Equipamento robotizado promete aumentar eficiência das cirurgias ortopédicas

Equipamento robotizado promete aumentar eficiência das cirurgias ortopédicas

Um equipamento robotizado, que aumenta muito a precisão dos cortes e do implantes de próteses em pacientes com artrose, já está em uso no Brasil. Ele aumenta a eficiência das cirurgias ortopédicas e torna a recuperação no pós-operatório mais rápida.

O Domingo Espetacular (Record TV) conversou com os ortopedistas Dr. Marco Aurélio Silvério Neves e Marco Demange, especialistas neste tipo de cirurgia, sobre a novidade. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=dSQfCPScBvo


Escoliose tem prevenção? Especialista tira dúvidas sobre a doença

Escoliose tem prevenção? Especialista tira dúvidas sobre a doença

Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que a escoliose afeta de 2% a 4% da população do mundo, sendo que 50 milhões dessas pessoas são jovens. Mas o que é escoliose? A pessoa já nasce com ela? Como é feito o diagnóstico? Quando a cirurgia é necessária? Os exercícios físicos ajudam na prevenção? O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o Dr. Alexandre Iutaka, ortopedista do Hospital Moriah, para esclarecer essas dúvidas. Veja!

https://www.youtube.com/watch?v=LnnCYVF3Xes

 


Artrose no joelho: qual a vantagem de colocar uma prótese personalizada?

Artrose no joelho: qual a vantagem de colocar uma prótese personalizada?

Se existe algo com vocação para evitar atritos é a cartilagem que recobre as estruturas do nosso joelho. Cerca de cinquenta vezes menos áspera do que aquele revestimento antiaderente das panelas e cinco vezes mais lisa do que uma pedra de gelo, ela desliza como poucos. Ainda bem.

Se não fosse essa lisura toda, a movimento da perna emperraria, já que a articulação é solicitada ao menor passo. Que dirá para a gente se sentar, se agachar, chutar, dançar, fazer um esporte...

Só que, ao longo da vida, surgem situações capazes de tornar essa cartilagem mais e mais rugosa. Num dia, um machucado bobo durante o exercício. Noutro, por azar, quem sabe um rompimento de um ligamento que ajudava a estabilizar tudo aquilo. Os quilos a mais, que muitos acumulam com os anos, também pesam. A própria idade também, claro.

A aspereza torna o atrito inevitável. E ele, por sua vez, leva a um desgaste. "Chega um momento em que osso encosta com osso", descreve o ortopedista Marco Demange, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e médico do Hospital Moriah, em São Paulo.

Diga-se que não falta osso para raspar dolorosamente um no outro. Na parte de cima, da coxa, o fêmur. Abaixo, a tíbia da perna. Na frente do próprio joelho, a patela, que no passado foi conhecida como rótula.

O roçar entre eles só piora as coisas, fazendo esses ossos formarem diversos picos. A perna pode acabar até desviando de direção. Nessa altura, estamos falando de artrose — e, se as coisas alcançaram esse ponto, que artrose!

Os casos graves exigem a troca do revestimento. O professor Demange, porém, lamenta que a cirurgia seja cogitada tão tarde. Isso porque vê no seu dia a dia pessoas que, aos 60 e poucos anos ou até antes, já não conseguem dar uma bela caminhada no parque, jogar uma partida de tênis, nadar ou pedalar um pouco mais sem reclamar dos joelhos.

"Persiste uma mentalidade antiga: só operar quando não aguentar mais", observa. "Com isso, o indivíduo às vezes fica dois, três, cinco anos sem praticar muita atividade física, perdendo musculatura e desenvolvendo osteopenia, isto é, ficando com os ossos mais enfraquecidos ", explica. Isso comprometerá ainda mais a qualidade de vida no futuro.

O médico, no entanto, compreende. A durabilidade das próteses, no passado, era bem menor do que hoje. E o resultado às vezes deixava a desejar. Mas isso vem mudando drasticamente nos últimos anos. Ainda mais agora que surgem próteses totalmente personalizadas, moldadas para serem cópias fieis do revestimento original daquela pessoa e de ninguém mais.

