O Hospital: homem vai para a sala de cirurgia após sofrer fratura brincando de braço de ferro

O Hospital: homem vai para a sala de cirurgia após sofrer fratura brincando de braço de ferro

O Hospital: neste episódio da série produzida pela Record TV, vamos acompanhar a história do Vinícius de Meldau Benites, um neurocirurgião que brincava de braço de ferro quando sofreu uma fratura e, após o acidente, teve de ir direto para a sala de cirurgia e realizar um procedimento com os Drs. José Carlos Garcia Jr. e Paulo Muzy. Além disso, você também vai conhecer o Edmundo Neves Cunha, que ganhou uma nova vida depois de sofrer por quatro décadas com dores no quadril. O procedimento foi realizado pelo Dr. Marco Aurélio Silvério Neves. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=-ItV0iBj5m8


Saiba o que é enterocolite

Saiba o que é enterocolite

O quadro "O Hospital Responde", produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o Dr. Amir Charruf, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Moriah, para falar sobre a enterocolite. O que é essa condição? Quais são as causas? Pode gerar complicações? Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=o82df2tNY1M


Hospital Moriah recebe o selo LEED Gold de sustentabilidade

Hospital Moriah recebe o selo LEED Gold de sustentabilidade

O Hospital Moriah inicia 2025 comemorando a conquista do selo LEED Operação & Manutenção Gold, que foi conferido à edificação por estar de acordo com normas que visam a sustentabilidade em vários níveis, atestadas pelo U. S. Green Building Council (USGBC), uma organização americana, sem fins lucrativos, que avalia edificações em todo o mundo.

A USGBC orienta como os prédios e comunidades são desenhados, construídos e gerenciados de forma sustentável com relação ao meio ambiente, responsabilidade social e saúde da comunidade. O objetivo é que mais prédios e cidades ofereçam boa qualidade de vida para os cidadãos.

O selo LEED, ou Leadership in Energy and Environmental Design, é o sistema de classificação de edifícios verdes mais amplamente usado no mundo. Disponível para praticamente todos os tipos de projetos de edifícios, comunidades e residências, o LEED fornece uma estrutura para criar edifícios verdes saudáveis, altamente eficientes e econômicos. A certificação LEED é um símbolo globalmente reconhecido de conquistas de sustentabilidade.

O Hospital Moriah vem buscando continuamente a adaptação de suas construções e de sua operação, com manejo do lixo sustentável, economia de água e de energia elétrica, revertendo em benefícios para a comunidade onde está instalado e também para seus colaboradores, pacientes e clientes.

De acordo com o diretor de engenharia do Moriah, Alberto Costa Sousa Neto, “o processo de certificação LEED nos fez refletir sobre nossa responsabilidade ambiental e social, permitindo revisitarmos e otimizarmos nossos processos de suprimentos e de operação e manutenção predial, objetivando melhorias na eficiência energética e no impacto que nosso prédio gera em seu entorno, bem como na experiência dos clientes e colaboradores na utilização do espaço.”

Medidas de economia na operação e manutenção predial foram tomadas, onde a preocupação com a educação dos colaboradores é uma das principais ações, passando, por exemplo, por iniciativas para economia de água e para o descarte correto de detritos. Outro campo abraçado é a economia de energia elétrica, com a criação de áreas que privilegiam a luz natural por meio de amplos espaços envidraçados ou abertos, o uso de energia elétrica fotovoltaica, o aquecimento de água através de placas solares e do aproveitamento de calor gerado pelo sistema de ar-condicionado.


O Hospital: jovem quase morre ao sofrer engasgo e homem realiza cirurgia da próstata

O Hospital: neste episódio da série produzida pela Record TV, você vai conhecer a história da Luara, uma jovem que teve o esôfago perfurado após engasgar durante o almoço e que foi direto para a UTI, com 50% de chance de não sobreviver. Além deste caso, que foi conduzido pelos Drs. Marcos Gouveia e Otávio Micelli, você também vai acompanhar a história do Sílvio, um paciente que veio do Mato Grosso do Sul até a cidade de São Paulo para tirar um tumor da próstata, em procedimento realizado pelos urologistas João Manzano e José Silvino. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=IbO_1i80SB8


Novo método pouco invasivo já é realidade no tratamento de tumores

Novo método pouco invasivo já é realidade no tratamento de tumores

Técnica é especialmente útil na ablação de tecidos malignos; entenda

Imagine um tratamento para tumores que não requer cirurgias invasivas, cortes profundos ou longas internações. Parece ficção científica? Pois essa tecnologia já é realidade e está revolucionando a medicina. Trata-se da radiologia intervencionista, uma área moderna e inovadora da medicina, que oferece soluções menos traumáticas e muito eficazes para tratar diversas doenças, incluindo tumores benignos e malignos, com destaque especial para a ablação tumoral (destruição do tecido).

A radiologia intervencionista é uma área da medicina que utiliza imagens de alta precisão — como o ultrassom, a tomografia computadorizada e a fluoroscopia — para guiar procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Ao invés de grandes cortes, o médico utiliza agulhas, cateteres e dispositivos especiais para tratar uma variedade de condições.

