
Conheça o Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah: um centro completo com tecnologia de ponta e especialistas qualificados
Fadiga, falta de ar, desmaios e dor no peito podem ser sintomas de doenças valvares, que são as condições que afetam as valvas (ou válvulas) do coração. As válvulas são responsáveis pelos movimentos de abertura e fechamento que levam o sangue na direção correta entre as cavidades do coração e, em seguida, a cada parte do corpo. As valvopatias ou doenças valvares, são um conjunto de enfermidades causadas pelo mau funcionamento de uma ou mais valvas cardíacas.
A qualidade no cuidado de doenças valvares aumentou muito com a evolução das técnicas de reparo ou substituição valvar. A partir dessa evolução, surge o Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah: um centro completo com tecnologia de ponta e especialistas qualificados.
Por Dentro do Instituto de Doenças Valvares
Sob a coordenação do cirurgião cardíaco Dr. Robinson Poffo (CRM/SP 133469), o Instituto visa ser referência nacional e internacional no cuidado dos pacientes portadores das mais diversas valvopatias e
nos seus diferentes estágios de evolução, oferecendo atendimento multidisciplinar e visão global do paciente, acolhendo-o desde o momento do diagnóstico até o cuidado pós-tratamento, seja ele intervencionista ou cirúrgico, abraçando paciente e família, sempre buscando o que realmente importa para cada indivíduo.
O Instituto é composto por cirurgiões cardíacos, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, ecocardiografistas, anestesistas, radiologistas, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas treinados para tratar de forma humana e individualizada o paciente valvopata. Sempre com ações coordenadas e conjuntas, este heart team estabelece o melhor caminho para cada paciente. Confira!
Jornada do Paciente de Doenças Valvares:
- Sintomas: Fadiga, falta de ar, desmaios e dor no peito podem ser sintomas de doenças valvares: estenose valvar, insuficiência valvar ou dupla lesão valvar.
- Diagnóstico: Pode ser feito clinicamente, por meio da ausculta do coração, mas somente após exames complementares de imagem, a doença e o tipo de acometimento podem ser definidos por completo.
O exame mais comum e simples para esse diagnóstico é o ecocardiograma – um ultrassom do coração, mas outros exames podem ser solicitados, como a tomografia do coração, angiotomografia, ressonância magnética do coração e angiorressonância.
- Tratamento clínico: O tratamento varia de acordo com o tipo de valvopatia e grau de evolução da doença. Geralmente, inicia-se com suporte clínico mas, com o passar do tempo, pode demandar tratamento cirúrgico ou intervencionista.
O acompanhamento clínico pode ser feito com cardiologistas e/ou arritmologistas, visto que as doenças valvares podem causar alterações nos batimentos cardíacos.
Quando não tratadas, as doenças valvares podem comprometer a qualidade de vida do paciente, levando à insuficiência cardíaca progressiva (fadiga do coração).
- Tratamento Cirúrgico: As intervenções na válvula são recomendadas de acordo com o seu grau de deterioração. Em alguns casos, o paciente pode beneficiar-se de indicação cirúrgica precoce, antes mesmo do aparecimento de sintomas.
O tratamento cirúrgico tem como principal objetivo devolver qualidade de vida ao paciente, com a recuperação pós operatória mais curta possível, sem abrir mão do resultado a longo prazo. As principais técnicas realizadas no Hospital Moriah são as cirurgias minimamente invasiva e robótica e o tratamento percutâneo (através de punções e cateteres).
- Retorno às atividades
Entendemos que o portador de doença valvar precisa de um ambiente acolhedor, de carinho e dedicação para sua jornada que se inicia com o diagnóstico, passa pelo acompanhamento, tratamento e termina quando o paciente é devolvido às suas atividades de vida diária. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e acesse o book do Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah.
Informe publicitário publicado nas edições de dezembro das revistas Fazenda Boa Vista (n.º 39) naBaroneza (nº 110). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.
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