Há pouco mais de seis meses, Marco Demange passou a realizar o implante dessas próteses customizadas no Moriah, sendo um dos primeiros a fazer isso no Brasil.

Como é a colocação de prótese

O procedimento para a colocação de próteses nos joelhos de certa maneira segue quase o mesmo passo a passo desde os anos 1970, quando o cirurgião ortopédico britânico John Insall, radicado nos Estados Unidos, criou a primeira delas.

Antes dele, o que era feito é praticamente desconsiderado: os cirurgiões colocavam uma espécie de dobradiça grosseira no lugar das articulações, o que os obrigava a tirar um bocado de osso. Não funcionava. Insall foi quem teve a sacada de que os joelhos só precisavam mesmo era de um revestimento novo.

Para substituí-lo, a incisão tem uns 12 centímetros. "Primeiro, é como se a gente descascasse uma laranja", compara o professor Demange, falando da retirada da cartilagem comprometida do osso de cima, do osso de baixo e, ainda, da patela.

Na superfície limpa, além de empregar brocas, o médico espalha um cimento, parecido com aquele usado pelo dentista. Gruda, então, uma prótese lembrando a sola de um sapato no osso inferior. Uma outra é colada contornando toda a extremidade do osso de cima, como se a abraçasse.

Entre os dois ossos — o de cima e o de baixo —, o cirurgião insere um plástico de altíssima resistência, feito um pequeno colchão de polietileno. Para acabar, bem na frente, reinstala o osso da patela, o qual também recebe uma nova capa em sua face interior, lembrando uma palmilha.

Tudo não chega a durar duas horas. "E, com isso, a articulação passa a esticar e a dobrar sem os ossos rasparem uns nos outros", garante o ortopedista.

Uma diferença da prótese totalmente personalizada é que, cerca de dois meses antes de o sujeito entrar no centro cirúrgico, é feita uma tomografia computadorizada do joelho a ser operado.

As imagens são enviadas para uma empresa americana, criada por um médico egresso da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde chegou a chefiar a radiologia do Brigham and Women's Hospital. Elas servem de referência para a criação de próteses que se encaixam com precisão milimétrica nos ossos retratados pelo exame.

O encaixe faz a diferença

A inovação mereceu alarde na mídia quando, em 2019, o empresário Jorge Paulo Lemann, aos 80 anos, substituiu as articulações do joelho por essas próteses metalizadas, feitas com uma liga de titânio. Na ocasião, o "homem mais rico do Brasil", segundo os rankings de economia, foi operado na Suíça. E, graças às peças desenhadas para ele, voltou rapidamente às quadras de tênis que são sua paixão.

"Quanto melhor o encaixe da prótese, muito melhor a qualidade do movimento. A fisioterapia ainda acaba sendo mais rápida", nota Marco Demange. E, em matéria de encaixe, a evolução vem sendo notável.

Só que os primeiros modelos dos anos 1970 eram simplesmente arredondados, sem as curvas da anatomia humana. Sem contar que havia apenas três tamanhos — pequeno, médio e grande.

De lá para cá, a quantidade de tamanhos multiplicou — as últimas gerações, que apareceram há pouco mais de uma década, têm dez. O desenho também ficou mais parecido com o dos nossos ossos. E agora existem próteses para o joelho esquerdo e próteses para o joelho direito.

De qualquer maneira, é sempre um formato padrão. "Se a tíbia de um paciente não se encaixa exatamente na prótese, eu preciso fazer ajustes", conta o o médico. "Posso desbastar um pouco o osso ou soltar um pouco os ligamentos até ela encaixar direito", exemplifica.

Ele compara com um sapato: "É como se, quando o calçado está apertado, eu precisasse cortar o dedinho da pessoa para caber. Ou, ao contrário, quando está folgado, tivesse de apertar demais o laço para não sair do pé".

