Hospital Moriah e Care Plus implementam novo modelo de atendimento para pacientes em São Paulo
Uma parceria entre o Hospital Moriah e a operadora Care Plus está promovendo
inovações no atendimento a pacientes em São Paulo. O serviço inclui um
profissional dedicado à comunicação entre pacientes e equipes médicas,
agilizando autorizações. Áreas exclusivas foram criadas para beneficiários da
operadora. A partir de novembro/2025, será oferecido um serviço de check-up
que permite realizar exames e consultas em um único dia com acompanhamento
de enfermeiro. Saiba mais na reportagem da Record TV!
Médica tira dúvidas sobre o câncer de mama
Ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), a mastologista Dra. Roberta Miziara, do Hospital Moriah, esclarece os principais sinais e fatores de risco do câncer de mama, como nódulos, alterações na pele da mama, secreções pelo mamilo e histórico familiar. A médica também explica como o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico podem fazer toda a diferença no tratamento. Confira!
https://youtu.be/224yvxDsqf4
Dor: é um sintoma ou uma doença?
Forma como o paciente com dor é visto tem mudado, para melhor, a partir dos avanços farmacêuticos e dos estudos sobre a dor crônica
Se existe uma coisa que todo mundo conhece é dor. Certo dia, estava com meu filho de cinco anos vendo o álbum de fotos do dia do nascimento dele. Ao ver uma foto dele chorando, logo que saiu da minha barriga, ele me perguntou: “Mamãe, sabe por que eu estava chorando? Porque dói muito nascer!”
Hoje em dia, ao lidar com pacientes com dor penso em como meu filho estava cheio de razão.
Raramente vamos encontrar um indivíduo que não tenha sentido dor ao longo da sua vida, seja forte ou fraca, fugaz ou longa, aguda ou crônica. É quase como dizer que viver dói. Andar sobre dois apoios, ficar sentado por horas, praticar esportes demais, praticar exercícios de menos, envelhecer... Para que o ser humano vai sentir dor em algum momento ou, para uma parcela da população, pelo resto da vida.
No ambiente hospitalar, a dor é vista como um sinal vital. É tão importante quanto a frequência cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória e temperatura.
Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 40% dos brasileiros sofrem de dor crônica – a dor que persiste por mais de três meses. Além dos impactos pessoais, como perda da capacidade laboral, perda da possibilidade de certas interações sociais, sofrimento físico e psíquico, há uma série de prejuízos econômicos que vão do absenteísmo aos gastos com atendimentos médicos, perícias e até despesas jurídicas.
Felizmente, a forma como o paciente com dor é visto tem mudado, para melhor, a partir dos avanços farmacêuticos e dos estudos sobre a dor crônica.
No ambiente ambulatorial, a dor crônica não é mais um sintoma e sim uma doença. E o paciente com dor crônica deve ser acompanhado da mesma forma que o indivíduo com hipertensão arterial, diabetes ou qualquer outra doença crônica.
Ela é entendida como resultado de alterações complexas no sistema nervoso, que mantêm a sensação dolorosa mesmo após a resolução da causa inicial. Esse novo olhar reforça a necessidade de uma abordagem multidisciplinar para o tratamento, envolvendo não só os medicamentos, mas também fisioterapia, psicoterapia e estratégias de autocuidado. Segundo a International Association for the Study of Pain, a dor crônica é definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável – ou seja, bastante individual.
A experiência da dor crônica é tão única e particular, que diferentes pessoas, com os mesmos relatos e condições clínicas, vivenciam níveis variados de intensidade e impacto. Essa variação torna os planos de tratamento bastante personalizados e o médico da dor só consegue um gerenciamento eficaz se estiver aberto para a multidisciplinariedade e até mesmo, às crenças do próprio paciente.
O lado bom é que passamos a entender este paciente. Investigar a causa da dor ou apenas buscar o alívio pode depender muito mais da relação que estabelecemos durante as consultas do que se pensa.
Sem isso podemos até caminhar para a situação em que se encontram países onde a dependência de analgésicos é um grave problema social.
Diante da enorme oferta de analgésicos é importante saber qual é o mais indicado para aquela pessoa e aquela história. Além disso, ser um “médico da dor” é acompanhar cada efeito colateral possível e evitá-lo.