Essa abordagem reduz o trauma cirúrgico, acelera a recuperação e minimiza as complicações. A ablação tumoral, uma das técnicas mais promissoras da radiologia intervencionista, destrói tumores com precisão, utilizando algum tipo de energia, como térmica (calor ou frio) ou eletromagnética, que são aplicados diretamente no local, preservando o tecido saudável ao redor.

A ablação é amplamente utilizada tanto para tumores benignos, quanto malignos. No caso de lesões benignas, o tratamento dos nódulos da tireoide que causam sintomas, como alteração estética, dificuldade de engolir e até mesmo respirar, é um dos exemplos mais frequentes e bem-sucedidos no uso da ablação. Ele é um procedimento minimamente invasivo, eficaz, que proporciona uma recuperação rápida e evita a necessidade de cirurgias tradicionais. Além de preservar a função da tireoide, a ablação não deixa cicatriz.

Outros exemplos são o tratamento de miomas uterinos e do osteoma osteoide, este, um tumor ósseo benigno, mas que dói muito, e seu tratamento pode ser realizado de forma precisa e minimamente invasiva.

Já nos tumores malignos, que podem acometer todo o corpo, mas principalmente aqueles encontrados no fígado, rins e pulmões, a técnica pode ser usada como tratamento principal ou combinado com outras terapias.

Todas estas técnicas podem levar à cura quando adequadamente indicadas e realizadas, com estudos mostrando equivalência aos resultados cirúrgicos, em mãos bem treinadas.

Os benefícios da ablação tumoral são diversos. É menos invasiva, dispensando cortes e suturas. A recuperação é rápida, com a maioria dos pacientes voltando às atividades normais em poucos dias ou até no mesmo dia. Além disso, há menor risco de complicações, como infecção e sangramento. A técnica também preserva o tecido sadio ao ser altamente direcionada, poupando estruturas importantes do corpo. É também uma solução valiosa para pessoas que não podem se submeter ao risco de cirurgias tradicionais.

Antes do procedimento, o paciente passa por exames detalhados para localizar o tumor e planejar a melhor abordagem. Durante a ablação, o médico guia os instrumentos até o alvo com o auxílio de imagens em tempo real. O procedimento costuma durar cerca de uma hora e o paciente é liberado no mesmo dia ou no dia seguinte. A radiologia intervencionista, com sua inovação constante, está ampliando as possibilidades de tratamento para muitas doenças. No caso da ablação tumoral, estudos mostram altas taxas de sucesso, especialmente quando o diagnóstico é feito precocemente.

A ablação tumoral já transformou a vida de milhares de pacientes, oferecendo um tratamento seguro, eficaz e menos traumático. A medicina do futuro está aqui, e ela passa pela radiologia intervencionista.

*Willian Yoshinori é médico radiologista intervencionista pelo HCFMUSP, responsável pelo setor de radiologia intervencionista do Hospital Moriah, em São Paulo.
Leia a matéria em: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/novo-metodo-pouco-invasivo-ja-e-realidade-no-tratamento-de-tumores/


O que ocorre numa intoxicação alimentar?

O que ocorre numa intoxicação alimentar?

No verão, aumenta a incidência do problema causado pela ingestão de comida contaminada, que costuma dar as caras de forma abrupta

Você provavelmente já teve intoxicação alimentar alguma vez na vida. A seguir, entenda em detalhes como ela acontece e o que pode ser feito para amenizar incômodos como enjoo, vômitos e diarreia.

O que causa a intoxicação alimentar?
O processo é desencadeado por toxinas produzidas por bactérias e fungos, mesmo que o agente não esteja necessariamente presente no alimento ingerido.

A intoxicação normalmente está relacionada à falta de higiene na manipulação e preparo, ao tempo de cozimento inadequado ou mesmo ao transporte ou armazenamento impróprios dos ingredientes ou refeições.

O que acontece?
Os responsáveis mais comuns pelos estragos são as bactérias Escherichia coli, presente em carnes; Staphylococcus aureus, de leites e derivados; e Salmonella, encontrada em ovos. As toxinas liberadas por esses micro-organismos danificam a parede intestinal, alterando a permeabilidade e os mecanismos de absorção na mucosa do órgão digestivo.

Como o corpo responde?
Em geral, os primeiros sinais aparecem poucas horas depois do consumo, assim que as toxinas chegam ao intestino. Desconforto abdominal, náusea, dor de cabeça e tontura dão o alerta de que algo não vai bem. Como a agressão atrapalha o aproveitamento dos alimentos pelo corpo e a formação do bolo fecal, surge também a diarreia.

(Foto: Denis_Vermenko/Getty Images / Ilustrações: Goretti Tenorio, Estúdio Coral e Rodrigo Damati/Veja Saúde)

Quando o perigo aumenta?
Crianças pequenas, com o sistema imunológico ainda em desenvolvimento, são suscetíveis a complicações. Da mesma forma que os mais idosos, cujas defesas vão perdendo a eficácia, pessoas com a imunidade comprometida e gestantes. Nesses grupos, o quadro pode evoluir para desidratação em razão dos episódios de diarreia e vômito.

