prevenção contra coronavírus

Infectologista tira principais dúvidas sobre contaminação e prevenção contra coronavírus

Para tirar as dúvidas sobre o Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, o Domingo Espetacular conversou com a médica infectologista do Hospital Moriah Dra. Beatriz Quental. Entenda como ocorre a transmissão do vírus, e como é possível se prevenir.


sistema imunológico

Veja quais são os alimentos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico

É pela alimentação adequada que aumentamos a imunidade e nos preparamos para enfrentar doenças contagiosas. Alguns alimentos podem fazer a diferença, especialmente aqueles que melhoram o funcionamento do intestino. Vegetais escuros, como espinafre, rúcula e agrião, fortalecem os glóbulos brancos, que protegem o organismo. O zinco, das carnes vermelhas e do feijão, age contra vírus, bactérias e fungos. O Jornal da Record conversou com o nutrólogo do Hospital Moriah Dr. Marcelo Cássio de Souza sobre o assunto. Confira!


Anestesia

Anestesia: quais os momentos que mais requerem a atenção do especialista?

A anestesiologia foi uma das áreas da medicina que mais avançou nas últimas duas décadas. Monitores novos, mais tecnológicos foram lançados, assim como ventiladores. Assim, os pacientes são monitorizados o tempo inteiro, permitindo ao anestesista um melhor controle de todas as funções vitais.

Além disso, as novas medicações permitem uma anestesia mais profunda e segura, sem comprometer o despertar do paciente, permitindo que ele se alimente e caminhe tão logo seja possível.

“A monitorização cuidadosa e contínua dos sinais vitais dos pacientes aumenta a segurança e deve ser mantida desde antes do paciente ser levado ao centro cirúrgico, durante o procedimento e no pós-cirúrgico, a fim de evitar complicações”, ressalta Diná Mie Hatanaka, coordenadora do serviço de anestesiologia do Hospital Moriah, em São Paulo.

Mas, mesmo com todos esses avanços, o procedimento é ainda considerado por muitos pacientes como um fator de insegurança. Um das razões dessa insegurança é o medo de acordarem no meio da cirurgia ou ainda de nunca mais despertar.

Como fazer para acalmar os pacientes em relação à anestesia?
Em primeiro lugar, o paciente deve ser informado de tudo que será realizado: o tipo de anestesia, como a mesma será realizada, os riscos e os benefícios, qual o resultado esperado após a anestesia: se ele vai recuperar os movimentos rapidamente, se vai conseguir se alimentar, etc.

Além disso, deve-se esclarecer que hoje a anestesia é um processo muito seguro, porém ainda cercado de mitos. Cabe ao anestesiologista tirar todas as dúvidas do paciente em relação a esses mitos também. Assim, ele vai para o procedimento mais tranquilo e confiante.

Prevenção da hipotermia
A prevenção da hipotermia faz parte dos cuidados no Hospital Moriah, uma fez que hoje é sabido que a queda da temperatura durante e após a cirurgia está relacionada com o aumento de complicações após o procedimento.

Quando internado, o paciente é recebido em um quarto aquecido, orientado a realizar o banho quente, a ficar agasalhado e também já recebe todas as informações sobre a importância do aquecimento.

No centro cirúrgico, o protocolo é seguido com ar condicionado na temperatura adequada e manta aquecida, quando indicada (cirurgias mais longas que três horas). Com esse protocolo, o Hospital Moriah não tem apresentado casos de hipotermia desde 2017.

Cuidados antes e depois
No dia anterior à cirurgia, o anestesiologista entra em contato com o paciente pelo telefone. Essa prerrogativa permite que o contato com o médico o acalme e evite os medos relacionados à anestesia. Na ligação, o profissional conhecerá melhor o histórico do paciente.

O uso de medicamentos contínuos deve ser comunicado ao anestesiologista porque, em alguns casos, a suspensão dos remédios pode ser necessária para garantir a segurança durante a cirurgia. Também são abordadas as experiências em outros procedimentos, anestesias e reações alérgicas, evitando intercorrências durante a cirurgia atual.

Após a cirurgia, ainda dentro do centro cirúrgico, o paciente fica, sob cuidado de um anestesista, na sala de recuperação pós-anestésica, onde permanece monitorizado e são observadas: presença de náuseas, de dor ou qualquer outra queixa. O paciente só volta para o leito quando preencher critérios adequados.

Para Diná Mie Hatanaka, a segurança da anestesia está, em boa parte, no cuidado individualizado, sendo isso somado a atenção e ao carinho dedicados desde antes da internação, que fazem toda a diferença para a experiência do paciente.

“O mais importante é que o anestesista conheça bem o seu paciente: de quais doenças ele é portador, se ele tem alergias, se já apresentou problemas em cirurgias anteriores e quais medicações ele toma. Com isso, deve-se fazer um planejamento individualizado da técnica anestésica, das medicações e dos monitores a serem utilizados. Isso agrega mais segurança para o paciente”, explica a coordenadora do serviço de anestesiologia do Hospital Moriah.

A aceleração da alta pode ser realizada com alguns cuidados essenciais, conduzidos principalmente pela equipe de anestesiologia ao conhecer o paciente antes da cirurgia.

“O paciente já começa a ser estimulado desde o centro cirúrgico, assim a recuperação é mais acelerada”, conclui a especialista.

*Artigo redigido pela jornalista Úrsula Neves e revisado pela equipe médica da PEBMED. O artigo foi veiculado no portal da PEBMED em 16 de março de 2020 e está disponível para acesso em https://pebmed.com.br/anestesia-quais-os-momentos-que-mais-requerem-a-atencao-do-especialista/


profissionais da saúde

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As informações estão logo na entrada do hospital: quem tem sintomas como febre e tosse, passou por área de transmissão ou teve contato com suspeitos ou pessoas com coronavírus já recebe uma máscara e deve seguir para um atendimento prioritário. O primeiro atendimento é sempre feito por um enfermeiro que precisar estar paramentado, luvas máscara e avental, a cada consulta todo o ambiente passa por uma higienização e a lavagem das mãos do profissional deve ser constante. A infectologista do Hospital Moriah, Dra. Beatriz Quental, conversou com o Jornal da Record sobre esses cuidados.


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No Brasil, aproximadamente 50% das mulheres apresentam miomas: alguns são totalmente assintomáticos e outros trazem sérios problemas. Para falar sobre o assunto, o programa Link (Record News) convidou o ginecologista do Hospial Moriah, Dr. Mariano Tamura.


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