saúde

Outono chega e já traz preocupação com a saúde

São Paulo, março de 2018 – A partir do outono a demanda nos consultórios (principalmente de pediatras e otorrinos) e pronto-atendimentos dobra, pois aumentam os casos de infecções respiratórias e pioram os quadros alérgicos em decorrência do tempo seco e da poluição.

A má qualidade do ar torna adultos e crianças mais suscetíveis às infecções e crises alérgicas e embora população e governos devam buscar soluções para resolver a questão ambiental como um imperativo para melhorarmos a saúde, há atitudes que podem melhorar o bem estar e evitar doenças, que estão mais à mão da população. Uma delas é manter-se hidratado. Tomar água não vai simplesmente apagar os danos da secura do ar, mas pode melhorar muito, por ajudar a manter a mucosa das vias respiratórias hidratada.

Usar o soro fisiológico para lavar as narinas também – lembre-se que, após aberto, o frasco deve ser mantido bem fechado e na geladeira para evitar a contaminação e já existem no mercado soluções em embalagens estéreis – pois esse hábito ajuda a eliminar germes e substâncias nocivas e evita que a secreção fique espessa e se acumule, estando mais sujeita à infecção por bactérias. Outro hábito que parece banal, mas garante a diminuição na propagação de muitas doenças é lavar sempre as mãos.

Outra dica é manter umidificadores nos ambientes (que podem ser substituídos por toalhas úmidas ou bacias com água) quando a umidade do ar estiver muito baixa.

E pra quem já está resfriado?

A maioria das infecções respiratórias são virais (98% das rinossinusites são causadas por vírus), então o que deve-se fazer é cuidar para que o quadro não se complique. Estar já doente facilita o contágio por bactérias que podem causar sinusite, otite e pneumonia. Além de manter os hábitos já descritos acima, fazer inalação nas crianças (apenas com soro fisiológico) evita essas complicações.

Ir pra farmácia e se abastecer com medicamentos?

Muito cuidado com a automedicação. Segundo Dr. Fabrizio Romano, otorrinolaringologista do Hospital Moriah, em São Paulo, a chance de efeitos colaterais é grande, especialmente para as crianças, que adoecem, em média, 6 a 8 vezes no ano. “Deve-se avaliar os riscos e só tomar as medicações quando realmente necessário, de acordo com a orientação médica” esclarece.

• Antigripais, anticongestionantes e antialérgicos – disponíveis em larga escala nas seções de venda livre das drogarias, essas medicações podem causar efeitos indesejados como sonolência, insônia e acabam ressecando a secreção nasal, aumentando as chances de infecção bacteriana;

• Remédios bronco-dilatadores, se usados indiscriminadamente podem elevar o risco cardíaco;

• Drogas à base de corticoides se usadas por muito tempo comprometem o crescimento das crianças e podem levar os adultos a desenvolver pressão alta, aumento da glicemia, acne, obesidade e catarata;

• Antibióticos, usados sem prescrição, provavelmente não surtirão nenhum efeito, já que a maioria das infecções é viral e seu uso continuado leva a diminuir os efeitos da droga contra bactérias, quando o paciente necessitar (apesar disso, nos serviços médicos é comum que o paciente saia com uma receita em cerca de 80% dos casos de sinusites, e apenas cerca de 2% das sinusites são bacterianas e tem indicação para esse tipo de remédio);
vitamina C – não protege e nem combate gripes, resfriados e outras infecções virais ou bacterianas, então seu uso, com essa finalidade, é inócuo.

O que fazer então?

Tornar a limpeza das narinas com soro um hábito, assim como lavar as mãos várias vezes ao dia, ter uma alimentação e hidratação adequadas e evitar aglomerações sem ventilação são os conselhos do Dr. Fabrizio para passarmos pela estação saudáveis. Mas, em caso de infecção, acrescente a isso o descanso. “Para melhorar a imunidade é necessário o repouso. Deve-se recorrer ao médico quando o quadro parece mais grave, com mais que três dias de duração, falta de ar, indisposição acentuada, febre acima de 39 graus ou dor muito intensa, alerta Dr. Fabrizio.

