Novo tratamento traz chance de cura para tipo agressivo de câncer de mama
A terapia-alvo consiste, geralmente, em dezoito injeções aplicadas ao longo de um ano. O tratamento é caro, mas está disponível no Sistema Único de Saúde, o SUS.
Como o Parkinson afeta o corpo?
No mês de dezembro, o neurocirurgião do Hospital Moriah Dr. Murilo Marinho conversou com a reportagem da Revista Saúde sobre o mal de Parkinson.
Esse bate-papo virou um infográfico que mostra, em detalhes, os efeitos do Parkinson no nosso corpo.
Confira o resultado:

Saiba como o corpo reage a uma sensação térmica de 81°C
Foi assim que moradores de Antonina, no Paraná, se sentiram na última terça (18); especialistas explicam por que isso acontece e como agir.
A sensação térmica na cidade de Antonina, no litoral paranaense, chegou a 81°C na última terça-feira (18), segundo o Simpear (Sistema Meteorológico do Paraná), mas na ocasião, a temperatura era de 40,2°C. Mas por que isso acontece?
Segundo o cardiologista Fernando Costa, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, existe uma diferença entre a temperatura ambiente e a do corpo. Características físicas, localização e tipo de roupa são fatores que influenciam na sensação térmica.
“Um tecido que não dissipa o calor, como o náilon, faz a temperatura do organismo aumentar e o que você transpira para diminuir o calor fica retido na roupa, então vira uma sauna dentro do corpo”, exemplifica.
Características físicas também devem ser levadas em conta. Pessoas obesas são mais resistentes aos efeitos do calor, pois a gordura é fria e atua como isolante térmico. Em pessoas magras ou idosas, a desidratação acontece mais facilmente, pois a massa muscular é menor, e o músculo é o ‘grande retentor de líquido do organismo’, define Costa.
Outro fator que exerce influência na sensação térmica é onde o indivíduo está. Lugares fechados e com ausência de circulação do ar aumentam o calor. "Se você trabalha de paletó, em um local que não tem vento e bate sol, num dia com temperatura de 34 °C, a sensação pode ser de 70 °C", compara o médico.
Por sua vez, o cardiologista Rafael Lioret afirma que a temperatura média do corpo humano é 36°C, quando ela aumenta, a transpiração é uma maneira de regular a temperatura do corpo. Mas, suar muito pode deixar as pessoas desidratadas.
O médico acrescenta que temperaturas acima dos 41°C podem danificar o cérebro e, em última instância, causar ataques convulsivos. "A crise convulsiva seria algo extremo. O principal dano é a desidratação por causa do suor", ressalta.
Além disso, o hipotálamo, uma região do cérebro, faz com que os vasos sanguíneos, principalmente os periféricos, se dilatem para aumentar a área de perda de calor. O sangue também fica mais viscoso e a circulação do oxigênio pelo corpo diminui, o que faz a pressão cair.
Diante dessas mudanças, os principais sintomas são mal-estar, fraqueza, sonolência, inchaço nas pernas, sensação de náusea e vômito. A urina também fica mais concentrada, pois o rim trabalha para diminuir a eliminação de água.
Para evitar complicações, a dica é ingerir bastante líquido, de preferência água e sucos naturais sem açúcar. E se você pensa em tomar uma cerveja, cuidado: bebida alcoólica inibe a ação do hormônio antidiurético. “Então, o álcool estimula que a gente continue urinando e ajuda a desidratar mais”, resume Lloret.
Ficar em lugares arejado e evitar exposição ao sol em horários de maior radiação – normalmente das 11h às 17h – também ajuda, assim como usar guarda-chuva ao sair. Diminuir atividades físicas é aconselhável. “Às vezes, a pessoa quer correr na hora do almoço e acaba se prejudicando”, alerta o médico. Ele chama a atenção para a necessidade de usar protetor solar em qualquer situação a fim de prevenir lesões, queimaduras e câncer de pele.
Fonte: R7 Saúde
Especialistas explicam os efeitos no corpo do 'supercalor' do verão
Altas temperaturas são propícias para processos infecciosos, dor de cabeça e queda da pressão arterial; guarda-chuva é opção para se proteger do sol.
