O Hospital

O Hospital caminha para os últimos episódios

Foram 12 semanas de muita emoção com os médicos do Hospital Moriah e nossos pacientes. Mas agora a série chegou ao seu final. No dia 10 de setembro vai ao ar na RecordTV o último episódio (que estreia no Playplus – canal de streaming da Record – já no dia 3).

Foram histórias marcantes de dor, superação, perda e alegria de voltar a ter qualidade de vida. Acompanhe as notícias, conteúdos extras e podcasts sobre saúde na página criada para a série no R7: https://recordtv.r7.com/o-hospital

No dia 10 de setembro o PlayPlus apresenta um episódio adicional com exclusividade. Não perca!


câncer genético

Bons hábitos ajudam a evitar o câncer mesmo quando há risco genético

Comer bem, não fumar e fazer exercício estão entre os hábitos capazes de proteger contra tumores, mesmo quando há predisposição genética para a doença

Um estudo chinês feito a partir de um banco de dados genéticos concluiu que hábitos saudáveis podem reduzir o risco de câncer mesmo entre pessoas predispostas geneticamente a ter a doença.

Para a pesquisa, publicada no periódico Cancer Research, cientistas usaram informações de 202.842 homens e 239.659 mulheres. Eles calcularam o risco individual genético para 16 tipos de cânceres no sexo masculino, e 18 no feminino. Além disso, analisaram dados sobre tabagismo, consumo de álcool, atividade física, índice de massa corporal e padrão alimentar.

Então, os pesquisadores dividiram os participantes de acordo com o grau de predisposição para desenvolver o câncer e também com o nível de adesão a uma rotina equilibrada, que dependia de quantos hábitos bacanas os voluntários seguiam.

Entre as pessoas com alto risco genético para enfrentar tumores, mas com estilo de vida saudável, a incidência de câncer após cinco anos foi de 5,51% nos homens e 3,69% nas mulheres. No grupo menos dedicado aos bons hábitos, a incidência da doença se mostrou maior: 7,23% entre eles e 5,77% entre elas.

Pelo cálculo, homens com maior propensão genética ao câncer e pouca dedicação a comportamentos saudáveis apresentaram 2,99 vezes mais risco de realmente encarar a doença. Entre as mulheres na mesma situação, a probabilidade foi 2,38 vezes maior.

De acordo com Raphael Brandão, chefe de oncologia do Hospital Moriah, em São Paulo, uma limitação do trabalho é que os próprios participantes descreviam como eram seus hábitos de vida e seu peso.

De qualquer maneira, os achados são muito relevantes. “O estudo reúne uma grande quantidade de pessoas com alto e baixo risco genético para o câncer e com hábitos diferentes. E se observou que um estilo de vida equilibrado favorece todo mundo”, resume o oncologista.

Há um tempo a ciência bate na tecla de que indivíduos com tendência genética a desenvolver um tumor podem se proteger do que está escrito no DNA ao modificar fatores externos, como alimentação, tabagismo, exposição à poluição, consumo de álcool, prática de exercícios e por aí vai.

Recentemente, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), chegou a publicar um documento robusto no qual destaca 11 grandes fatores modificáveis por trás da doença.

Pesquisas como essas nos ajudam a convencer os pacientes de que as orientações médicas têm fundamento”, completa Brandão.

Fonte: Veja Saúde. Matéria publicada em 17 de agosto de 2021 e disponível para acesso em https://saude.abril.com.br/medicina/bons-habitos-podem-evitar-cancer-mesmo-quando-ha-risco-genetico/amp/


Institutos do hospital moriah

A tecnologia e o carinho do Hospital Moriah em seus Institutos

Instituto da Próstata

O Instituto da Próstata do Hospital Moriah nasceu há dois e é um serviço totalmente focado no cuidado integral da saúde da próstata. A base que norteia a sedimentação do Instituto da Próstata são a sabedoria e a experiência, tanto científica, quanto humanística, do Professor Miguel Srougi, seu diretor. E é essa base que atraiu profissionais reconhecidos, das melhores escolas médicas do país, para formar esse conceito de atendimento integral do paciente, com programas de promoção de saúde e prevenção, novos métodos diagnósticos e o que há de mais atual no mundo em técnicas cirúrgicas e de tratamento clínico, aliados aos valores do Hospital Moriah, notadamente o cuidado e o amor ao próximo.

Tratamentos

• Cirurgia robótica de próstata

• Tratamento de hiperplasia prostática com laser Holmium, Greenlaser e outros tratamentos minimamente invasivos.

Instituto de Fibrilação Atrial

O Instituto de Fibrilação Atrial (FA) é um centro dedicado ao atendimento de pacientes com fibrilação atrial com o objetivo de oferecer o cuidado necessário a esse tipo de paciente.