Confira abaixo as dicas que ele deu no programa Fala Brasil:


Prêmio Health-IT

Moriah é premiado na 2ª edição do Prêmio Health-IT

Anterior
Próximo
No último dia 14, o Hospital Moriah recebeu o prêmio de Instituição do Ano – Investimentos na cerimônia da 2ª edição do Prêmio Health-IT.
O evento, realizado pelo Grupo Mídia (por meio de sua publicação Health-IT), aconteceu durante a 2ª edição da South America Health Exhibition (SAHE). A iniciativa tem como missão desenvolver o segmento de saúde por meio do compartilhamento de experiências e conteúdo e reconhecer o esforço de instituições, empresas e profissionais da área de TI em Saúde.
Na cerimônia, o Hospital Moriah foi representado pelo Diretor Administrativo Financeiro, Régis Ardito, e pela Gerente de Comunicação, Estela Munhoz.


Workshop Internacional Selective Tissue Engineering Photostimulation

Moriah recebe o 1º Workshop Internacional Selective Tissue Engineering Photostimulation

Nos dias 23 e 24 de fevereiro, o Hospital Moriah recebeu o 1º Workshop Internacional Selective Tissue Engineering Photostimulation (One S.T.E.P. Technique). Com a presença dos especialistas na técnica, o cirurgião plástico e Professor Investigador na Universidade Peruana de Ciências Aplicadas, Prof. Patricio Centurion (Lima, Peru) e o Professor da Johns Hopkins University School of Medicine (EUA) e University of Maryland School of Medicine (EUA), Prof. Oscar Ramirez, o workshop recebeu médicos e pesquisadores nos dois dias de evento.

O evento contou com aulas específicas sobre a aplicação da técnica tanto em cirurgia plástica quanto em medicina regenerativa. Sob a coordenação do Prof. Dr. Alexandre Mendonça Munhoz, Coordenador do Setor de Cirurgia Plástica do Hospital Moriah, o workshop recebeu palestras do Prof. Dr. Adriano Caixeta (Terapia Celular em Doenças Cardiovasculares), Prof. Dr. Marco Demange (Estado Atual e Aspectos Legais e Regulatório de Células Mesenquimais no Brasil), Dra. Daniela Bueno (Estado Atual da Pesquisa com Células Tronco Mesenquimais e Métodos de Extração de Células Mesenquimais: Vantagens e Desvantagens) e Dr. Rodrigo Dornelles, que conduziu a discussão junto ao Dr. Alexandre Munhoz.

One S.T.E.P. Technique: a vanguarda em aspiração de gordura:
As técnicas tradicionais para tratamento do tecido adiposo (a lipoaspiração ultrassônica ou o laser comum), envolvem a raspagem e aspiração da gordura e costumam ser mais traumáticas. No caso do laser comum, a principal problemática é a dificuldade de aproveitamento da gordura extraída, por conta dos diferentes comprimentos de ondas emitidas e de como elas atingiam as estruturas adjacentes, destruindo tecidos e inutilizando a gordura.

No entanto, na One S.T.E.P. Technique, este problema deixa de existir. O laser passa a ser utilizado como ferramenta adicional para a extração do tecido adiposo e células mesenquimais. A gordura pode ser extraída, processada e reinjetada para tratar deformidades estéticas e em cirurgias reparadoras/reconstrutoras. Além disso, a recuperação pós-cirúrgica é muito mais rápida.

O Hospital Moriah é o primeiro complexo médico do Brasil a disponibilizar a técnica Selective Tissue Engineering Photostimulation. Este é o único laser do mundo com comprimento de 1.230 nanômetros, o que permite a passagem pelo tecido adiposo sem lesar a célula de gordura. Ele destrói o tecido conectivo preservando a integridade da gordura e permitindo que ela seja reaproveitada, por exemplo, em reconstruções mamárias, no preenchimento de rugas, na correção de deformidades de contorno, entre outros.

Inédito no país, o aparato foi desenvolvido por uma empresa de alta tecnologia brasileira e com experiência preliminar no Peru e nos EUA. O laser tem possibilidade de aplicação imediata no campo da cirurgia plástica como um todo e também em outras áreas, como a medicina regenerativa.

O uso do tecido adiposo na medicina regenerativa tem encontrado grande crescimento em todo o mundo. Isso porque a gordura contém células mesenquimais (células-tronco), que possuem alta capacidade pluripotente e se reproduzem e repopulam estruturas lesionadas do corpo. Um dos possíveis usos do laser é, por exemplo, na ortopedia, em cirurgias artroscópicas de joelho. Após extraídas da gordura, as células são purificadas e inseridas na cartilagem lesionada, proporcionando uma cicatrização rápida e efetiva da lesão.

