Pesquisa clínica: o caminho da ciência para salvar vidas
A pesquisa clínica é uma das principais ferramentas da medicina moderna para validar novos tratamentos e garantir a segurança de medicamentos e vacinas. O médico Hélio Pinczowski, oncologista do Hospital Moriah, detalha como esses estudos são conduzidos, sua relevância para a saúde pública e o papel dos voluntários nesse processo. Confira no quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) e entenda como a ciência transforma conhecimento em cuidado.
https://www.youtube.com/watch?v=DaYsi6-G1c0
O que é demência frontotemporal?
A demência frontotemporal é uma condição neurodegenerativa progressiva, sem cura, e frequentemente confundida com problemas emocionais ou de relacionamento. Ao quadro "O Hospital Responde"(produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), o neurologista Cássio Lacerda, do Hospital Moriah, explica as principais diferenças entre a demência frontotemporal e o Alzheimer — e como essa condição vai muito além da perda de memória. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=1qX0skXNOpw
Blefaroplastia: conheça os riscos da cirurgia plástica mais realizada no mundo
A busca por um olhar mais jovem e natural colocou o procedimento blefaroplastia como o mais realizado no mundo - sendo popular entre 1,5 milhão de pessoas por ano. A cirurgia plástica remove o excesso de pele e as bolsas de gordura da região dos olhos e tem ganhado destaque. O Domingo Espetacular (Record TV) convidou o Dr. André Perez Pontes, cirurgião plástico do Hospital Moriah, para comentar o procedimento, os riscos em torno dele e cuidados a serem tomados.
https://www.youtube.com/watch?v=mW9IYSwyfj4
Entenda os benefícios da cirurgia cardíaca robótica
Com o avanço da tecnologia, a medicina cardiovascular entra em uma nova era. A cirurgia cardíaca robótica tem revolucionado procedimentos complexos, oferecendo mais segurança, menor tempo de recuperação e resultados mais precisos. O médico Robinson Poffo, cirurgião cardíaco do Hospital Moriah, explicou ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) como funciona o sistema robótico e quais são os principais benefícios para os pacientes. Acompanhe!
https://www.youtube.com/watch?v=1fsLGZWN__A
Celulite facial: sintomas, riscos e tratamento
A celulite facial é uma infecção bacteriana grave que afeta o rosto e pode trazer sérias complicações se não for tratada rapidamente. Ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), a médica infectologista do Hospital Moriah, Dra. Marcela Bandeira, explica como essa doença se manifesta, os riscos envolvidos e como é feito o tratamento. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=kXJ6cqDrPeM
Pneumonia silenciosa: o perigo que se esconde nos sintomas leves
Ao contrário da pneumonia tradicional, a pneumonia silenciosa não apresenta sintomas intensos, como febre alta ou tosse forte. A médica Yáskara Duarte Assis, pneumologista do Hospital Moriah, explica que os sinais são sutis: cansaço extremo, mal-estar, dor leve no corpo, tosse persistente e febre baixa. Confira o vídeo produzido para o quadro "O Hospital Responde" (Domingo Espetacular - Record TV) e saiba mais!
https://www.youtube.com/watch?v=MBLQjuZmEFw
Hospital Moriah e Care Plus: sucesso na parceria, excelência no atendimento
Serviços exclusivos e áreas privativas já geram resultados na satisfação dos pacientes
Carinho, cuidado, atenção – isso é tudo o que uma pessoa deseja quando precisa de um serviço de saúde. Com cada vez mais protocolos e fluxos implementados, o grande desafio é fazer com que a medicina, ao passo em que aprimora sua qualidade, não se distancie da humanização.
Nesse quesito, o Hospital Moriah tem se diferenciado. Buscando a individualização e a personalização do seu atendimento, com cuidado carinhoso e se aproximando de valores que sempre marcaram a medicina tradicional, dos tempos em que era possível conhecer a fundo cada paciente, a instituição tem se tornado referência em cuidado ao bem mais precioso das pessoas, que é a vida.
Prova disso é a parceria com a Care Plus - operadora de saúde líder no segmento premium, com soluções em Medicina, Odontologia, Saúde Ocupacional e Prevenção -, que viu no Moriah uma excelente oportunidade de oferecer os cuidados que sempre deseja para seus clientes.
