Cerca de 2,8 milhões de pessoas no mundo foram diagnosticadas com esclerose múltipla, doença que pode demorar até cinco anos para ser identificada. Os sintomas, como fadiga intensa e dificuldade de equilíbrio, são muitas vezes atribuídos a outras condições, atrasando o diagnóstico.
Ao Jornal da Record (Record TV), a neurologista do Hospital Moriah, Dra. Annelise Higa, explica que existem dois tipos de esclerose: uma caracterizada por surtos seguidos de recuperação, e outra onde as deficiências se acumulam ao longo do tempo.
Terapias multidisciplinares são fundamentais para manter a qualidade de vida dos pacientes, já que a doença não tem cura. Confira!
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