Diversas áreas médicas podem se beneficiar da aspiração de gordura corporal pela One S.T.E.P. Technique e sua consequente utilização para extração de células mesenquimais. Pacientes com queimaduras graves, traumas, osteomielite, feridas complexas e crônicas, úlceras varicosas, fraturas ósseas, doenças cardiovasculares, entre tantos outros quadros clínicos.

Evento Lipoaspiração a Laser no Moriah
Da esquerda para direita: Sra. Luciana Almeida, Prof. Oscar Ramirez, Dr. Alexandre Teruya, Prof. Patricio Centurion, Dra. Daniela Bueno, Dr. Rodrigo Dornelles e Dr. Alexandre Munhoz.

Cirurgia Ortopédica

Os Avanços na Cirurgia Ortopédica

Segurança, diminuição de complicações e uma recuperação mais rápida.

Novas tecnologias e centros de referência surgem para otimizar tratamentos e humanizar o atendimento de pacientes.

Unir a segurança do paciente ao conhecimento científico, à experiência e à busca contínua por inovações no segmento da assistência hospitalar fazem parte do trabalho das equipes médicas e de todo o corpo assistencial
do Hospital Moriah.

 

EQUIPE DE ORTOPEDIA DO HOSPITAL MORIAH. A partir da esquerda: Dra. Juliana Doering (Cirurgia de Pé, CRM 144.528); Dr. Alvaro Baik Cho (Cirurgia de Mão, CRM 87.055); Dr. Alexandre Povoa Barbosa (Cirurgia de Ombro, CRM 90.739); Dr. Marco Aurélio Silvério Neves (Cirurgia de Quadril,CRM 90.831); Dr. André Toraso Yamazaki (Cirurgia de Mão, CRM 90.750); Dr. Maurício Povoa Barbosa (Cirurgia de Pé, CRM 87.166) e Dr. Marco Demange (Cirurgia de Joelho, CRM 100.483).

 

A instituição, que surgiu com a proposta de resgate dos valores de acolhimento e humanização, sedimentados nas boas práticas de hospitalidade, investe em inovações tecnológicas que, aliadas a protocolos institucionais, proporcionam ainda mais segurança ao paciente, diminuição de complicações e uma recuperação mais rápida e tranquila após os procedimentos.

O Hospital, localizado em Moema, São Paulo, é especializado em técnicas cirúrgicas minimamente invasivas em diversas especialidades. Na área de ortopedia, o destaque fica por conta das cirurgias de quadril, joelho e tornozelos, realizadas em Centros de Excelência que envolvem equipes multidisciplinares e tratamentos integrados.

 

RECUPERAÇÃO MENOS DOLOROSA EM CIRURGIAS DO QUADRIL

Os quadris são articulações fortes e estáveis, mas quando há um desequilíbrio entre a carga que eles suportam e a capacidade dos músculos e ossos de absorvê-la, ocorrem as lesões.

“As lesões são separadas em dois grupos: aquelas que são causadas lentamente por um desgaste progressivo (degenerativas) e aquelas que acontecem abruptamente após um evento específico (lesões inflamatórias ou traumáticas). Certas condições, como osteoartrose e osteoporose, comuns em adultos mais velhos, podem afetar a saúde dos quadris. Para jovens e atletas, praticar esportes como corrida e atividades com saltos também podem levar a sobrecarga do quadril com consequentes lesões musculoesqueléticas, como a tendinite e bursite, além da disfunção chamada impacto femoroacetabular (IFA)”, comenta o especialista em cirurgia do quadril, Dr. Marco Aurélio Silvério Neves (CRM 90.831).

A técnica minimamente invasiva não corta a musculatura e respeita a anatomia dos nervos, vasos e tendões. Esse quadro é fundamental para uma recuperação menos dolorosa e mais ágil, com redução bastante considerável de possíveis complicações em comparação às técnicas tradicionais.