O verão só começa nesta sexta-feira (21), mas o calor já chegou e, com ele, os efeitos indesejados no corpo que vão de inchaço e brotoejas até queda de pressão e prostação.
O cardiologista Rafael Lloret, do Hospital Moriah, em São Paulo, explica que, para o corpo perder calor e conseguir manter sua temperatura de 36°C, há um aumento de suor para refrescar o corpo, o que pode causar desidratação, e os vasos sanguíneos se dilatam, causando, então inchaço nas regiões periféricas.
Por conta dessa desidratação, dilatação e pelo sangue se tornar mais viscoso, devido ao calor, a pressão arterial cai, diminuindo a oxigenação.
A dor de cabeça ocorre pelo mesmo motivo: vasodilatação, desidratação e redução da circulação do oxigênio.
Além disso, a alta temperatura faz com que as pessoas se sintam mais cansadas. Essa falta de disposição, segundo o cardiologista, ocorre pela combinação de desidratação e metabolismo da região cerebral - o hipotálamo é quem gerencia a temperatura do corpo.
O clínico-geral Pedro Chocair, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, afirma que, por uma questão de conforto corporal, a disposição nesses períodos é igualmente diminuída.
Lloret ainda afirma que em temperaturas altas prolongadas ou acima de 41°C aumentam os riscos de danos cerebrais, desde crises convulsivas à isquemia cerebral, devido à luta constante do corpo para ajustar o metabolismo.
A pele também é afetada pelo calor excessivo. O suor excessivo pode inflamar a pele e provocar brotoejas, segundo Lloret.
[intertítulo, usar o mesmo padrão de linha fina] Alimentos merecem mais atenção no calor
Chocair alerta que, durante o calor, é necessário prestar mais atenção aos alimentos consumidos. "Frutos do mar e maionese, por exemplo, exigem maior atenção especialmente no aramazenamento e conservação, pois aumentam as chances de gastroenterite, infecção intestinal que provoca diarreia, náuseas e vômitos, além de perda de líquidos", explica.
Já o cardiologista ressalta os cuidados com o sistema urinário. A perda de líquidos diminui a função renal, deixando a urina mais concentrada e fazendo com que a pessoa urine menos. "Nesse calor, as pessoas gostam de tomar uma cervejinha gelada, mas o álcool inibe a ação antidiurética, favorecendo a liberação de urina e aumentando a desidratação", afirma.
O calor provoca também o ressecamento das mucosas, propiciando rouquidão, dores de garganta e crises de rinite. Lloret diz que, para melhorar a sensação, além da hidratação, a lavagem nasal pode ajudar.
Há, ainda, o favorecimento de processos infecciosos. De acordo com o cardiologista, o calor excessivo pode inibir a ação de algumas proteínas do corpo, diminuindo a ação das células de defesa.
[intertítulo, usar o mesmo padrão de linha fina] Guarda-chuva pode ser alternativa contra o sol
Para driblar os efeitos causados pelo calor, os especialistas recomendam que as pessoas fiquem em ambientes frescos, fujam da exposição dos sol das 11h às 17h, usem roupas leves e arejadas, passem protetor solar, diminuam a quantidade de atividades físicas, andem com guarda-chuva para evitar o contato direto com os raios solares e tomem água.
O clínico-geral destaca que os mais afetados são crianças, idosos e pacientes acamados, podendo sofrer com quadros de desidratação. "Nas crianças, há uma dificuldade de pedir água, por não saber dizer o que está sentindo. Já nos idosos, há a inibição da sede, o que faz com que não bebam água", explica Chocair. O clínico recomenda que sejam oferecidos líquidos, em especial, a água, para essas pessoas.
Porém, eles não são os únicos afetados. Lloret afirma que a hidratação de todas as pessoas é importante, recomendando a ingestão diária de dois a três litros de água.
Fonte: R7 Saúde
Hospitais seguem a linha da humanização e tornam a internação mais agradável
No Hospital Moriah, localizado em São Paulo (SP), os cuidados vão desde o cardápio até a permissão de visitas em tempo integral. Confira a matéria que foi ao ar em 13/12/2018 no Fala Brasil, da Record TV.