Atualmente, o tratamento de fibrilação atrial envolve uma mudança importante na qualidade de vida, controle rigoroso de fatores de risco como obesidade, hipertensão e diabetes, além de exigir uma equipe médica especializada para acompanhamento clínico e realização de procedimentos como ablação por cateter ou fechamento da aurícula esquerda.

O Instituto oferece médicos especialistas em arritmias cardíacas, eletrofisiologistas, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta e enfermeiros dedicados ao esclarecimento e acompanhamento dos pacientes com fibrilação atrial. O Instituto ainda recebe pacientes portadores de outras formas de arritmias cardíacas como flutter atrial, extra-sistoles, arritmias ventriculares e arritmias supraventriculares, além de atender pacientes com quadros de palpitações ou desmaios que ainda não conseguiram concluir o seu diagnóstico.

Tratamentos

• No caso de bradicardia, que é o ritmo mais lento do que o normal, pode haver a necessidade do uso de um marca-passo, que é um dispositivo implantado cirurgicamente, com anestesia local. Um eletrodo é introduzido na região do tórax, pela veia até o coração e depois, conectado ao marca-passo, que é um aparelho bem pequeno. O aparelho é colocado sob a pele e o paciente costuma ter alta em até 24 horas.

• Nas taquicardias, quando o ritmo é mais acelerado do que o normal, uma das principais indicações é a ablação por cateter, em que o foco da arritmia é localizado e eliminado por cateteres que são posicionados dentro do coração. Essa ablação pode ser feita pelo uso da radiofrequência, que são ondas eletromagnéticas que aquecem e destroem o foco da arritmia ou pela congelação, quando a ponta do cateter possui um sistema que forma uma bola de gelo, que vai também destruir o foco desejado.

• O implante do desfibrilador é outra forma de tratamento para casos selecionados. Trata-se também de um dispositivo pequeno que requer uma cirurgia minimamente invasiva, com alta em até 24 horas e anestesia local. Os eletrodos são introduzidos na região do tórax, por uma veia, até o coração e são conectados ao desfibrilador. Depois de configurado, o desfibrilador é inserido sob a pele, na região do peito.

Instituto de Miomas e Endometriose

Os miomas são uma condição presente na vida de quase 50% das brasileiras. Já a endometriose afeta, em nosso país, cerca de 2 milhões de mulheres por ano. O Instituto de Miomas e Endometriose nasceu da necessidade de um olhar especializado e carinhoso para essas condições que afetam muitas mulheres em idade reprodutiva.

Pensando neste cuidado diferenciado, o Hospital Moriah uniu ginecologistas renomados e especializados no assunto à uma equipe multiprofissional, propondo um olhar à mulher de forma integral, individualizada e segura, primando – sempre que possível – pela preservação do útero e demais órgãos reprodutivos.

Temos as opções de tratamento menos invasivas e mais modernas, mas é importante ir além. A mulher que sofre com miomas ou endometriose precisa do correto diagnóstico e do tratamento personalizado que irá ao encontro da sua forma de viver e seu bem-estar, além do acompanhamento e reabilitação da sua qualidade de vida.

O Instituto de Miomas e Endometriose atua desde a promoção da saúde, com campanhas de educação sobre saúde feminina, até a elaboração e participação em estudos relevantes sobre essas doenças e oferece uma gama de tratamentos para essas doenças, tão frequentes e impactantes no dia a dia da mulher. Conheça!

Cirurgia robótica: A cirurgia robótica é a principal opção cirúrgica no Hospital Moriah para a realização da remoção de miomas, otimizando o tempo de recuperação da paciente, que sangra menos e tem uma cirurgia mais segura e menos traumática. Assim, ela volta rapidamente para suas atividades normais.

Cirurgia laparoscópica: também é considerada uma técnica minimamente invasiva e pode ser usada tanto no tratamento dos miomas quanto da endometriose.

•  Embolização: indicada para o tratamento dos miomas, é um método eficaz em que os tumores são “destruídos”, obstruindo as artérias que levam sangue a eles. Nesse procedimento, a paciente pode ter alta no mesmo dia. Pequenas esferas são introduzidas, geralmente via artéria femoral, levando à isquemia do tumor.

•  Radiofrequência: a radiofrequência é um procedimento minimamente invasivo também indicado para o tratamento dos miomas. Nesta técnica, o médico introduz uma agulha, norteada por ultrassonografia, em geral via transvaginal, até atingir os miomas uterinos. Tal agulha é um eletrodo conectado a um moderno gerador de radiofrequência, que transmitirá energia para o tumor, destruindo o mioma. É um procedimento de curta duração, também com previsão de alta no mesmo dia.


Superinfecção por fungos invasivos

Superinfecção por fungos invasivos são detectados em pacientes convalescendo pela covid-19 na Índia e no Brasil

Infecções acometem pacientes debilitados imunologicamente e portadores de distúrbios metabólicos descontrolados; mesmo se tratada, a mortalidade é muito elevada.