Entre os principais benefícios da intervenção cirúrgica em quadris estão a diminuição da dor pós-operatória, a redução do tempo de reabilitação, o encurtamento do tempo de permanência no hospital, menor perda de sangue - afastando o risco de tromboses. Além da melhora na estabilidade do quadril, tornando mínimo o risco de luxação e a limitação de movimentos
no período pós-operatório. Além disso, a possibilidade de mancar após a intervenção é reduzida, e é possível dirigir tão logo o paciente já não esteja mais sentindo dor e esteja com um bom controle de suas pernas, conforme avaliação e indicação do cirurgião.

 

ARTROPLASTIA DE JOELHO MENOS INVASIVA

As novas cirurgias para os problemas dos joelhos são menos invasivas do que no passado, permitindo uma reabilitação mais tranquila e resultados funcionais cada vez melhores. “As lesões de ligamento ocorrem de forma abrupta, enquanto a maior parte das lesões de cartilagem e artrose ocorrem de forma progressiva.

As lesões de cartilagem podem evoluir para artrose num período relativamente curto de tempo, principalmente se não forem tratadas numa fase mais inicial. A lesão do ligamento cruzado anterior é uma das lesões mais frequentes, assim como as mencionadas acima”, destaca o ortopedista e cirurgião de joelho, Dr. Marco Demange (CRM 100.483).

Conhecido como artroplastia de joelho, o procedimento é indicado para casos de artrites e lesões severas, que causam grande desconforto, dores e, em estágios mais avançados, prejudicam e limitam os movimentos das articulações. A abordagem é indicada quando outros tratamentos e procedimentos ortopédicos não foram suficientes para restaurar a integração das cartilagens e ossos do joelho.

O procedimento consiste na remoção dos tecidos cartilaginosos comprometidos e implantação de próteses, totais ou parciais, que são fixadas junto aos ossos, substituindo partes comprometidas das articulações.

 

LESÕES E FRATURAS

Há inúmeras maneiras de se lesionar ou fraturar algumas partes do corpo. O pé e o tornozelo são considerados duas das áreas mais delicadas e expostas do corpo humano. Além da sobrecarga – devido ao peso corporal - e do desgaste, consequência dos movimentos repetitivos, essas regiões apresentam outros problemas que são motivos de queixa constante dentro dos consultórios médicos.

A entorse do tornozelo, Hálux Valgus (Joanetes) e as inflamações tendíneas (tendão de Aquiles, tendões Fibulares e tendão Tibial Posterior) são os problemas mais comuns. De acordo com o ortopedista Dr. Maurício Povoa Barbosa (CRM 87.166), o tratamento para lesões de cartilagem avançou muito na última década. “Hoje, já é possível usar células progenitoras (concentrado de medula óssea) retiradas do próprio paciente. Além disso, a prótese de tornozelo já é uma realidade no Brasil, com fornecedores autorizados pela ANVISA”.

As cirurgias minimamente invasivas como, Artroscopias, Cirurgias Endoscópicas de Tendões e Fáscia Plantar, entram como opções para a reconstituição desses membros. Os procedimentos proporcionam a correção de deformidades, alongamentos ósseos com emprego de fixadores externos, entre outros.

Além disso, a instituição também disponibiliza o Centro Especializado em Lesões da Dança, que oferece procedimentos clínicos e cirúrgicos avançados para lesões, contusões e quaisquer condições que possam interferir na carreira dos bailarinos. “O diagnóstico prematuro e preciso é de extrema importância para evitar possíveis traumas ou sequelas que possam prejudicar não só a precisão dos movimentos durante uma performance, mas também evitar desgastes, dores e desconfortos que comprometam a qualidade de vida”, afirma a ortopedista do Hospital Moriah, Dra. Juliana Doering (CRM: 144.528).

 

RECUPERAÇÃO MAIS RÁPIDA

As cirurgias minimamente invasivas nos quadris trazem uma série de vantagens em relação aos procedimentos convencionais. Veja aqui:

- Menor risco de lesões musculares;
- Menos perda de sangue;
- Cicatrizes menores;
- Redução significativa de tempo de internação hospitalar;
- Menos dor no pós-operatório;
- Rápido retorno à rotina;
- Perspectiva de caminhar com muletas imediatamente após a cirurgia.

FONTE: MINIMALLY INVASIVE TOTAL HIP ARTHROPLASTY: ANTERIOR APPROACH; F. RACHBAUER; ORTHOPÄDE, 2006 JUL;35(7):723-4, 726-9. WHAT‘S NEW IN HIP ARTHROPLASTY; MH HUO ET AL; JBJS AM; 2005 SEP, 87(9):2133-46.


