A insuficiência cardíaca pode se apresentar de duas formas, uma chamada insuficiência cardíaca sistólica e a outra insuficiência cardíaca diastólica.

A insuficiência cardíaca sistólica ocorre quando o coração se enfraquece a ponto de perder a capacidade natural de bombear sangue para o corpo. Esse quadro pode ser resultado de um infarto, hipertensão não controlada, uso abusivo de álcool, consequência de quadro infeccioso grave ou, ainda bastante comum, no Brasil e países fronteiriços, pacientes acometidos por Doença de Chagas. Pode afetar pessoas de todas as idades, sendo mais comum em idosos.

Na insuficiência cardíaca diastólica ocorre o enrijecimento do músculo cardíaco, de forma que o coração até recebe o sangue, mas não na quantidade necessária para o bombeamento para o resto do corpo. As principais causas da doença são a hipertensão e doenças de “depósito”, como a amiloidóse.

Sintomas da insuficiência cardíaca sistólica

Os sintomas da insuficiência cardíaca são múltiplos e podem incluir falta de ar, tosse, desmaios, náuseas e vômitos, entre outros. Existem diferentes formas de tratar essa disfunção, dependendo da gravidade do quadro e das condições individuais de cada paciente. Geralmente o tratamento é medicamentoso, podendo ser complementado por implante de ressincronizadores ou dispositivos de assistência ventricular. Esses dispositivos de assistência ventricular podem ser uma “ponte” para o paciente que tem indicação de transplante cardíaco.

Sintomas da insuficiência cardíaca diastólica

Os sintomas mais comuns da insuficiência cardíaca diastólica são cansaço, falta de ar, tosse, inchaço nos membros inferiores e na região abdominal.

O Hospital Moriah conta com a estrutura e equipamentos de vanguarda ideais para receber os pacientes, além de equipe médica especializada, formada nos principais centros médicos do mundo.

A insuficiência cardíaca pode se apresentar de duas formas, uma chamada insuficiência cardíaca sistólica e a outra insuficiência cardíaca diastólica. Enquanto a primeira é caracterizada pela dificuldade do coração em conseguir bombear sangue suficiente para o corpo, na diastólica, o músculo cardíaco enrijece, não se enchendo de sangue.

Tratamento da insuficiência cardíaca

As primeiras opções de tratamento são medicamentos, que podem ser combinados ou não com: implantes de curta e longa duração, membrana de oxigenação extracorpórea (“coração artificial”) e transplante cardíaco. Tudo vai depender do grau de comprometimento do coração e do quadro de cada paciente.

Implantes de dispositivo de assistência circulatória mecânica

Esses implantes são usados principalmente quando o paciente necessita de um transplante, pois seu coração já é insuficiente para bombear sangue para o resto do corpo, entretanto a espera pode ser muito longa, como nos casos onde o paciente é uma criança ou adolescente e a oferta de órgãos é ainda menor.

Os implantes são feitos por meio de uma cirurgia e podem substituir ou complementar, por um tempo determinado ou indeterminado, a função de uma parte do coração. Já existem vários modelos e marcas no mercado que oferecem curta ou longa duração.

Hoje há muitos pacientes vivendo com dispositivos que bombeiam sangue para o corpo, fazendo as vezes do músculo cardíaco, alguns já vivendo há décadas com eles e com ótima qualidade de vida.

Coração artificial

O coração artificial é um dispositivo capaz de substituir o coração em toda a sua função, seja para aguardar um transplante, ou, em alguns casos, já existem pessoas vivendo com o coração artificial como sua opção de tratamento.

O primeiro coração artificial colocado em um paciente humano data de 1969 e dali para cá, vários modelos já foram testados e aprovados.

Transplante de coração

O transplante cardíaco ainda é uma alternativa para um grupo de pacientes, entretanto, a oferta de órgãos é limitada e não existem muitos centros transplantadores no Brasil. Na maior parte das vezes, uma longa internação antecede a chegada de um novo coração. Para esses casos, o paciente necessita de uma assistência de terapia intensiva especializada.

Por outro lado, existem pacientes que, apesar da doença progressiva, não são candidatos ao transplante devido às suas condições de saúde e comorbidades presentes.