A Academia Brasileira de Rinologia alerta sobre os casos de fungos invasivos que têm acometido pacientes de covid-19 na Índia e no Brasil. Esse tipo de superinfecção ocorre em pessoas debilitadas imunologicamente, como transplantados, e portadores de distúrbios metabólicos descontrolados, como os diabéticos.

"Temos percebido o desenvolvimento destas infecções fúngicas na região do nariz e seios paranasais em pacientes convalescendo pela covid-19. A preocupação de nossa Academia está associada à importância do diagnóstico precoce, pela elevada letalidade. Mesmo diante de intervenções cirúrgicas (com princípios oncológicos e mutilantes), além de medicamentos antifúngicos (de alto custo e com efeitos adversos marcados), a morbimortalidade é muito elevada" alerta o médico otorrinolaringologista Fabrizio Ricci Romano, do Hospital Moriah e presidente da Academia Brasileira de Rinologia.

Embora os casos sejam mais comuns na Índia, e no Brasil ainda pontuais, de acordo com o Dr. Fabrizio Romano, fica o importante alerta para todos os profissionais de saúde ficarem atentos para mais esta potencial grave complicação em pacientes afetados na pandemia, assim como para a importância dos pacientes diabéticos, em especial, terem seus níveis glicêmicos controlados rigorosamente.

Neste tipo de processo, fungos normalmente inofensivos, encontrados na natureza, invadem o revestimento do trato respiratório superior e chegam aos vasos que nutrem a região onde causam isquemia, morte dos tecidos e progressão rápida da destruição tecidual. A progressão da doença leva ao comprometimento das estruturas vizinhas nobres, como olhos e cérebro.

"Os estudos observacionais publicados até o momento não permitem garantir todos os mecanismos associados à identificação desse tipo de infecção por fungos entre os pacientes convalescendo pelo vírus do SARS COV-2, mas, ao que tudo indica, o desequilíbrio metabólico causado pelo uso de corticosteroides sistêmicos em pacientes diabéticos parece se constituir no principal fator de risco. Outras questões relacionadas às características climáticas de cada região, assim como particularidades de cada instituição no que diz respeito a processos humanos e físicos para diminuir exposição destes pacientes a ambientes colonizados por este tipo de micro-organismo, também deverão ser estudadas" explica o médico otorrinolaringologista Otavio Piltcher, secretário da Academia Brasileira de Rinologia.


Doença do Silicone

Estudo demonstra menor reação imune em algumas próteses o que pode contribuir para prevenção da Doença do Silicone

Publicada recentemente na revista Nature, pesquisa realizada no MIT/EUA que reúne cientistas de vários países se deteve na biocompatibilidade de próteses mamárias com determinadas superfícies

A superfície do implante mamário de silicone pode resultar em ativação do sistema imune e de células de defesa do corpo (linfócitos), acarretando maior fibrose e inflamação crônica.

Segundo o Prof. Alexandre Mendonça Munhoz, um dos co-autores do estudo e coordenador do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Moriah, esse fenômeno é comum a qualquer material sintético introduzido no organismo como marca-passo, válvulas cardíacas e próteses de silicone, sendo a intensidade da resposta imune o fator determinante para maior ou menor biocompatibilidade.

Tudo isso foi analisado em um estudo conduzido em Boston, EUA no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e recentemente publicado em uma das mais importantes revistas científicas do mundo, a Nature, com a participação de pesquisadores de vários países, entre eles o Prof. Munhoz.

Recentemente, vários casos de explantes de silicone foram relatados na imprensa e nas mídias sociais por usuárias com diversas queixas – algumas válidas e outras nem tanto. Nesses casos há relatos de sintomas semelhantes a doenças reumatológicas, a chamada Doença do Silicone ou Síndrome de ASIA (Auto-immune Syndrome Induced by Adjuvants).

De causa incerta, essa síndrome tem merecido destaque nos últimos anos, sendo a ativação do sistema auto-imune desencadeado por alguns tipos de próteses, uma das principais teorias para o seu desenvolvimento. Desta forma, algumas mulheres passaram a questionar a segurança das próteses e têm optado pela sua retirada completa, mesmo satisfeitas com o resultado estético e sem alterações nas próteses. Fato este que em alguns casos pode levar a alterações da imagem corporal e perda de qualidade de vida, sobretudo em mulheres submetidas a reconstrução mamária pós-câncer e casos de estética em assimetrias mais graves ou deformidades congênitas. Uma das constatações do estudo publicado na Nature, feito em ratos, coelhos e posteriormente em humanos, é de que a maior rugosidade da superfície da prótese poderia estimular o desenvolvimento de linfócitos T, uma das células de defesa, e esse estímulo crônico em mulheres com predisposição genética determinaria o aparecimento de doenças raras, como um tipo de câncer do sistema linfático (linfoma de células anaplásicas ou ALCL) ou mesmo a chamada Doença do Silicone.