Hospital Moriah inova na culinária
Comida japonesa faz sucesso entre pacientes
Sucesso entre adultos e crianças, a culinária japonesa já mostrou ser quase que uma preferência em São Paulo, que tem restaurantes estrelados e que até, reinventaram a cozinha tradicional. Por outro lado, a comida de hospital, que já teve quem torcesse o nariz no passado, hoje tem outra cara: com cor, sabor, textura e muita criatividade.
Neste fim de ano, o Hospital Moriah resolveu incluir a comida japonesa em seu cardápio para os pacientes com dieta livre e vai oferecer, com direito a ohashis, tigelinhas e outros utensílios, uma refeição de dar água na boca e, encher os olhos.
Como as comidas cruas são proibidas aos pacientes, a Nutrição do Hospital escolheu o teppanyaki de carne com legumes com missoshiro, gohan (carne grelhada com legumes, caldo de soja e arroz) e banana caramelada de sobremesa.
A criatividade na cozinha hospitalar é um dos pontos fundamentais para melhorar o bem estar do paciente. Sem descuidar da prescrição de cada um, a nutrição precisa estimular o paciente a se alimentar bem, eliminando riscos de desnutrição, além de a comida ser um elemento emocional importante na desospitalização e no melhor desfecho da doença.
Cultura japonesa também na reabilitação
Implantado como um passatempo funcional no Hospital Moriah, o origami vem sendo reconhecido pelos pacientes como uma ajuda importante. Para Isabela Munhoz Nascimento, executiva à frente do Escritório de Experiência do Paciente, além de ser um passatempo, “fazer o origami tira o foco da dor, trazendo bem estar tanto para pacientes, como para acompanhantes”.
O origami é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel e formar imagens de animais e objetos sem usar cola e tesoura, datada do século 17. Conta com dezenas de grandes artistas que tornaram o origami popular em todo o mundo, desde na educação de crianças até na terapia ocupacional.
No ambiente hospitalar, o origami ajuda na reabilitação dos pacientes, trabalhando a parte cognitiva e motora.
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Novo laser permite tratamento do crescimento benigno da próstata de forma menos invasiva
Hospital Moriah é o primeiro hospital privado do país a oferecer o HoLEP, tratamento com laser que possibilita alta hospitalar em 24 horas
São Paulo, novembro de 2018 - O crescimento benigno da próstata, também conhecido como Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) é a principal causa de sintomas urinários no homem maduro. Cerca de 33% dos homens após os 50 anos e 47% dos homens após os 70 anos irão apresentar sintomas urinários de intensidade moderada à grave em decorrência desta patologia. Os principais sintomas são o aumento da frequência urinária, episódios de urgência para urinar, a necessidade de levantar à noite para urinar, o enfraquecimento do jato urinário e a sensação de esvaziamento incompleto, entre outros.
Atualmente, a maioria dos casos é tratada com medicações, que aliviam os sintomas em cerca de 80% dos pacientes. O primeiro grupo de medicações é dos relaxantes musculares da próstata, que atuam reduzindo a resistência do canal uretral. O segundo grupo é dos bloqueadores da ação da testosterona, que atuam reduzindo o tamanho da próstata em cerca de 15% e impedindo seu crescimento.
As principais limitações do tratamento medicamentoso estão no fato de aliviarem apenas parcialmente os sintomas, na necessidade de uso contínuo e por toda a vida e nos potenciais efeitos colaterais. O grupo dos relaxantes da próstata pode levar à tontura, astenia (fraqueza) e redução do volume da ejaculação. Por sua vez, os medicamentos de ação hormonal podem causar redução da libido e da qualidade das ereções.
Os pacientes que não respondem ou que não se adaptam bem às medicações, assim como os que apresentam alguma complicação relacionada ao crescimento da próstata (retenção urinária aguda, sangramentos ou infecções urinárias de repetição, alteração da função renal), tornam-se candidatos ao tratamento cirúrgico.
