Começou o Outubro Rosa e todos os olhares são para a incidência cada vez maior de casos.

Entretanto essa alta incidência é um aumento de casos devido às várias mudanças ambientais e comportamentais das mulheres, ou estamos fazendo mais diagnósticos – e mais precoces, felizmente?

Ambas as respostas são corretas. Se por um lado todas as mulheres tiveram seus riscos aumentados, por menstruarem mais ao longo da vida e terem menos filhos, consequentemente amamentando menos, por outro lado, fatores ambientais como clima, alimentação, estresse e vida mais sedentária, contribuíram para o aumento de casos.

O câncer de mama ganhou vários aliados de peso como a disseminação da informação e todo o arsenal de medicamentos e tratamentos, mas ainda o grande “herói” é o diagnóstico precoce, possível com a mamografia.

Realizar anualmente a mamografia a partir dos 40 anos garantiu a milhões de mulheres um seguimento menos traumático e com mais chances de cura total.

Mas para a mastologista do Hospital Moriah, Priscila Vilella, é importante lembrar que bem antes dos 40, ao 20 e poucos anos, a mulher já precisa estar habituada às rotinas de saúde, conhecendo o seu corpo e fazendo o auto-exame, e pode-se sugerir o ultrassom de mamas, conhecendo os riscos genéticos de sua família e se atendo aos hábitos saudáveis.

Top Five das mulheres no outubro rosa:

  1. se tem mais que 40 e ainda não fez esse ano, agende sua mamografia;
  2. se tem menos de 40, faça sua consulta com o ginecologista e peça a ultrassonografia das mamas;
  3. se não tem o hábito de examinar suas mamas no banho ou passando creme, acrescente isso na sua vida – e não esqueça de apalpar as axilas também;
  4. conhece todos os casos de câncer de sua família? Pergunte, investigue;
  5. elimine os hábitos danosos como fumar, exagerar na bebida alcoólica, ser sedentária.

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