Desta forma, o desenvolvimento de superfícies mais biocompatíveis e com menor estímulo ao sistema imune, forneceria mais segurança para as mulheres que queiram se submeter à cirurgia estética e reconstrutora da mama ou mesmo a troca de próteses já antigas. Neste último campo, sabe-se que uma das principais razões de troca de prótese é o fenômeno de contratura capsular secundária à fibrose e maior inflamação.

Assim, próteses com superfícies com menor ativação do sistema imune, e por consequência menor incidência de contratura, resultariam em uma redução das reoperações e na menor necessidade de explantes de silicone motivados pela resposta imunológica da paciente. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) mostram que aproximadamente 200 mil mulheres são submetidas a cirurgias de colocação de prótese de mama no Brasil por ano, e estima-se que aproximadamente 30 milhões têm prótese de silicone no mundo. Nesse contexto global, o presente estudo descortina novas perspectivas para cirurgia mamária com próteses, além de lançar uma nova luz na pesquisa das causas da Doença do Silicone e com novas opções de tratamento além da cirurgia do explante.


cirurgia

Estrela do vôlei do Brasil passa por cirurgia e sonha em disputar mais uma Olimpíada

Paula Pequeno brilhou nas quadras de vôlei e faturou duas medalhas de ouro olímpicas. Mas nos últimos meses, a batalha dela é contra uma artrose no quadril. Depois de passar por uma cirurgia no Hospital Moriah, a atleta faz planos e sonha até em disputar uma nova Olimpíada. Confira na reportagem do programa Domingo Espetacular, na Record TV.

https://www.youtube.com/watch?v=uhQ48PbJTjk


O hospital primeiro episódio

"O Hospital": primeiro episódio emociona com detalhes da rotina de médicos e pacientes

"O Hospital" é uma série médica como nenhuma outra. Tudo o que ela mostra é real. No estilo documentário, as imagens detalham a rotina dos profissionais de saúde e dos pacientes dentro de um dos mais inovadores hospitais da América Latina. Na Record TV, a série estreia na próxima semana. Mas o Jornal da Record traz um pequeno 'spoiler' e antecipa algumas histórias que vão emocionar e impressionar o público. Confira na reportagem.

https://www.youtube.com/watch?v=3ZftSKgWTAk


rotina no hospital

Nova série da Record TV mostra os desafios e a rotina em um grande hospital de SP

Na série O Hospital, as câmeras da Record TV vão levar para a casa dos telespectadores o ambiente de tensão e esperança vivido por médicos e pacientes

Na nova série da Record TV, 11 médicos de um grande hospital de São Paulo vão mostrar como a vida pulsa em cirurgias modernas, exames complexos e atendimentos humanizados. Ao todo serão 12 episódios que vão registrar os bastidores de um dos mais inovadores hospitais da América Latina, e os desafios desses profissionais em um dos momentos mais delicados da saúde no planeta. O Hospital estreia no próximo dia 25. Mas os assinantes do PlayPlus terão acesso a essa produção uma semana antes, no dia 18 de junho.

https://www.youtube.com/watch?v=KoYfbJ1oDK0

Fonte: Portal R7. Link para acesso: https://recordtv.r7.com/domingo-espetacular/videos/nova-serie-da-record-tv-mostra-os-desafios-e-a-rotina-em-um-grande-hospital-de-sp-14062021


tecnologia avançada da medicina

Campeã olímpica usa tecnologia avançada da medicina para voltar a brilhar no vôlei

Paula Pequeno, bicampeã olímpica de vôlei de quadra, passou por uma cirurgia no quadril. Na operação realizada no Hospital Moriah, pelo Dr. Marco Aurélio Silvério Neves, foram empregadas as técnicas mais modernas da medicina para garantir que a campeã volte a brilhar o quanto antes. Paula teve desgaste de cartilagem do quadril, um problema que costuma afetar pessoas com mais de 60 anos, mas, no caso da atleta, o alto rendimento provocou o problema, que exigiu a cirurgia para a colocação de uma prótese.

Confira na reportagem do programa Jornal da Record, na Record TV.

https://www.youtube.com/watch?v=avtmvDEAods&list=PLwEK40iooMyhHOKNspebuyurkQkoTqDNq


Consumo de álcool

Consumo de álcool na pandemia

Pesquisas apontam aumento e abuso no consumo de bebidas alcoólicas em meio ao caos do coronavírus e o hepatologista do Hospital Moriah, Dr. Márcio Dias, conversou sobre o assunto com a reportagem da revista Veja Saúde.

A matéria foi publicada na edição de maio de 2021 (n.º 467) e pode ser conferida aqui.


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