O tratamento cirúrgico tradicional é representado pela ressecção endoscópica, também conhecida como raspagem, (RTU) da próstata e pela prostatectomia aberta. A primeira está indicada quando a próstata pesa até 80 gramas, e a segunda em próstatas maiores. Ambas as técnicas possuem resultados satisfatórios e duradouros.
Há ainda o tratamento cirúrgico do crescimento benigno da próstata com laser, surgido há 20 anos. Atualmente, a enucleação endoscópica da próstata com o laser Holmium (HoLEP) se constitui o tipo de laser mais estudado para o tratamento desta doença.
Segundo o urologista Alberto Azoubel Antunes, o HoLEP apresenta resultados funcionais semelhantes aos dos tratamentos tradicionais e, por esse motivo já é indicado pelas principais diretrizes internacionais como uma opção de primeira linha aos métodos cirúrgicos tradicionais.
A principal vantagem do HoLEP está no fato de permitir o tratamento de próstatas de qualquer peso pela via endoscópica (canal da uretra), sem a necessidade de cirurgia aberta. O método também proporciona um retorno mais rápido do paciente à suas atividades, já que permite uma alta hospitalar em 24 horas na maioria dos casos, por ser menos invasivo.

Novembro azul traz mais boas notícias
Já são 15 anos desde que um grupo de rapazes lançou o Movember na Austrália. Dali pra cá, vários países, incluindo o Brasil, mobilizam todo o mês de novembro com campanhas visando a saúde do homem, mas, principalmente, a detecção precoce do câncer de próstata.
Por mais que estejamos bem acostumados a todas essas campanhas, ainda temos um número alto de óbitos. E talvez isso signifique que as campanhas não atingem plenamente a sociedade.
Há ainda um fundo jocoso e muito preconceito com relação ao exame de toque retal, que é o principal método (e mais rápido e barato) para detecção precoce do câncer de próstata. Enquanto que o exame de sangue para detecção do PSA, mesmo com um custo baixo e fácil acesso, tampouco se tornou muito popular. Apesar de não ser uma alternativa ao toque retal, os exames se complementam. Os níveis de PSA (substância produzida somente pelas células da próstata) se mostram aumentados em um exame de sangue quando há um tumor maligno na próstata.
De acordo com a American Cancer Society, homens em geral devem começar os exames preventivos a partir dos 50 anos. Homens negros apresentam maior risco para a doença, então começam os exames aos 45, mas homens com casos na família antes dos 65 anos devem fazer seus exames a partir dos 40 anos. A periodicidade desse screaning deve ser estabelecida pelo médico urologista, para cada individuo, de acordo com seu histórico.
Hoje, o arsenal de tratamentos é muito vasto, mas a cirurgia de total remoção da próstata, chamada prostatectomia, é ainda o método mais eficaz na cura da doença, principalmente em tumores detectados ainda no início.
Um em cada sete homens terão câncer de próstata e as novas gerações já estão conscientes disso e derrubando os tabus. Sabem que quanto mais cedo descobrir as características da doença, melhor. 20% dos casos são de tumores muito agressivos, que podem se espalhar rapidamente pelo corpo. E, por outro lado, bom mesmo é saber que 30% dos cânceres de próstata são pouco agressivos, não levando à cirurgia ou à radioterapia. Esses pacientes são submetidos à vigilância ativa e fazem exames periódicos para acompanhar a evolução (ou não) da doença.
Sempre alguém pergunta “mas como evitar o câncer”. Embora a maioria dos tipos de câncer de próstata não seja “evitável”, vale a regra para toda doença oncológica: dieta pobre em gorduras, peso ideal, atividade física. E no caso da próstata, o licopeno, presente no tomate e na goiaba, entre outros, já se mostrou bastante protetor.
E, de boa notícia, dois estudos publicados na revista European Urology, um publicado em maio e outro de 2016, sugerem que as ejaculações seriam protetoras contra a doença. Ou seja, homens que ejaculam mais na vida adulta (podendo inferir mais relações sexuais), teriam menor chance de desenvolver câncer. No mais recente, um grupo de mais de 30 mil homens foi acompanhado por 12 anos e os pesquisadores identificaram processos biológicos que podem associar maior frequência de ejaculações ao longo da vida com menor taxa de incidência do câncer de próstata.