Sistema Robótico Da Vinci XI

Moriah promove evento sobre as inovações do Sistema Robótico Da Vinci XI

As inovações e diferenciais do sistema robótico da Vinci Xi foram tema de evento realizado no dia 02 de dezembro no Hospital Moriah.

O Auditório da instituição recebeu profissionais da saúde para uma discussão sobre as novidades da plataforma robótica. Aspectos da curva de aprendizado para os cirurgiões que operam com a tecnologia e a anestesia em cirurgia robótica também estiveram na pauta do evento.

Os convidados também puderam acompanhar uma cirurgia ao vivo, transmitida do Centro Cirúrgico do Moriah, de Gastroplastia Robótica com a cirurgiã Dra. Ana Olga Nagano Gomes Fernandes. O Hospital também transmitiu um vídeo com a gravação da primeira cirurgia de Colecistectomia via Single Site da América Latina realizada com o robô da Vinci Xi.

 


cirurgias bariátricas

Série Jornal da Record: conheça as novidades nas cirurgias bariátricas

A cirurgia de redução de estômago existe há mais de 60 anos para tratar obesos. Mas, ao longo de todo esse tempo, os médicos descobriram novas aplicações para esse procedimento. Hoje, estudos mostram que diabetes e hipertensão em grau de risco para o paciente são indicações para operação e as técnicas deram um salto com a ajuda da tecnologia.


Colecistectomia

Moriah realiza a primeira Colecistectomia single site da América Latina com Robô Da Vinci Xi

Na segunda-feira, 27 de novembro, a Dra. Ana Olga Nagano Gomes Fernandes juntamente com sua equipe e o suporte do Hospital Moriah realizaram a primeira Colecistectomia single site para retirada da vesícula.

A cirurgia é minimamente invasiva, agride menos a parede abdominal e reduz as possibilidades de complicações. Além disso, o procedimento não altera a estética do paciente, pois é feito por uma única incisão - através do umbigo. É a primeira vez que o Robô Da Vinci Xi participa deste procedimento.

O robô apresenta uma qualidade de imagem muito melhor (comparado com as versões anteriores), instrumentos mais delicados e uma série de tecnologias adicionais: selador de vasos, fluorescência, inversão automática de câmera, docking guiado por laser, grampeadores automáticos, etc.


máquinas ultra avançadas

Brasil conta com robôs e máquinas ultra avançadas que curam e levantam autoestima das pessoas

Brasil conta com robôs e máquinas ultra-avançadas que curam e levantam autoestima das pessoas

Às vezes, a gente não se dá conta de como o avanço científico, principalmente na medicina, muda pra melhor a nossa vida.


Câncer de próstata

Câncer de próstata: cuidados preventivos de rotina devem começar por volta dos 45 anos

Cerca de 10% dos homens com 50 anos, 30% com 70 anos e 100% dos que chegarem aos 100 anos de idade terão câncer de próstata. Glândula responsável por nutrir os espermatozoides, a próstata passa a ser o centro das atenções após os 45 anos de idade, fase em que os cuidados com o órgão precisam ser redobrados.

No entanto, esse é um assunto que ainda configura certo tabu entre o público masculino. O exame de toque, que dura apenas alguns segundos e pode ser o grande divisor de águas entre um diagnóstico precoce com altas chances de cura e a detecção de um tumor já em fase avançada, apesar de ser cercado de mitos e preconceitos, felizmente tem sido procurado cada vez mais. Além do toque, outros recursos também são utilizados, como os exames de sangue e de imagem.

As chances de cura são de 80% a 90%; para tumores detectados precocemente. Quando o câncer é detectado em estágio avançado, essas chances diminuem para 10% a 20%.
Robótica a favor da cura.

Nos casos em que o tumor já está instalado e nos quais a cirurgia já possui indicação, a prostatectomia robótica é uma das grandes aliadas na remoção do câncer. Dados mais recentes, presentes em dois estudos a respeito do assunto publicados em 2010 pelo Dr. Michael Zelefsky, do Memorial Sloan Cancer Center de Nova York e pelo Dr. Matthew Cooperberg, da Universidade da Califórnia, demonstraram que o risco de morte por câncer foi de 2,2 a 3 vezes menor em pacientes tratados com cirurgia.

