Hospital Moriah e Care Plus: sucesso na parceria, excelência no atendimento
Serviços exclusivos e áreas privativas já geram resultados na satisfação dos pacientes
Carinho, cuidado, atenção – isso é tudo o que uma pessoa deseja quando precisa de um serviço de saúde. Com cada vez mais protocolos e fluxos implementados, o grande desafio é fazer com que a medicina, ao passo em que aprimora sua qualidade, não se distancie da humanização.
Nesse quesito, o Hospital Moriah tem se diferenciado. Buscando a individualização e a personalização do seu atendimento, com cuidado carinhoso e se aproximando de valores que sempre marcaram a medicina tradicional, dos tempos em que era possível conhecer a fundo cada paciente, a instituição tem se tornado referência em cuidado ao bem mais precioso das pessoas, que é a vida.
Prova disso é a parceria com a Care Plus - operadora de saúde líder no segmento premium, com soluções em Medicina, Odontologia, Saúde Ocupacional e Prevenção -, que viu no Moriah uma excelente oportunidade de oferecer os cuidados que sempre deseja para seus clientes.
A criação de uma ala específica para os beneficiários da Care Plus tanto na urgência, quanto nos consultórios de especialidades, possibilita aos pacientes uma atenção diferenciada, acolhedora, privativa, segura e confortável, e ainda permite uma gestão de recursos mais sustentável, com acompanhamento de desfechos e contas, mitigação de desperdícios e tratamentos mais assertivos.
Como o Moriah oferece uma atenção completa, do diagnóstico à alta, colocou à disposição dos beneficiários da Care Plus um serviço de concierge para orientação, navegação e até mesmo resolução de trâmites, como autorizações, reembolsos, e agendamento de consultas e exames.
Quando a visão de transformar a medicina pela inovação e pela coragem de criar uma saúde mais positiva e humana se encontra ao propósito de ajudar as pessoas a viverem vidas mais longas, saudáveis, felizes e criar um mundo melhor, o que acontece é uma revolução, e ela é sentida de ponta a ponta, de dentro para fora, por quem mais importa: as pessoas.
Hospital Moriah lança clínica de dor
Serviço é voltado para pacientes com dor crônica de várias naturezas, condição que afeta cerca de 45% dos brasileiros
A dor crônica é aquela que persiste por mais de três meses, mesmo após a cicatrização de um tecido ou lesão. Diferente da dor aguda, que é um alerta do corpo para um dano recente (como uma fratura ou infecção), a dor crônica pode continuar mesmo sem uma causa evidente ou após a resolução da causa inicial.
Ela pode ser contínua ou acometer o paciente em determinadas situações e está mais ligada a doenças de base como a artrite reumatoide, fibromialgia, câncer, neuropatias, hérnias de disco e outros problemas de coluna.
A dor crônica pode afetar o bem-estar emocional, causar insônia, ansiedade, depressão e limitar atividades do dia a dia, sendo uma das principais causas de afastamento do trabalho.
Segundo uma pesquisa publicada no Brazilian Journal of Pain, uma média de 45% da população brasileira sofre com dores crônicas, sendo em sua maioria mulheres.
O tratamento geralmente exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo medicamentos, fisioterapia, psicoterapia e, em alguns casos, intervenções como bloqueios nervosos ou estimulação elétrica.
Além de receber pacientes que vêm indicados de outros especialistas médicos como ortopedistas, urologistas, ginecologistas e reumatologistas, a clínica recebe pacientes que dão entrada no pronto-atendimento com queixa de dor.
A clínica também é indicada para pacientes que já passaram por outros especialistas sem sucesso e atende por meio de convênios* e particular.
Mais alarmante nos Estados Unidos, o crescente consumo de remédios opioides desde a década de 1980 trouxe um grave problema para a população que é o abuso da substância, caracterizando naquele país uma verdadeira epidemia. O vício nos analgésicos causa dependência física e psicológica e prejudica a saúde, levando a overdose, depressão respiratória e morte. Do ponto de vista social, isola o indivíduo das relações familiares e compromete seu trabalho e produtividade.
Nos Estados Unidos particularmente, há muitos relatos de riscos financeiros associados ao alto custo dessas medicações levando inclusive à criminalidade, para sustentar o vício.