Ajustes assim explicam por que até os anos 1990, 30% das pessoas operadas não achavam o resultado da cirurgia tão legal. Nelas, os joelhos não voltavam a ser como antes da artrose.

Era a mesma impressão de 15% a 20% dos pacientes operados no início dos anos 2000. Isso caiu para 5% com as próteses surgidas a partir de 2010. "E, no caso da prótese totalmente personalizada, apenas 2% sentem algo um pouco diferente, apontando um resultado abaixo da expectativa."

Esse salto tem um preço. Nos Estados Unidos, a prótese totalmente personalizada custa 1,5 vez mais do que outra de última geração. No Brasil, é três vezes mais cara, saindo por volta de 60 mil reais.

Quando a novidade não é indicada

"Se não houvesse o obstáculo do recurso financeiro, eu só não indicaria a prótese totalmente personalizada em duas situações", afirma o professor Demange.

Uma delas é quando o caso já está tão avançado que, olhando para a imagem, o médico nota que faltam pedaços de ossos ou que o desvio da perna, provocado pela articulação comprometida, se tornou muito grande. "Aí, eu terei de cortar ossos durante cirurgia para fazer a devida correção e não faz sentido encomendar uma prótese que evitaria justamente a necessidade desse tipo de ajuste", justifica.

Outro motivo para não indicar a inovação é a pressa. Hoje, é preciso esperar dois meses para uma prótese totalmente personalizada aterrissar no Brasil após o envio das imagens. Ela chega junto com um kit de instrumentos cirúrgicos descartáveis, igualmente sob medida, feito com impressora 3D.

"Existem pessoas que conseguem se organizar em determinado momento da vida para ficarem mais paradas e fazerem uma operação", relata o médico. "E elas às vezes não enxergam o benefício quando falamos de esporte, por exemplo. Dizem que não pretendem fazer escaladas, só caminhar até a padaria sem a sensação de incômodo."

Para o ortopedista, a prótese é boa quando você consegue esquecer que os joelhos existem em qualquer situação. E, nesse sentido, os modelos personalizados são a maior garantia de alguém não se lembrar deles por muito tempo, talvez por toda a vida.

Reportagem de Lúcia Helena, colunista do UOL, para o portal Viva Bem, publicada em 09 de maio de 2023. Para verificar o conteúdo na íntegra, acesse: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2023/05/09/artrose-no-joelho-qual-a-vantagem-de-colocar-uma-protese-personalizada.htm


Dr. Marcelo Sampaio tira dúvidas sobre o choque anafilático

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Quais são os sintomas e causas do choque anafilático? Que alimentos devem ser evitados por quem corre este risco? O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV) convidou o Dr. Marcelo Sampaio, cardiologista do Hospital Moriah, para esclarecer essas e muitas outras dúvidas.

https://www.youtube.com/watch?v=kEIOhnNhcEM

 


Dr. Mariano Tamura explica sobre a importância do diagnóstico precoce da endometriose, doença que afeta mais de 7 milhões de brasileiras

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No Brasil, 7 milhões de mulheres sofrem com a endometriose. O diagnóstico precoce pode evitar complicações como a infertilidade e melhorar a qualidade de vida da paciente. A doença inflamatória altera o funcionamento do endométrio, tecido que reveste o útero por dentro e onde o óvulo se implanta depois de fertilizado. O Jornal da Record (Record TV) conversou o Dr. Mariano Tamura, coordenador do Instituto de Miomas e Endometriose do Hospital Moriah, sobre o assunto. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=Xbku7zNH1po

 