Infecção é diferente?
Embora os sintomas sejam parecidos, nesse caso o agente em si, e não só a toxina, está na comida ingerida. Então ele se multiplica no trato gastrointestinal e pode exigir tratamento específico, como antibiótico para combater as bactérias.

Dá para prevenir?
Higiene, armazenamento e cocção adequados são a chave:

  • Lavar bem as mãos: Capriche no uso de água e sabão ao manipular alimentos, assim como na hora de se servir à mesa.
  • Limpar utensílios e superfícies: Tábuas de corte, facas e bancadas precisam ser constantemente higienizadas com os produtos certos.
  • Separar carnes de produtos frescos: O objetivo é evitar a contaminação cruzada, ou seja, a transferência de micro-organismos.
  • Higienizar frutas e legumes: Os vegetais devem ser lavados e depois mergulhados em uma solução de água e hipoclorito de sódio.
  • Verificar a presença de mofos e odores: Descarte todo o alimento que apresentar aspecto incomum, mesmo que só numa parte.
  • Armazenar na temperatura ideal: Guarde na geladeira e no freezer. E evite o que ficou um tempão em temperatura ambiente.
  • Cozinhar pelo tempo indicado: A alta temperatura da cocção, no fogão ou no micro-ondas, ajuda a destruir os agentes nocivos.

Quando a ajuda médica é necessária e como é o tratamento?
Normalmente, a recuperação acontece de forma natural, em um ou dois dias. Hidratação abundante, incluindo soro caseiro e bebidas isotônicas, é essencial, assim como investir em dieta leve.

A sensibilidade às toxinas, porém, varia de pessoa para pessoa e depende também do estado geral de saúde de cada um. Assim, a persistência de sinais como sede excessiva, mas dificuldade de ingerir líquido devido à náusea, além de febre e prostração, indica a necessidade de uma avaliação médica para prescrição de hidratação na veia e medicamentos que controlam os sintomas.

Isso porque, mesmo sendo mais rara, a piora é capaz de desencadear sangramento gastrointestinal e comprometimento de outros órgãos.

Fonte: Nilma Ruffeil, gastroenterologista e hepatologista do Hospital Moriah, em São Paulo
Leia a matéria em: https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-ocorre-numa-intoxicacao-alimentar


Especialistas falam sobre a segurança do processo anestésico

Especialistas falam sobre a segurança do processo anestésico

Um empresário morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória ao tomar anestesia. Ele fez a intervenção para realizar uma tatuagem. Esse incidente trouxe à tona os riscos da anestesia em procedimentos não cirúrgicos, mas é também um alerta para os cuidados necessários para que o processo anestésico seja realizado com segurança. O programa Hoje em Dia (Record TV) conversou com as médicas do Hospital Moriah Roberta Azzolini (clínica geral) e Diná Hatanaka (anestesista), que falaram sobre a segurança da anestesia quando realizada por médicos qualificados. Veja!

https://www.youtube.com/watch?v=zQKh1Zbkcak


Saiba mais sobre a hérnia umbilical

O quadro "O Hospital Responde", produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o Dr. Bruno Amantini, cirurgião geral do Hospital Moriah, para falar sobre as hérnias umbilicais. Quais podem ser as causas? A cirurgia é sempre necessária? Pode gerar complicações? Veja!

https://www.youtube.com/watch?v=74m6aMjBhEQ


Saiba como prevenir a virose em dias de praia

Saiba como prevenir a virose em dias de praia

Em janeiro de 2025, o litoral de São Paulo registrou um aumento de casos de virose, principalmente nas cidades de Guarujá, Santos e São Vicente. Calor e férias contribuem para que a doença se torne mais frequente nesta época do ano. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, o quadro causado pelo norovírus dura em média três dias. Mas quais devem ser os cuidados após o diagnóstico? Pode ser mais perigosa para crianças? Como evitar o contágio de virose em lugares como praias? O quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) convidou a Dra. Camila Miyashiro, infectologista do Hospital Moriah, para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto.

https://www.youtube.com/watch?v=Gj3CvBDVacs


Dermatite atópica: entenda a doença

Dermatite atópica: entenda a doença

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, três em cada dez brasileiros acreditam que a dermatite atópica, uma doença caracterizada por lesões avermelhadas e coceira intensa na pele, é um problema de saúde contagioso. Além disso, a cada ano, cerca de 10% dos adultos são diagnosticados com a doença, entre eles o ex-jogador de futebol inglês David Beckham e a apresentadora Giovanna Ewbank. Mas a dermatite é uma condição contagiosa? O que pode piorar? Qual é a diferença para outros tipos de alergia? O quadro "O Hospital Responde", produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o Dr. Marcelo Arnone, dermatologista do Hospital Moriah, para tirar essas e muitas outras dúvidas sobre o problema.

https://www.youtube.com/watch?v=QITE58dhIwc


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