A prostatectomia robótica, que utiliza a precisão e a característica minimamente invasiva dos procedimentos executados com o auxílio do robô, é uma das grandes ferramentas disponíveis hoje para a remoção dos tumores. Por meio da prostatectomia - executada no Hospital Moriah com o robô Da Vinci Xi, o mais moderno da América Latina e único exemplar do Brasil - o paciente enfrenta menor desconforto pós-operatório e conta com uma recuperação mais rápida.

A utilização da técnica robótica proporciona ao cirurgião melhor visão dos órgãos abdominais e movimentação mais suave dos instrumentos cirúrgicos, o que possibilita uma retirada mais segura do tumor com um risco bastante reduzido de lesão dos nervos e músculos adjacentes à glândula.

A prevenção ainda é a melhor opção em direção à cura. A recomendação é clara: homens com mais de 40 anos e que tenham casos de câncer prostático na família e com mais de 45 anos que não possuam histórico familiar devem procurar o urologista para consulta de rotina.


cirurgia tatuagem 270x180 1

Cirurgia, tatuagem e mais

Enfrentar um câncer de mama não é fácil e a luta contra a doença pode abalar a autoestima da mulher. Mas atualmente há uma lista de opções para essas mulheres recuperarem a confiança e o prazer de se olharem no espelho

O câncer de mama é o segundo tipo que mais afeta as mulheres do Brasil e do mundo, perdendo só para o de pele não melanoma, segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer José de Alencar). A doença tem tratamento, principalmente se descoberta no começo, mas geralmente é um mal que mexe com a autoestima da mulher.

Cuidar de um câncer de mama envolve procedimentos como quimoterapia e cirurgias como a mastectomia , que é a retirada completa ou parcial da mama. Tudo isso pode abalar a confiança da mulher e tornar até o ato de se olhar no espelho algo árduo durante a batalha contra a doença e depois.

Mas atualmente as mulheres encontram opções para fazer após a mastectomia que vão desde a reconstrução do seio até tatuagens que imitam o mamilo ou criam desenhos no corpo. Não fazer a reconstituição também é uma opção. Veja o que dizem especialistas de diversas áreas:

1. Cirurgia reconstrutora

As mulheres podem fazer cirurgia para reconstruir os seios
shutterstock

As mulheres podem fazer cirurgia para reconstruir os seios

É possível fazer a reconstrução total da mama. De acordo com o Alexandre Mendonça Munhoz, coordenador do setor de cirurgia plástica e mama do Hospital Moriah, essa cirurgia geralmente envolve três fases principais, com cada etapa tendo um objetivo diferente. A primeira fase está relacionada ao tratamento oncológico do câncer  - quimioterapia e radioterapia - e é realizada em conjunto com a mastectomia. “Nesta etapa o objetivo principal é a construção do volume local e a reparação da pele retirada na cirurgia do câncer”, explica o médico.

Alguns meses depois da primeira etapa e habitualmente após o completo tratamento oncológico, começa a segunda fase, que consiste na simetrização da outra mama com técnicas de redução, suspensão ou aumento com prótese de silicone.

Na última fase, feita alguns meses após a segunda, é realizada a reconstrução da aréola e papila.

O médico explica que o resultado estético da cirurgia depende de vários fatores como o tamanho do tumor, a extensão da cirurgia do câncer, a técnica utilizada para fazer a reconstrução, a anatomia da paciente e a necessidade de radioterapia pós-operatória.

Os resultados são mais satisfatórios nas cirurgias em que não há aplicação de radioterapia e são utilizadas próteses de silicone com volumes médios, além do enxerto de gordura. Nestes casos, a mama pode apresentar uma aparência muito próxima ao que era antes da cirurgia e com cicatrizes reduzidas.

“Na presença de tumores maiores e com necessidade de retirada de mais pele, ou na presença de radioterapia, os resultados estéticos são mais limitados quando comparados às cirurgias de preservação de pele”, afirma o médico. “Todavia ainda apresentam-se bem satisfatórios e com impacto positivo na qualidade de vida e na imagem corporal da mulher”.

