Veganismo ganha cada vez mais adeptos no Brasil e médicos apoiam

Veganismo ganha cada vez mais adeptos no Brasil e médicos apoiam

No dia 1º de novembro, comemora-se o Dia Mundial do Veganismo, conceito que não se resume à questão alimentar, mas abrange todo um modo de vida sem contato com produtos de origem animal. Estima-se que, no Brasil, existam quase dez milhões de adeptos desse estilo de vida e o país é líder latino-americano em lojas do gênero. O programa Hoje em Dia (Record TV) convidou a nutróloga do Hospital Moriah, Maria Beatriz Roncourt, para falar sobre a alimentação vegana. De acordo com a médica, a alimentação vegana, quando devidamente planejada e equilibrada, só traz benefícios à saúde. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=EAokJZRrvTU


Meningite avança no Brasil e preocupa pais e especialistas

Meningite avança no Brasil e preocupa pais e especialistas

Ainda falta praticamente um bimestre para o ano acabar e 2023 já superou o ano de 2022 em casos de meningite. São quase 8.900 ocorrências em dez meses. E não são apenas os médicos que ficam apreensivos com isso. Um estudo revela que essa é a doença que mais preocupa os pais, atrás somente da covid-19. O Brasil oferece vacina para meningite, mas muita gente ignora a prevenção - apesar do tipo bacteriano da doença matar até 30% dos pacientes.

O programa Hoje em Dia (Record TV) convidou o infectologista do Hospital Moriah, Dr. Luiz Alves, para falar sobre o assunto. Veja!

https://www.youtube.com/watch?v=0RoVFaLvE48


Bicampeã olímpica de vôlei comemora resultados de cirurgia inovadora para desgaste nas articulações

Bicampeã olímpica de vôlei comemora resultados de cirurgia inovadora para desgaste nas articulações

Uma cirurgia inovadora, e ainda recente no Brasil, é utilizada para resolver o problema de desgaste nas articulações. A bicampeã olímpica de vôlei Paula Pequeno passou pelo procedimento no Hospital Moriah e comemora os resultados. Veja na reportagem do JR 24h, exibida pela Record TV.

https://www.youtube.com/watch?v=6GTsfLVJcUU


Prótese de quadril: quando é indicada e como é a volta aos treinos?

Prótese de quadril: quando é indicada e como é a volta aos treinos?

Dores nos quadris? Dificuldade para se movimentar? Confira quando a artroplastia total pode ser uma boa opção: cirurgia é vista como uma possibilidade de retorno à pratica atividade física

Em 2013, o tenista Gustavo Kuerten passou por uma cirurgia para colocar prótese no quadril. Em 2021, foi a vez da jogadora de vôlei Paula Pequeno e do canoísta medalhista olímpico Erlon de Souza. Fora do mundo do esporte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se submete à cirurgia nesta sexta-feira (29/9), e o apresentador de TV Sérgio Mallandro já passou por ela no início de 2023. Todos passaram por uma artroplastia total de quadril, técnica que substitui o quadril doente ou danificado, geralmente por causa de artrose, por um implante. O Eu Atleta conversou com especialistas para entender melhor como é a cirurgia, quando ela é indicada e como é a jornada de tratamentos e até mudanças de hábitos antes de ela ser uma opção; confira.

O que é a artroplastia total de quadril

É uma cirurgia para pacientes com diagnóstico de artrose desta articulação.
- Este procedimento tem o objetivo de diminuir a dor e a incapacidade de realizar movimentos decorrentes da doença e é aconselhado quando os tratamentos não cirúrgicos não foram capazes de fornecer uma qualidade de vida adequada. A prótese pode ser uma conduta também em alguns tipos de fratura de quadril - explica o ortopedista Fábio Zego.
Ela pode ser indicada inclusive para atletas de alta performance e para amadores, principalmente aqueles com mais de 60 anos, já que a causa mais comum de desgaste do quadril é o envelhecimento.
- O desenvolvimento de dor crônica e a limitação da mobilidade, sendo, muitas vezes, necessária a utilização de dispositivos para auxiliar a marcha, como bengalas e andadores, podem desencadear outros problemas, como depressão e distúrbios do sono, comprometendo o dia a dia. Por isso, a colocação da prótese de quadril, quando bem sucedida, pode melhorar essas condições, devolvendo à pessoa uma melhor qualidade de vida e ainda fazendo com que ela volte a realizar exercícios físicos - esclarece o especialista em geriatria, Marcelo Valente.

