTI não estabelece restrição ao horário de visitas de acompanhantes e familiares e está localizada numa área estratégica do edifício, onde recebe uma incidência privilegiada de luz natural, característica que humaniza o ambiente. A área conta com monitorização multiparâmetros e ventilação mecânica, todas de última geração, e foi projetada para garantir a qualidade dos cuidados intensivos.

Centro de Diagnósticos

O Centro de Diagnósticos dispõe de recursos diagnósticos de alta tecnologia e um dos diferenciais deste serviço é o acolhimento proporcionado ao paciente. Às equipes médicas é concedida a possibilidade de contato com nossa equipe de radiologia que pode antecipar demandas bem como contextualizar e discutir solicitações e hipóteses diagnósticas.

Hemodinâmica

A hemodinâmica do Hospital Moriah está inserida no conceito de sala híbrida porque viabiliza a realização de procedimentos minimamente invasivos e a campo aberto no mesmo espaço físico.Essa flexibilidade, aliada a equipamentos de sistema de navegação ultramoderno e ao arco cirúrgico, permite realizar cirurgias de alta complexidade, com precisão máxima e segurança para o paciente.

Centro Cirúrgico

O Centro Cirúrgico está estruturado para receber cirurgias de alta complexidade nos padrões internacionais de segurança. As salas operatórias são equipadas com o que há de mais moderno em tecnologia para intervenções cirúrgicas e procedimentos minimamente invasivos.
A cirurgia robótica também já é realidade no Moriah. Nosso centro cirúrgico é o primeiro da América Latina a receber o robô Da Vinci Xi, o mais moderno da atualidade.
Além disso, todo o processo cirúrgico é assistido pela equipe de enfermagem que avalia as demandas de cada equipe cirúrgica e realiza interface com os médicos e seus respectivos instrumentadores e os serviços de apoio para individualizar o processo assistencial de cada equipe.

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