Dr. João Manzano explica a importância do diagnóstico do câncer de bexiga

Dr. João Manzano explica a importância do diagnóstico do câncer de bexiga

Todos os anos, mais de 11 mil brasileiros, sobretudo do sexo masculino, são vítimas do câncer de bexiga. A doença é muitas vezes confundida com infecção urinária, o que acaba retardando uma consulta médica e, por consequência, o diagnóstico. Quando detectado no início, o câncer de bexiga chega a ter 90% de chance de cura. Quem já enfrentou esse inimigo sabe muito bem da importância desse acompanhamento. O programa Hoje em Dia (Record TV) produziu uma reportagem especial sobre a doença e convidou o urologista Dr. João Manzano para falar sobre o assunto. Veja!

https://www.youtube.com/watch?v=-bUMm7H9z2c

 


Células reprogramadas podem combater o câncer de mama

Células reprogramadas podem combater o câncer de mama

Um estudo realizado pela Fiocruz Minas revelou que células podem ser reprogramadas para combater o câncer de mama, e o programa JR News (Record News) convidou o oncologista Dr. Auro del Giglio para comentar o assunto. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=Jg-ENPhdnkI


Ataxia tem cura? Neurologista tira dúvidas sobre a doença

Ataxia tem cura? Neurologista tira dúvidas sobre a doença

A ataxia, também conhecida como síndrome de Machado-Joseph, é uma doença progressiva que enrijece os músculos, trazendo limitações de mobilidade e equilíbrio. Mas será que a ataxia tem cura? Tem prevenção? Qual é a diferença entre ataxia e Parkinson? O DE Responde, produzido pelo Domingo Espetacular (Record TV), convidou a Dra. Keila Narimatsu, neurologista do Hospital Moriah, para tirar essas e muitas outras dúvidas sobre a doença.

https://www.youtube.com/watch?v=hhoa5T-6_v0

 


Hematologista tira dúvidas sobre a leucemia

Hematologista tira dúvidas sobre a leucemia

O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV) convidou a hematologista do Hospital Moriah, Patrícia Yamamoto, para esclarecer as principais dúvidas sobre a leucemia. Entre outros mitos, a médica esclarece que a doença não é hereditária e nem contagiosa. Acompanhe!

https://www.youtube.com/watch?v=IqHntx02x3s

 


Dor de ouvido no verão pode ser otite externa, a otite de nadador

Dor de ouvido no verão pode ser otite externa, a otite de nadador

Água do mar ou da piscina pode elevar as chances de desenvolver a doença, que causa coceira, dor e inchaço. Entenda o que é e conheça causas, sintomas, tratamento e formas de prevenção

Verão é sinônimo de mergulhos no mar e na piscina. Mas essas imersões deixam os ouvidos úmidos, a pele com baixa resistência e propensa a infecções. Com isso, cria-se um ambiente propício para o desenvolvimento da otite externa difusa aguda, popularmente chamada de otite do nadador ou de verão. Ela aparece mais nessa época do ano exatamente por conta da exposição à água, pois a umidade dentro do canal auditivo cria um ambiente propício para bactérias e fungos. Atletas e praticantes de natação e esportes aquáticos, por outro lado, devem se prevenir o ano todo, não apenas no verão. Vamos entender causas, sintomas, prevenção e tratamento, e como diferenciar a otite externa da média.

Causas e fatores de risco

Causas:

1. Bactérias
2. Fungos
3. Alergias

Fatores de risco:

  • Resquícios de água na orelha após nadar na praia ou na piscina geram umidade na orelha, o que favorece o aumento de bactérias ou fungos;
  • Como qualquer infecção, quem tem um sistema imunológico comprometido vai ter maior chance de desencadear a doença;
  • Lesões: cotonetes são grandes ferramentas de lesões na orelha, e costumam ser usados de forma errada para ajudar a retirar a secreção do ouvido, aumentando o risco de otite, já que as feridas são porta de entrada para fungos e bactérias.
  • No caso específico da otite externa, o diabetes é uma das grandes causas predisponentes.