Como é a prótese/implante de quadril

- A articulação propriamente dita costuma ter uma cabeça de metal ou de cerâmica que se conecta ao revestimento do componente, que também pode ser de cerâmica ou de polietileno - conta o ortopedista Marco Aurélio Silvério Neves.
Em uma cirurgia de prótese de quadril, o especialista dispõe de vários tamanhos na sala para escolher o que mais se ajusta às medidas e a anatomia do paciente. Vale lembrar: todos os materiais utilizados são altamente biocompatíveis.

Quanto tempo leva a recuperação

Alguns pacientes se recuperam mais cedo do que outros, dependendo da idade, do estado de saúde e da resposta à reabilitação, mas o tempo médio é de dois a três meses.
A fisioterapia deve começar no hospital e continuar em casa ou em uma unidade de reabilitação especificamente designada. Geralmente, é recomendada por de seis a oito semanas após a cirurgia. A essa altura, a maioria dos pacientes já está mais independente e pode se exercitar por conta própria.

Como é a volta aos treinos?

Os esportes não devem ser evitados. A atividade física regular promove a circulação sanguínea e apoia a mobilidade das articulações.
- O começo sempre é com exercícios de baixo impacto, que vão sendo incrementados progressivamente. Os médicos não costumam recomendar esportes de contato e de correr para os pacientes que têm prótese total de quadril - alerta Marco Aurélio Silvério Neves.
Esportes adequados incluem hidroginástica, natação, ciclismo e caminhada.

Riscos da cirurgia

A cirurgia de substituição total do quadril é de grande porte; e há alguns riscos potenciais que devem ser discutidos com seu médico. Embora a taxa de sucesso para esse procedimento seja alta, os riscos comuns incluem:
- Coágulos de sangue na perna e pelve (trombose);
- Infecção no quadril;
- Luxação do quadril.

Tratamentos não cirúrgicos

Antes da artroplastia total de quadril, o médico deve sugerir várias mudanças e tratamentos. Entre elas:

• Alteração dos hábitos de vida
- Realização de atividades de baixo impacto, perda de peso, fortalecimento muscular, condicionamento cardiovascular e até uso de dispositivos de apoio, como bengalas, são medidas não farmacológicas de grande valia na condução da patologia e trazem conforto em alguns casos - comenta Fábio Zego.

• Uso de analgésicos e anti-inflamatórios
Indicados nos períodos de crise, pois seu uso prolongado deve ser evitado. Os condroprotetores podem ser uma alternativa para o tratamento das doenças de cartilagem, mas os seus resultados ainda estão em debate pela comunidade médica.

• Fisioterapia
É uma grande aliada no tratamento das patologias do quadril, e a execução de um plano terapêutico personalizado ao paciente e a sua doença evita o uso excessivo de medicações e, em alguns casos, até mesmo um procedimento cirúrgico.

• Infiltração articular
Nos casos resistentes, pode-se indicar o procedimento com anestésicos e corticoides, com objetivo de diminuir o quadro de dor e de desconforto do paciente, criando assim uma boa janela de oportunidade para a prática mais efetiva da reabilitação.

• Infiltração com ácido hialurônico
É um método paliativo, com a capacidade de restauração das propriedades viscoelásticas do líquido articular por sua ação condroprotetora e anti-inflamatória.

• Denervação percutânea por radiofrequência dos nervos sensoriais da articulação do quadril
É uma técnica minimamente invasiva, em que agulhas são aplicadas na região com problema e a radiofrequência diminui o funcionamento dos nervos que causam dor. Pode proporcionar alívio em pacientes com dor crônica no quadril e atuar como método auxiliar no tratamento conservador.

Quando procurar um médico

O quadril vai dando sinais de que algo não está bem quando a pessoa apresenta:
- Diminuição na capacidade de caminhar;
- Dores persistentes na virilha associada aos movimentos;
- Restrição de mobilidade da articulação;
- Dor na região lombar baixa, púbis ou na nádega;
- Dores na região lateral do quadril que pioram ao deitar-se sobre o mesmo lado.

Se automedicar ou esperar a dor piorar, por exemplo, só vão intensificar ainda mais o problema. Se tiver um ou mais sintomas descritos acima, procure um médico para avaliação e exames.

