Hospital é o primeiro no Brasil a receber os monitores BIS® Advance da  Medtronic.

Para a maioria dos pacientes, ser submetido a uma cirurgia gera ansiedade, que  pode desencadear hipertensão, taquicardia e até mesmo dor. Medo de “acordar  durante a cirurgia”, de “estar paralisado e não conseguir se mexer” ou “ouvir tudo, mas não conseguir falar” são frequentemente citados pelos pacientes. Cabe à  equipe de anestesia sanar estas dúvidas e explicar para os pacientes quais são os  recursos disponíveis para prevenir essas complicações. 

Em cirurgias de alta complexidade, como trauma, cirurgias oncológicas e cirurgias cardíacas, 36 a 40% dos pacientes podem ter delirium pós-operatório1, além de  outros eventos adversos decorrentes de profundidades não adequadas da  anestesia2

Durante uma anestesia geral, é necessário que haja analgesia (para bloquear a  sensação de dor), bloqueio neuromuscular (que promove imobilidade) e, também  a hipnose (que mantém o paciente dormindo). 

A equipe de anestesia precisa contar com a informação adequada da  monitorização do paciente, minuto a minuto. No Hospital Moriah, o centro  cirúrgico conta com monitores que dão os reais parâmetros do nível de  consciência e de todo o funcionamento do cérebro do paciente para o anestesista, durante a cirurgia.

Não são todos os hospitais que mantem esses equipamentos à disposição da  equipe, mas eles ajudam o médico a ministrar doses exatas de cada droga ao  longo do procedimento, o que permite reduzir o delirium pós-operatório e outras  complicações como o “recall” (consciência intraoperatória). 

E agora o Hospital Moriah é o primeiro hospital brasileiro a receber a nova  geração de monitores BIS Advance para monitorização da profundidade da  anestesia, mais intuitivos e que ajudam o médico a tomar decisões assertivas a  cada momento do procedimento. 

No Moriah, todos os pacientes submetidos à anestesia geral, independente da  duração e da complexidade da cirurgia, são monitorizados com o BIS Advance,  aumentando a segurança e melhorando os desfechos clínicos. 

Referências:
1 Swarbrick CJ & Partridge JSL. Evidence-based strategies to reduce the incidence of postoperative delirium: a narrative review. Anaesthesia. 2022; 77 (Suppl. 1), 92– 101. 7.
2 Evered L. Atkins K, Silbert B, et al. Acute peri-operative neurocognitive disorders:  a narrative review. Anaesthesia. 2022; 77 (Suppl. 1), 34–42. 


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