- Quem tem diabetes tem mais chance de pegar doença e, principalmente, de desenvolver casos mais graves, inclusive a otite externa maligna, que é quando a infecção atinge os ossos da região do temporal - afirma o médico otorrinolaringologista Fabrizio Ricci Romano

Sintomas

À esquerda, a orelha normal; à direita, a orelha com otite externa, quando a propagação de fungos e bactérias gera uma inflamação, com dor, vermelhidão, inchaço e sensação de calor — Foto: Istock Getty Images – Reprodução: Eu Atleta / GE – globo.com

 

  • A otite externa causa dor no conduto auditivo e durante a manipulação, ou seja, quando você mexe na orelha.
  • Vermelhidão;
  • Sensação de calor na orelha;
  • Apresenta ainda inchaço, que pode obstruir o canal auditivo e, consequentemente, causar a perda da audição.
  • Às vezes, no começo, antes da dor, o paciente pode sentir coceira;

Limpar demais o ouvido atrapalha

Não se deve enfiar cotonetes no canal auditivo, sob o risco de lesões e de retirada da cera que protege o ouvido — Foto: Istock Getty Images – Reprodução: Eu Atleta / GE – globo.com

 

Saiba que essa frase é verdadeira.

- Remover a cera de forma compulsiva pode acarretar as otites, já que pode ocorrer uma lesão na pele e ser a porta de entrada para bactérias e fungos - conta o médico especialista em otologia Felippe Felix.

Uma das funções da cera dentro do ouvido é impermeabilizar o canal auditivo, o que deixa mais difícil o contato da água com a pele. Dessa forma, as bactérias não conseguem penetrar. Além de ser uma defesa mecânica, a cera também possui algumas substâncias antissépticas que ajudam nessa proteção.

Como descobrir qual otite você tem?

O ouvido se divide em três partes:

  1. A orelha externa, que é formada pelo conduto auditivo e o tímpano;
  2. A orelha média, que é a parte onde ficam ossículos, martelo, bigorna, estribo e tubo auditiva;
  3. A orelha interna, onde estão a cóclea e o labirinto.

A otite externa é a infecção do conduto auditivo e a otite média é a infecção da cavidade timpânica, onde estão os ossículos.
Os sintomas são diferentes, assim como o tratamento, que na otite externa é realizado com gotas otológicas de antibiótico e de anti-inflamatório.

- Só tem necessidade de anti-inflamatório via oral ou analgésico se a pessoa estiver com muita dor. Agora, na otite média só funciona remédio via oral, já que ela ocorre dentro do tímpano - revela Fabrizio Ricci Romano.

Só um especialista para fazer o diagnóstico, que ocorre por meio da otoscopia, usando o otoscópio, um aparelhinho utilizado pelo médico para avaliar o canal auditivo e o tímpano.

Prevenção

  • Não manipule o ouvido, principalmente com hastes de algodão (cotonetes). As microlacerações na pele vão criar uma porta de entrada para as bactérias e também vão acabar retirando o cerume, que é a proteção natural do ouvido;
  • Use protetor auricular se for ficar muito tempo na piscina;
  • Não coloque algodão sozinho ou com óleo morno. Apesar do calor ser analgésico, o óleo não é estéril;
  • Mantenha a orelha seca, com o uso de toalha macia ou secador de cabelo.

DICA EXTRA: misture uma gota de álcool com uma gota de vinagre e pingue a mistura nos ouvidos após passar o dia na água - isso, claro, no ouvido sadio, não com a otite instalada.

- O álcool vai ajudar a secar o ouvido e o vinagre torna aquele meio mais ácido dificultando a proliferação das bactérias - ensina Fabrizio Ricci Romano, que ressalva: - Não exagere!

Fontes:

Fabrizio Ricci Romano é médico otorrinolaringologista e coordenador do Instituto de Sinusites do Hospital Moriah (São Paulo).
Felippe Felix é médico especialista em otologia e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Reportagem de Ana Marigliani para o portal Eu Atleta, publicada em fevereiro/2023. Para verificar o conteúdo na íntegra, acesse: https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/guia/2023/02/24/dor-de-ouvido-no-verao-pode-ser-otite-externa-a-otite-de-nadador.ghtml


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