Fontes:

Fabio Zego, médico ortopedista especialista em Cirurgia do Quadril Hospital Moriah (SP) e no Hospital da Aeronáutica (SP);
Marcelo Valente, especialista em geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG);
Marco Aurélio Silvério Neves, médico ortopedista especialista em Cirurgia do Quadril e Joelho e Coordenador do Departamento de Ortopedia Hospital Moriah (SP).

Reportagem de Ana Marigliani, publicada no blog Eu Atleta, em 29 de setembro de 2023. Para ler o conteúdo na íntegra, clique aqui.


Tire as dúvidas sobre traumatismo craniano

Tire as dúvidas sobre traumatismo craniano

Dados apontam que, em média, 39% dos pacientes que sofrem traumatismo cranioencefálico grave morrem e 60% evoluem com sequelas. Quais devem ser os primeiros socorros? Quando é considerado grave? É mais grave em crianças ou adultos? Quais podem ser as sequelas? No DE Responde (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), o Dr. João Miguel de Almeida Silva, neurocirurgião do Hospital Moriah, falou sobre o assunto. Confira!

https://youtu.be/5zFziPEEj4w


Polêmica injeção aprovada no Brasil promete emagrecimento similar à cirurgia bariátrica

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A cirurgia minimamente invasiva é uma técnica onde uma pequena incisão é feita na pele, por onde os instrumentos da cirurgia são inseridos, inclusive uma microcâmera, que permite a visualização do local exato que será operado. Mas quando a cirurgia minimamente invasiva é indicada? Como funciona? Qual é a diferença entre ela e a cirurgia robótica? Ao DE Responde (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), o Dr. Robinson Poffo, cirurgião cardiovascular do Hospital Moriah, falou sobre o assunto. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=-JAyS5FRBv8


Saiba mais sobre as cirurgias minimamente invasivas

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A cirurgia minimamente invasiva é uma técnica onde uma pequena incisão é feita na pele, por onde os instrumentos da cirurgia são inseridos, inclusive uma microcâmera, que permite a visualização do local exato que será operado. Mas quando a cirurgia minimamente invasiva é indicada? Como funciona? Qual é a diferença entre ela e a cirurgia robótica? Ao DE Responde (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), o Dr. Robinson Poffo, cirurgião cardiovascular do Hospital Moriah, falou sobre o assunto. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=-JAyS5FRBv8


Síndrome de Hashimoto: conheça a doença

Síndrome de Hashimoto: conheça a doença

A síndrome de Hashimoto é uma doença autoimune caracterizada pela inflamação crônica da tireoide. Quais são as causas? Como é o diagnóstico? Pode virar câncer de tireoide? O DE Responde (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV) convidou a Dra. Aliny Weber, endocrinologista do Hospital Moriah, para tirar as dúvidas sobre o assunto.

https://www.youtube.com/watch?v=-Kc6x9SS434


Sedentarismo e obesidade na adolescência

Sedentarismo e obesidade na adolescência

O atlas da Federação Mundial de Obesidade previu que, até 2030, um em cada oito menores de idade será obeso em todo o planeta. Se concretizada a previsão, 30% da população adulta vai sofrer com o aumento excessivo de peso até lá.

O Jornal da Record (Record TV) produziu uma série especial sobre o sedentarismo, diretamente ligado à obesidade, e conta a história de dois adolescentes que lutam contra o aumento de peso. A equipe do jornal também conversou com a endocrinologista Dra. Aliny Weber e o nutrólogo Dr. Marcelo Cássio de Souza sobre o assunto. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=Ohja2Ae3c8k


Especialista tira dúvidas sobre o lúpus

Especialista tira dúvidas sobre o lúpus

O lúpus é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, na qual os sintomas podem ser desde febre até dor nas juntas e problemas nos rins. Tipicamente diagnosticada entre 20 e 45 anos de idade, a doença é mais comum em mulheres. Segundo estudo, o lúpus atinge mais de 5 milhões de pessoas no mundo, sendo 90% dos atingidos do sexo feminino. Mulheres que têm lúpus podem engravidar? Quais são os riscos? Como prevenir? Ao DE Responde (produzido pelo programa Domingo Espetacular, Record TV), o Dr. Henrique Dalmolin, reumatologista do Hospital Moriah, falou sobre a doença.

https://www.youtube.com/watch?v=RucuJoPMB5Y



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