No Brasil, embora em menor escala, já há inúmeros relatos de pacientes em dependência dessa classe de analgésicos e que necessitam do apoio desta área de atuação da medicina, que trabalha também para eliminar o vício, buscando alternativas menos deletérias.
A Clínica da Dor do Moriah é composta por anestesistas que trabalham com a administração de remédios, procedimentos intervencionistas, como bloqueios e infiltrações e também com alternativas como acupuntura, terapia psicológica, apoio psiquiátrico e fisioterapia, sempre avaliando o paciente de forma multifatorial, evitando efeitos colaterais e buscando a melhor solução para uma vida de bem-estar.
Xixi sentado ou em pé? A batalha que chegou ao banheiro
A internet discute, a ciência opina e nós perguntamos tudo a um médico para acabar com a dúvida
Essa semana, a internet foi à loucura discutindo um tema que, à primeira vista, parece simples, mas que mexeu com o orgulho masculino: é melhor fazer xixi sentado ou em pé?
E não estamos falando só de conforto ou praticidade — alguns estudos apontam que, para os homens, urinar sentado pode ajudar a esvaziar melhor a bexiga, especialmente conforme a idade avança.
A polêmica ganhou combustível nas redes, com defensores da postura sentada destacando benefícios para a saúde urinária, menos respingos (aqui, as mulheres já começam a sorrir…) e até mais higiene no banheiro. Afinal, vamos combinar: tem muita parceira por aí que sonha em não ter que lembrar o companheiro de “mirar melhor” e deixar a tampa abaixada.
Já o time do “em pé” defende tradição, rapidez e a praticidade dos mictórios, além de dizer que mudar agora seria quase uma traição à masculinidade. O que ninguém discorda é que o assunto merece esclarecimento — e é aí que entra a opinião de quem entende do assunto: os médicos.
E, para nos ajudar a entender essa polêmica, o Dr. João Manzano, urologista do Hospital Moriah, me respondeu umas perguntinhas.
Perguntas para o médico especialista:
Urinar sentado realmente ajuda a esvaziar melhor a bexiga?
Resposta: Em homens saudáveis e jovens, em geral, a postura (em pé ou sentado) não altera significativamente a quantidade de urina que sobra na bexiga (resíduo pós-miccional).
No entanto, em homens com hiperplasia prostática benigna (HPB - próstata aumentada) ou outras obstruções, estudos mostram que urinar sentado pode melhorar o esvaziamento, reduzindo o resíduo e aumentando o fluxo máximo, porque a musculatura do assoalho pélvico e abdome relaxa mais nessa posição.
Essa postura pode prevenir problemas como retenção urinária ou infecções?
Resposta: Não existe evidência forte de que a postura sozinha previna doenças da próstata (como HPB ou câncer), mas, para quem já tem HPB ou sintomas urinários, urinar sentado pode facilitar o fluxo e reduzir o esforço, o que ajuda indiretamente a preservar a função da bexiga.
A posição influencia na força ou no fluxo do jato urinário?
Resposta: Em pé, normalmente, o jato tende a ser mais rápido e direto nos homens sem problemas urológicos. Já sentado, em alguns homens, especialmente com HPB, o fluxo pode ser mais constante e menos interrompido. A diferença depende mais da condição da próstata e da bexiga do que da postura em si.
Homens mais velhos ou com problemas urológicos têm recomendação diferente?
Resposta:
- Homens jovens e assintomáticos: postura é questão de preferência.
- Homens mais velhos ou com HPB/sintomas urinários: muitos urologistas recomendam experimentar urinar sentado para melhorar conforto e esvaziamento.
- Após cirurgias urológicas e em idosos, sentar pode reduzir risco de quedas e facilitar a micção.
E a questão da higiene e dos respingos — é relevante para a saúde ou só para a paz no lar?
Resposta:
- Em pé: maior chance de respingos e microgotículas
- Sentado: praticamente elimina respingos no chão e em superfícies próximas
- Estudos com luz UV mostram que a área de respingo ao urinar em pé pode se estender até 1 metro de distância.
Esse último aí já é um bom motivo pro macho fazer xixi sentado, não acha?
Encaminha esse texto pro homem que você conhece que é ruim de mira.
Beijos e até o próximo assunto.