A criação de uma ala específica para os beneficiários da Care Plus tanto na urgência, quanto nos consultórios de especialidades, possibilita aos pacientes uma atenção diferenciada, acolhedora, privativa, segura e confortável, e ainda permite uma gestão de recursos mais sustentável, com acompanhamento de desfechos e contas, mitigação de desperdícios e tratamentos mais assertivos.
Como o Moriah oferece uma atenção completa, do diagnóstico à alta, colocou à disposição dos beneficiários da Care Plus um serviço de concierge para orientação, navegação e até mesmo resolução de trâmites, como autorizações, reembolsos, e agendamento de consultas e exames.
Quando a visão de transformar a medicina pela inovação e pela coragem de criar uma saúde mais positiva e humana se encontra ao propósito de ajudar as pessoas a viverem vidas mais longas, saudáveis, felizes e criar um mundo melhor, o que acontece é uma revolução, e ela é sentida de ponta a ponta, de dentro para fora, por quem mais importa: as pessoas.
Hospital Moriah lança clínica de dor
Serviço é voltado para pacientes com dor crônica de várias naturezas, condição que afeta cerca de 45% dos brasileiros
A dor crônica é aquela que persiste por mais de três meses, mesmo após a cicatrização de um tecido ou lesão. Diferente da dor aguda, que é um alerta do corpo para um dano recente (como uma fratura ou infecção), a dor crônica pode continuar mesmo sem uma causa evidente ou após a resolução da causa inicial.
Ela pode ser contínua ou acometer o paciente em determinadas situações e está mais ligada a doenças de base como a artrite reumatoide, fibromialgia, câncer, neuropatias, hérnias de disco e outros problemas de coluna.
A dor crônica pode afetar o bem-estar emocional, causar insônia, ansiedade, depressão e limitar atividades do dia a dia, sendo uma das principais causas de afastamento do trabalho.
Segundo uma pesquisa publicada no Brazilian Journal of Pain, uma média de 45% da população brasileira sofre com dores crônicas, sendo em sua maioria mulheres.
O tratamento geralmente exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo medicamentos, fisioterapia, psicoterapia e, em alguns casos, intervenções como bloqueios nervosos ou estimulação elétrica.
Além de receber pacientes que vêm indicados de outros especialistas médicos como ortopedistas, urologistas, ginecologistas e reumatologistas, a clínica recebe pacientes que dão entrada no pronto-atendimento com queixa de dor.
A clínica também é indicada para pacientes que já passaram por outros especialistas sem sucesso e atende por meio de convênios* e particular.
Mais alarmante nos Estados Unidos, o crescente consumo de remédios opioides desde a década de 1980 trouxe um grave problema para a população que é o abuso da substância, caracterizando naquele país uma verdadeira epidemia. O vício nos analgésicos causa dependência física e psicológica e prejudica a saúde, levando a overdose, depressão respiratória e morte. Do ponto de vista social, isola o indivíduo das relações familiares e compromete seu trabalho e produtividade.
Nos Estados Unidos particularmente, há muitos relatos de riscos financeiros associados ao alto custo dessas medicações levando inclusive à criminalidade, para sustentar o vício.
No Brasil, embora em menor escala, já há inúmeros relatos de pacientes em dependência dessa classe de analgésicos e que necessitam do apoio desta área de atuação da medicina, que trabalha também para eliminar o vício, buscando alternativas menos deletérias.
A Clínica da Dor do Moriah é composta por anestesistas que trabalham com a administração de remédios, procedimentos intervencionistas, como bloqueios e infiltrações e também com alternativas como acupuntura, terapia psicológica, apoio psiquiátrico e fisioterapia, sempre avaliando o paciente de forma multifatorial, evitando efeitos colaterais e buscando a melhor solução para uma vida de bem-estar.
Xixi sentado ou em pé? A batalha que chegou ao banheiro
A internet discute, a ciência opina e nós perguntamos tudo a um médico para acabar com a dúvida
Essa semana, a internet foi à loucura discutindo um tema que, à primeira vista, parece simples, mas que mexeu com o orgulho masculino: é melhor fazer xixi sentado ou em pé?