Essa “nova-velha” doença chamada dor precisa de médicos com uma postura flexível, de olho nas novas tecnologias e nas velhas terapias, com uma atitude ativa para caminhar junto com o paciente para uma série de mudanças de hábitos, mas também passivo o suficiente para a escuta. Sempre em busca da integralidade, mas ao mesmo tempo, com acesso à inovação.
Por Carolina Baeta, anestesiologista e médica da Clínica de Dor do Hospital Moriah, diretora de eventos da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo e presidente do Núcleo de certificação em ecocardiografia intra-operatória da Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Artigo publicado em 09 de outubro de 2025 na coluna “Letra de Médico”, da Revista Veja. Para verificar o conteúdo na íntegra, acesse: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/dor-e-um-sintoma-ou-uma-doenca/
Crédito da imagem: GI/Getty Images – Reprodução Coluna “Letra de Médico”, portal Veja (Editora Abril)
Síndrome das pernas inquietas: conheça as causas, sintomas e soluções
A Síndrome das Pernas Inquietas é um distúrbio neurológico que afeta milhões de pessoas e pode prejudicar seriamente a qualidade do sono e da vida. A neurologista Dra. Annelise Higa, do Hospital Moriah, explica como reconhecer os sinais da condição, quais são os principais sintomas e como é feito o diagnóstico. Ela também fala sobre os tratamentos disponíveis e como buscar ajuda médica para melhorar seu bem-estar. Confira em "O Hospital Responde", quadro produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV).
https://youtu.be/J1oVhrUTY40
Oncogenética: o que seus genes dizem sobre o câncer?
Alguns tipos de câncer, como o de mama, de ovário e de intestino, podem ser hereditários, ou seja, podem ser passados de geração para geração. O quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) convidou o médico Dr. Hélio Pinczowski, oncologista do Hospital Moriah, para explicar como funcionam os testes oncogenéticos, utilizados na detecção precoce de diversos cânceres e que podem até mesmo salvar vidas. Confira!
https://youtu.be/xNUrScLc-u4
Menopausa: mitos, verdades e soluções para viver melhor
O quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) convidou a ginecologista Dra. Carolina Ambrogini, do Instituto da Menopausa do Hospital Moriah, para esclarecer os principais sintomas dessa fase. Alguns deles são: ondas de calor, insônia, irritabilidade, perda de libido e ressecamento vaginal. Ela também explicou como cada mulher pode encontrar o tratamento mais adequado para seu caso. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=tSBvVP_wxt0
Uso de radiofrequência revoluciona o tratamento de pacientes com câncer de pâncreas
O uso pioneiro da radiofrequência tem revolucionado o tratamento de pacientes com câncer de pâncreas. A técnica usada pelo Hospital Moriah, em São Paulo, dispensa a necessidade de cirurgia tradicional e o paciente tem alta no dia seguinte. Confira na reportagem do Jornal da Record (Record TV).
https://www.youtube.com/watch?v=ND4dMSSMcpU
Entenda a síndrome do ombro congelado
A síndrome do ombro congelado é uma condição que causa dor intensa e limitação nos movimentos da articulação. O quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) convidou o ortopedista do Hospital Moriah Dr. Wagner Minoru para explicar o problema, (também conhecido como capsulite adesiva) que pode surgir após lesões, cirurgias ou até de forma espontânea, e costuma afetar principalmente mulheres acima dos 40 anos. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=5v7lkil3gVo
Colonoscopia: prevenção que salva vidas
A colonoscopia é um exame essencial para a detecção precoce de doenças do intestino, como pólipos e câncer colorretal. Ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), o médico Otávio Micelli, do Hospital Moriah, explica como o exame é realizado, quem deve fazê-lo e por que ele é tão importante para a saúde. Entenda os cuidados necessários antes e depois do procedimento, e veja como a medicina preventiva pode transformar vidas. Assista e tire suas dúvidas sobre esse exame que pode fazer toda a diferença no seu futuro.
https://www.youtube.com/watch?v=D-MgDdAVpUM
Câncer de pele: tudo o que você precisa saber
O quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) convidou o oncologista Dr. Hélio Pinczowski, do Hospital Moriah, para esclarecer de forma clara e acessível o câncer de pele: quais são os tipos mais frequentes — como o carcinoma basocelular, o espinocelular e o melanoma — e como a detecção precoce pode fazer toda a diferença no tratamento. Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=qq_6bOh1su0