Entrevista de Thaís Angelucci para o R7, publicada em 18 de agosto de 2025. Para verificar o conteúdo na íntegra, acesse: https://entretenimento.r7.com/vivaavida/prisma/meu-umbigo/xixi-sentado-ou-em-pe-a-batalha-que-chegou-ao-banheiro-18082025/
Saiba mais sobre a meningite
Uma dor de cabeça forte, febre alta e rigidez no pescoço. Esses podem ser os primeiros sinais da meningite, uma inflamação que atinge as membranas que envolvem o cérebro e pode ser fatal. A médica infectologista Marcela Bandeira, do Hospital Moriah, revelou ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo Domingo Espetacular - Record TV), quais são os sintomas que você nunca deve ignorar e porque a vacina é a melhor aliada na prevenção dessa doença que pode ter uma evolução assustadora. Fique ligado e proteja-se!
https://www.youtube.com/watch?v=SxmUeWOoE1M
Pulmão de pipoca: a doença respiratória silenciosa
Você já ouviu falar em pulmão de pipoca? O nome curioso se refere a uma condição grave: bronquiolite obliterante, uma doença respiratória rara que pode ser causada pela exposição prolongada ao diacetil, substância presente em aromas artificiais. A médica Yáskara Duarte Assis, pneumologista do Hospital Moriah, explicou ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo Domingo Espetacular - Record TV) que a doença causa inflamação e obstrução dos bronquíolos, levando a sintomas como falta de ar, tosse seca e chiado no peito. Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=CW869arcTWA&t=2s
Celulite facial: entenda riscos e sintomas da infecção bacteriana
A jornalista Adriana Perroni surpreendeu a todos ao compartilhar a sua experiência com a celulite facial: a infecção bacteriana nas camadas mais profundas da pele levou a jornalista à internação para tratamento com antibióticos. Para entender essa condição, o programa Fala Brasil (Record TV) conversou com a infectologista do Hospital Moriah, Dra. Marcela Bandeira. A médica explicou que os sintomas incluem vermelhidão e dor local, e febre indica a necessidade de atendimento médico imediato. Além disso, sem tratamento, a infecção pode levar a complicações graves, como sinusite ou meningite bacteriana. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=O7M4omUOII4
Mais de 40% dos brasileiros têm colesterol elevado, segundo SUS
No Dia Mundial de Combate ao Colesterol (08 de agosto), o SUS faz um alerta: mais de 40% dos brasileiros têm colesterol elevado e metade deles não sabe. O descontrole é uma condição silenciosa e arriscada para a saúde, como enfatiza o Dr. Álvaro Paiva Oliveira, cardiologista do Hospital Moriah, ao Jornal da Record (Record TV). Saiba mais na reportagem!
https://www.youtube.com/watch?v=WrzEOsZERvQ
Ortopedista fala sobre dores nas costas
Recentemente, os jogadores Yuri Alberto (Corinthians) e Vitor Roque (Palmeiras) sofreram com dores nas costas, na região lombar. Mas este tipo de dor não é uma exclusividade dos atletas de alta performance. Dados apontam que 8 a cada 10 pessoas sentirão algum tipo de dor na coluna ao longo da vida. O Esporte Record (Record TV) falou sobre o assunto com o ortopedista do Hospital Moriah, Dr. Guilherme Pajanoti, e foi às ruas bater um papo com os brasileiros que trabalham carregando cargas excessivas. Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=BuGkzd2ToPE
Saiba mais sobre a vasculite
A vasculite é uma inflamação dos vasos sanguíneos que pode comprometer a circulação e afetar órgãos como pulmões, rins, pele e cérebro. Para entender as causas, sintomas e o tratamento da doença, o quadro "O Hospital Responde", produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), conversou com o médico Marcos Barros, cirurgião vascular do Hospital Moriah. Acompanhe!
https://www.youtube.com/watch?v=k5kEzFmaHyM
Saiba mais sobre o câncer de pâncreas
O câncer de pâncreas é um dos mais agressivos e difíceis de serem diagnosticadas precocemente. Os sintomas mais comuns incluem dor abdominal, perda de peso e coloração amarelada da pele. Ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), o médico Dácio Quadros Netto, oncologista do Hospital Moriah, falou sobre o assunto. Acompanhe!
https://www.youtube.com/watch?v=rQb2T_utVcE









