Comida japonesa faz sucesso entre pacientes

Sucesso entre adultos e crianças, a culinária japonesa já mostrou ser quase que uma preferência em São Paulo, que tem restaurantes estrelados e que até, reinventaram a cozinha tradicional. Por outro lado, a comida de hospital, que já teve quem torcesse o nariz no passado, hoje tem outra cara: com cor, sabor, textura e muita criatividade.

Neste fim de ano, o Hospital Moriah resolveu incluir a comida japonesa em seu cardápio para os pacientes com dieta livre e vai oferecer, com direito a ohashis, tigelinhas e outros utensílios, uma refeição de dar água na boca e, encher os olhos.

Como as comidas cruas são proibidas aos pacientes, a Nutrição do Hospital escolheu o teppanyaki de carne com legumes com missoshiro, gohan (carne grelhada com legumes, caldo de soja e arroz) e banana caramelada de sobremesa.

A criatividade na cozinha hospitalar é um dos pontos fundamentais para melhorar o bem estar do paciente. Sem descuidar da prescrição de cada um, a nutrição precisa estimular o paciente a se alimentar bem, eliminando riscos de desnutrição, além de a comida ser um elemento emocional importante na desospitalização e no melhor desfecho da doença.

Cultura japonesa também na reabilitação

Implantado como um passatempo funcional no Hospital Moriah, o origami vem sendo reconhecido pelos pacientes como uma ajuda importante. Para Isabela Munhoz Nascimento, executiva à frente do Escritório de Experiência do Paciente, além de ser um passatempo, “fazer o origami tira o foco da dor, trazendo bem estar tanto para pacientes, como para acompanhantes”.

O origami é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel e formar imagens de animais e objetos sem usar cola e tesoura, datada do século 17. Conta com dezenas de grandes artistas que tornaram o origami popular em todo o mundo, desde na educação de crianças até na terapia ocupacional.

No ambiente hospitalar, o origami ajuda na reabilitação dos pacientes, trabalhando a parte cognitiva e motora.

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