E não estamos falando só de conforto ou praticidade — alguns estudos apontam que, para os homens, urinar sentado pode ajudar a esvaziar melhor a bexiga, especialmente conforme a idade avança.
A polêmica ganhou combustível nas redes, com defensores da postura sentada destacando benefícios para a saúde urinária, menos respingos (aqui, as mulheres já começam a sorrir…) e até mais higiene no banheiro. Afinal, vamos combinar: tem muita parceira por aí que sonha em não ter que lembrar o companheiro de “mirar melhor” e deixar a tampa abaixada.
Já o time do “em pé” defende tradição, rapidez e a praticidade dos mictórios, além de dizer que mudar agora seria quase uma traição à masculinidade. O que ninguém discorda é que o assunto merece esclarecimento — e é aí que entra a opinião de quem entende do assunto: os médicos.
E, para nos ajudar a entender essa polêmica, o Dr. João Manzano, urologista do Hospital Moriah, me respondeu umas perguntinhas.
Perguntas para o médico especialista:
Urinar sentado realmente ajuda a esvaziar melhor a bexiga?
Resposta: Em homens saudáveis e jovens, em geral, a postura (em pé ou sentado) não altera significativamente a quantidade de urina que sobra na bexiga (resíduo pós-miccional).
No entanto, em homens com hiperplasia prostática benigna (HPB - próstata aumentada) ou outras obstruções, estudos mostram que urinar sentado pode melhorar o esvaziamento, reduzindo o resíduo e aumentando o fluxo máximo, porque a musculatura do assoalho pélvico e abdome relaxa mais nessa posição.
Essa postura pode prevenir problemas como retenção urinária ou infecções?
Resposta: Não existe evidência forte de que a postura sozinha previna doenças da próstata (como HPB ou câncer), mas, para quem já tem HPB ou sintomas urinários, urinar sentado pode facilitar o fluxo e reduzir o esforço, o que ajuda indiretamente a preservar a função da bexiga.
A posição influencia na força ou no fluxo do jato urinário?
Resposta: Em pé, normalmente, o jato tende a ser mais rápido e direto nos homens sem problemas urológicos. Já sentado, em alguns homens, especialmente com HPB, o fluxo pode ser mais constante e menos interrompido. A diferença depende mais da condição da próstata e da bexiga do que da postura em si.
Homens mais velhos ou com problemas urológicos têm recomendação diferente?
Resposta:
- Homens jovens e assintomáticos: postura é questão de preferência.
- Homens mais velhos ou com HPB/sintomas urinários: muitos urologistas recomendam experimentar urinar sentado para melhorar conforto e esvaziamento.
- Após cirurgias urológicas e em idosos, sentar pode reduzir risco de quedas e facilitar a micção.
E a questão da higiene e dos respingos — é relevante para a saúde ou só para a paz no lar?
Resposta:
- Em pé: maior chance de respingos e microgotículas
- Sentado: praticamente elimina respingos no chão e em superfícies próximas
- Estudos com luz UV mostram que a área de respingo ao urinar em pé pode se estender até 1 metro de distância.
Esse último aí já é um bom motivo pro macho fazer xixi sentado, não acha?
Encaminha esse texto pro homem que você conhece que é ruim de mira.
Beijos e até o próximo assunto.
Entrevista de Thaís Angelucci para o R7, publicada em 18 de agosto de 2025. Para verificar o conteúdo na íntegra, acesse: https://entretenimento.r7.com/vivaavida/prisma/meu-umbigo/xixi-sentado-ou-em-pe-a-batalha-que-chegou-ao-banheiro-18082025/
Saiba mais sobre a meningite
Uma dor de cabeça forte, febre alta e rigidez no pescoço. Esses podem ser os primeiros sinais da meningite, uma inflamação que atinge as membranas que envolvem o cérebro e pode ser fatal. A médica infectologista Marcela Bandeira, do Hospital Moriah, revelou ao quadro "O Hospital Responde" (produzido pelo Domingo Espetacular - Record TV), quais são os sintomas que você nunca deve ignorar e porque a vacina é a melhor aliada na prevenção dessa doença que pode ter uma evolução assustadora. Fique ligado e proteja-se!
https://www.youtube.com/watch?v=SxmUeWOoE1M