2. Desenho do mamilo

Tati desenha aréolas nas mulheres que passaram pela mastectomia
Reprodução/Facebook/Reviva

Tati desenha aréolas nas mulheres que passaram pela mastectomia

Em alguns casos, a mulher recontruiu a mama cirurgicamente, mas acabou ficando sem a aureola depois dos procedimentos. Um desenho feito com tatuagem é uma opção. Tati Stramandinoli, tatuadora que coordena o projeto Reviva, utiliza a técnica da "micropigmentação paramédica" para imitar a aréola  de suas clientes. Ela explica que é feito um desenho semelhante a outra aréola - se a mulher possuir uma, já que em alguns casos ela teve câncer nas duas mamas e precisou retirá-las.

Ao longo do tempo, pode ser que a mulher tenha que retornar ao estúdio para retocar. “Após uns 15 dias eu peço para a pessoa entrar em contato comigo para eu saber se vai precisar de retoque. E depois de um ano ou dois é necessário fazer novamente. Não vai sair completamente mas podem aparecer algumas falhas ou ter um clareamento”, explica Tati.

Segunda a tatuadora, a autoestima das mulheres muda bastante após o procedimento porque muitas delas não sentiam vontade de se olhar no espelho: “Quando elas se vêem com a aréola novamente é uma mistura de alegria, alívio e gratidão. É bem legal”.

Em seu estúdio em São José dos Campos, no interior de SãoPaulo, Tati oferece esse serviço gratuitamente a mulheres que passaram pela mastectomia por causa do câncer de mama. Além dela, outros tatuadores também fazem esse procedimento que pode devolver a confiança para as mulheres em diversas cidades do Brasil e muitos também um trabalho social como o de Tati.

3. Tatuagens artísticas

Fazer tatuagem nos seios também é uma opção para mulheres que tiveram câncer de mama
Reprodução/Facebook/Reviva

Fazer tatuagem nos seios também é uma opção para mulheres que tiveram câncer de mama

Tati também atende um outro público, o de mulheres que decidem inovar na hora de fazer a tatuagem e optam por um desenho mais artístico. Segundo a tatuadora, ela e a cliente conversam para conceber o desenho que combine com a personalidade e gosto da mulher, que pode ou não ter feito a cirurgia reconstrutora. Algumas, como diz Tati, usam tatuagem para esconder as cicatrizes. Ela fala que tem clientes que não usavam mais blusinhas depois do câncer, por exemplo, porque não queriam exibir as marcas na pele, mas que agora se sentem a vontade e confiantes com os desenhos nos seios.

É o caso da britânica Michelle Cole, que decidiu tatuar um top em seus seios para comemorar sua recuperação do câncer de mama, doença que matou sua mãe e sua irmã. A ideia surgiu quando Michelle viu algumas tatuagens inspiradoras de outras mulheres que tinham passado pela mastectomia após o câncer. "É um pouco diferente e uma ótima maneira de celebrar meus seios, cinco anos após o câncer", disse a mulher ao jornal "Daily Mail".

Michelle Cole fez tatuagem em seus seios após se curar do câncer de mama
Reprodução/Daily Mail

Michelle Cole fez tatuagem em seus seios após se curar do câncer de mama

A primeira vez que ela mostrou sua tatuagem foi durante uma viagem, na Espanha, em junho deste ano. "Fiz topless na piscina do hotel e outros turistas confundiram minha tatuagem com um biquíni", conta. A tatuagem a deixou tão orgulhosa que ela exibe para todos que querem ver. "Eu apenas comecei a tirar minha camiseta e as pessoas ficam maravilhadas quando descobrem que eu tenho uma tatuagem, não um sutiã", fala a mulher ao jornal. Por causa da tatuagem, Michelle conta que virou uma grande atração nos lugares que frequenta.

4. Não fazer nada

Abandonar os sutiãs e não fazer nenhum procedimento estético também é uma opção para as mulheres
shutterstock

Abandonar os sutiãs e não fazer nenhum procedimento estético também é uma opção para as mulheres

É importante lembrar que a confiança e autoestima da mulher não deve ser determinada pela aparência dos seios e que está tudo bem não querer fazer um procedimento após uma mastectomia. Todas são lindas como são e devem se orgulhar por ter enfrentado o câncer de mama.

Fonte: Delas - iG @ https://delas.ig.com.br/comportamento/2017-10-31/cancer-de-mama-reconstrucao-seios.html


Privacy Preference Center