Hoje, no Brasil, existem milhares de pessoas vivendo, com qualidade, com um coração transplantado. De acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), entre 2007 e 2017, foram realizados no país 2.789 transplantes de coração.

 

  • Dr. Robinson Poffo
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O Dr. Robinson Poffo possui Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1992) e residência em Cirurgia Cardiovascular pela Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (1996).

Com especialização em Cirurgia Cardiotorácica pela Universidade do Alabama (Birmingham, EUA, 1997) e mestrado em Medicina (Clínica Cirúrgica) pela Universidade Federal do Paraná (2000), Dr. Poffo aprofundou seus estudos em técnicas minimamente invasivas em países como Itália, Bélgica, Estados Unidos e Alemanha. Deste último, trouxe para o Brasil uma nova técnica de cirurgia cardíaca videoassistida minimamente invasiva, tornando-se referência nacional na área.

Em março de 2010, o cirurgião iniciou o projeto pioneiro de utilização do sistema robótico daVinci em cirurgia cardíaca na América Latina.

 

  • Dra. Thalita Gonçalves de Sousa Merluzzi
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A Dra. Thalita concluiu a Faculdade de Medicina em 2006 e a residência em Clínica
Médica em 2008, ambas na Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro e
em 2010 obteve o título de especialista em Cardiologia pelo Instituto Dante Pazzanese
de Cardiologia.

Em 2011 concluiu também a especialização em UTI Cardiológica no mesmo Instituto. Atua como cardiologista clínica com enfoque em insuficiência cardíaca, coronariopatias, valvopatias e hipertensão, além da formação em terapia intensiva, o que possibilita um acompanhamento diferenciado abrangendo todas as fases do tratamento ao paciente, da UTI ao consultório.

Ela coordena a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Moriah.

Estrutura

Unidade de Internação

Os pacientes contam com uma equipe de enfermagem altamente qualificada para orientá-los e apoiá-los durante o processo assistencial. O período de internação também é acompanhado pela equipe da Hospitalidade, capacitada para atender as mais diferentes necessidades de pacientes e familiares.

UTI

Na Unidade de Terapia Intensiva, o médico têm à disposição as equipes médica, de enfermagem e fisioterapia altamente qualificadas para apoiá-lo no processo assistencial dos pacientes.
Considerando a importância da família no processo de saúde, a UTI não estabelece restrição ao horário de visitas de acompanhantes e familiares e está localizada numa área estratégica do edifício, onde recebe uma incidência privilegiada de luz natural, característica que humaniza o ambiente. A área conta com monitorização multiparâmetros e ventilação mecânica, todas de última geração, e foi projetada para garantir a qualidade dos cuidados intensivos.

Centro de Diagnósticos

O Centro de Diagnósticos dispõe de recursos diagnósticos de alta tecnologia e um dos diferenciais deste serviço é o acolhimento proporcionado ao paciente. Às equipes médicas é concedida a possibilidade de contato com nossa equipe de radiologia que pode antecipar demandas bem como contextualizar e discutir solicitações e hipóteses diagnósticas.

Hemodinâmica

A hemodinâmica do Hospital Moriah está inserida no conceito de sala híbrida porque viabiliza a realização de procedimentos minimamente invasivos e a campo aberto no mesmo espaço físico.Essa flexibilidade, aliada a equipamentos de sistema de navegação ultramoderno e ao arco cirúrgico, permite realizar cirurgias de alta complexidade, com precisão máxima e segurança para o paciente.

Centro Cirúrgico

O Centro Cirúrgico está estruturado para receber cirurgias de alta complexidade nos padrões internacionais de segurança. As salas operatórias são equipadas com o que há de mais moderno em tecnologia para intervenções cirúrgicas e procedimentos minimamente invasivos.
A cirurgia robótica também já é realidade no Moriah. Nosso centro cirúrgico é o primeiro da América Latina a receber o robô Da Vinci Xi, o mais moderno da atualidade.
Além disso, todo o processo cirúrgico é assistido pela equipe de enfermagem que avalia as demandas de cada equipe cirúrgica e realiza interface com os médicos e seus respectivos instrumentadores e os serviços de apoio para individualizar o processo assistencial de cada equipe.

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