Hospital Moriah investe em economia de energia
O Hospital Moriah, em São Paulo, instalou uma marquise metálica em seu estacionamento e entrada usando como cobertura painéis solares (fotovoltaicos) de geração de energia elétrica.
Com essa nova marquise o Hospital vai gerar a média de 1.226 kWh por mês de energia limpa, que representa cerca de 0,5% do gasto total de energia mensal. É uma contribuição para o meio ambiente.

O que é hérnia de hiato: causas, sintomas e a cirurgia
Não confunda a hérnia de hiato, que causa refluxo e outros problemas, com a de disco. Veja seus sinais e o que fazer para evitar suas consequências
A hérnia de hiato é causada por um afrouxamento na musculatura entre o peito e o abdômen. Como resultado, podem surgir refluxo e queimação. Ganho de peso, gestação, tosse ou constipação crônicas estão entre os fatores de risco para o problema. Mas o que é a hérnia de hiato exatamente e como lidar com ela? Confira abaixo:
Como surge a hérnia
O diafragma é um músculo que separa o tórax do abdômen. Ele tem um orifício por meio do qual passa o esôfago, órgão que começa no pescoço e leva a comida recém-engolida até o estômago. Esse orifício foi batizado de hiato, ou, para os mais técnicos, hiato esofagiano.
Existem ligamentos que mantêm a parte inferior do esôfago no lugar certo, dentro do abdômen. Mas às vezes essas estruturas sofrem um relaxamento ou o hiato se alarga, permitindo que parte do esôfago escape do orifício em direção ao tórax. Pronto: formou-se a hérnia.
À medida que ganha tamanho, a hérnia de hiato passa a produzir sintomas. A pessoa pode sentir dificuldade para engolir e dores no peito, às vezes confundidas com infarto. Em algumas situações, a hérnia leva ao mau funcionamento do esfíncter esofágico inferior, válvula responsável por garantir que os restos de alimentos não retornem esôfago acima. Quando isso acontece, ácidos do estômago sobem e causam queimação e refluxo.
Há dois tipos de hérnia de hiato. A por deslizamento, mais comum, consiste no deslocamento do esôfago pelo hiato. Já na paraesofágica, a junção entre esôfago e estômago está ok, mas parte do estômago se projeta pelo hiato.
A cirurgia como tratamento para hérnia de hiato
Se a hérnia for pequena e assintomática, não é preciso erradicá-la. Mas, quando ela cresce, pode comprometer outros órgãos e a qualidade de vida.
Se for muito volumosa, passa a disputar espaço com o coração e alterar o ritmo cardíaco ou, ainda, prejudica a irrigação do estômago. Nesses casos, indica-se a cirurgia, que recoloca a porção que passou pelo orifício na posição original e recompõe o hiato.
A operação pode ser sugerida também para a reconstrução da anatomia do esfíncter esofágico inferior nos casos de refluxo mais grave. Isso aumenta sua elasticidade e assegura que ácidos e alimentos não subam pelo esôfago.
Como evitar o refluxo provocado pela hérnia de hiato
Comer lenta e espaçadamente, em intervalos de três horas.
Evitar refeições pesadas duas horas e meia antes de dormir.
Elevar a cabeceira da cama quando se deitar.
Maneirar no consumo de comida gordurosa ou bem temperada.
Evitar bebidas com gás e reduzir a ingestão de álcool.
Se estiver acima do peso, buscar emagrecer.
Parar de fumar, pois o cigarro piora a situação.
Usar remédios específicos se o médico os prescrever.
Fontes: Angelo Loss, cirurgião especializado em cirurgias minimamente invasivas (RJ); Nilma Ruffeil, gastroenterologista e hepatologista do Hospital Moriah (SP).
Foto de Gustavo Arrais e reportagem de Ivonete Lucírio para a Revista SAÚDE é Vital (Editora Abril, outubro/2018). Disponível para acesso em: https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-hernia-de-hiato-causas-sintomas-e-a-cirurgia/





