Moriah lança Instituto focado no tratamento das lesões ortopédicas
Envelhecimento, desgaste fora do comum ou acidentes. Os nossos ossos e articulações podem sofrer de diversas maneiras. E a medicina trava uma batalha para conseguir recuperar essas áreas. Em São Paulo, o recém-inaugurado Instituto da Mobilidade do Hospital Moriah reúne os maiores especialistas do país em cirurgias ortopédicas. Um centro de excelência, com tecnologia de ponta, para realizar procedimentos seguros e precisos.
https://www.youtube.com/watch?v=kjaHGnP7MuA
Conheça o Instituto da Mobilidade, focado no tratamento de lesões ortopédicas
No dia 02 de junho, o Hospital Moriah lançou o novo Instituto da Mobilidade. Com foco no tratamento das articulações de joelhos, quadris e ombros, o serviço conta com a excelência de um corpo clínico formado por ortopedistas referências em suas áreas de atuação: Dr. Marco Demange (joelho), Dr. Marco Aurélio Silvério Neves (quadril), Dr. José Carlos Garcia Jr. (ombro) e Dr. Paulo Muzy (ombro).
Além das apresentações deste time, o evento de lançamento também contou com a participação de Paula Pequeno (atleta bi-campeã olímpica do vôlei), Lucas Lucco (cantor) e Fabrício Pacholok (treinador, bodybuilder e influenciador), todos pacientes do Instituto. O jornalista Eduardo Ribeiro, da Record TV, também marcou presença mediando um bate-papo entre os ortopedistas.
Confira algumas fotos do lançamento na galeria abaixo e veja a transmissão, na íntegra!
A mudança na vida de pessoas que trocaram as dores por próteses articulares
As dores articulares são uma das principais causas que afetam a qualidade de vida das pessoas após os 60 anos, principalmente devido a artrose – uma doença das articulações que se caracteriza por degeneração das cartilagens, acompanhada de alterações das estruturas ósseas vizinhas.
80 a 90% das pessoas após os 40 anos já mostram sinais de osteoartrite (ou artrose), mas os sintomas de dor e limitação de movimentos começam mesmo com a idade. Com o aumento da expectativa de vida no país, esse avanço da artrose parece não apresentar um bom quadro para o futuro da sociedade.
Hoje, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem de artrose e a tendência é que esse número aumente na medida que a população vive mais. Mas não é só a população sênior que vai sofrer. O desgaste de articulações pode estar ligado à vários fatores, outras doenças, estilo de vida e traumas.
Atletas podem ter problemas articulares graves devido ao stress que impõem aos seus corpos. Acidentes e fraturas, mesmo na infância, podem levar a um desgaste precoce e condições como a diabetes e a obesidade, o mesmo.
E, nos casos extremos, onde a dor limita a vida do indivíduo, independente de sua idade, a solução mais indicada é a troca da articulação prejudicada por uma prótese articular. As mais populares são as de joelho e quadril, mas todas as articulações afetadas podem ser substituídas por uma peça que emula os movimentos com perfeição, geralmente produzidas com titânio, plásticos de alta performance e/ou porcelana e que se adaptam perfeitamente à anatomia da pessoa.
Infelizmente, no Brasil, muitas pessoas estão perdendo dias de vida bem vividos por não conseguirem, ou não tomarem a decisão bem aconselhada, de se submeterem à uma cirurgia de implante de prótese articular. O SUS tem implantado 4 próteses de joelho por 100 mil habitantes e 8 próteses de quadril a cada 100 mil habitantes. Os números internacionais são, respectivamente de 142,8 por 100 mil e 191,8 por 100 mil.¹
A realidade, mesmo na medicina suplementar, é um pensamento antiquado de que a prótese não vai melhorar a vida do paciente, ou que a durabilidade será de poucos anos – pensamentos reforçados por históricos muito antigos, já que nos últimos 15 anos, a indústria médica revolucionou a história, com instrumentais customizados em impressoras 3D, softwares de alinhamento, próteses personalizadas e únicas até seu próprio robô cirúrgico – caso do ROSA.
A criação do Instituto da Mobilidade do Hospital Moriah se dá justamente para a mudança total desse paradigma, reunindo equipes altamente especializadas – no Brasil e fora – em cirurgias de substituição de articulações de joelho, ombro e quadril.
A intenção da reunião do grupo é oferecer, em um só lugar, o que há de mais moderno no mundo em termos de mobilidade humana, reunindo tecnologia, conhecimento e olhar individualizado – e, por que não, carinhoso – para o paciente.
O Instituto oferece equipes focadas nos mais diferentes tipos de lesões, tanto as causadas pela idade e degeneração natural, quanto os causado por esportes de alto impacto ou traumas.
As equipes que coordenam o Instituto da Mobilidade são:
Joelho
Dr. Marco Demange – graduado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), possui mestrado em técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, doutorado em técnicas de navegação cirúrgica computadorizadas e pós-doutorado nas Universidades de Harvard e Cornell (EUA). Atua também como professor no departamento de ortopedia e traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Quadril
Dr. Marco Aurélio Silvério Neves - possui graduação pela Universidade de São Paulo e estudou na Alemanha, França, Bélgica e Estados Unidos, locais em que ampliou a sua experiência com fraturas de alta complexidade e próteses.
Ombro
Dr. José Carlos Garcia Junior - graduação pela Universidade Federal de São Paulo, ampliou os seus estudos na Mayo Clinic e em Princeton (ambas nos EUA), concluiu seu mestrado na Universidade de Liverpool (Inglaterra), doutorado pela Universidade de São Paulo e é certificado em cirurgia robótica pela École Européenne de Chirurgie, de Paris. Também estudou robótica e microcirurgia (Fellow Research) no IRCAD da Universidade de Estrasburgo (França), onde participou de uma série de trabalhos sobre microcirurgia robô-assistida.
E Dr. Paulo Muzy - formado em medicina e especialista em ortopedia e traumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). É professor titular de ciências do exercício da Escola Paulista de Ciências Médicas, médico da IFBB (International Federation of Bodybuilding and Fitness) e, desde 2007, trabalha com desempenho esportivo.
¹ Márcio de Castro Ferreira et al. Artroplastia total de joelho e quadril: a preocupante realidade assistencial do Sistema Único de Saúde brasileiro. Revista Brasileira de Ortopedia, 2018.
Equipamento robotizado promete aumentar eficiência das cirurgias ortopédicas
Um equipamento robotizado, que aumenta muito a precisão dos cortes e do implantes de próteses em pacientes com artrose, já está em uso no Brasil. Ele aumenta a eficiência das cirurgias ortopédicas e torna a recuperação no pós-operatório mais rápida.
O Domingo Espetacular (Record TV) conversou com os ortopedistas Dr. Marco Aurélio Silvério Neves e Marco Demange, especialistas neste tipo de cirurgia, sobre a novidade. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=dSQfCPScBvo
Escoliose tem prevenção? Especialista tira dúvidas sobre a doença
Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que a escoliose afeta de 2% a 4% da população do mundo, sendo que 50 milhões dessas pessoas são jovens. Mas o que é escoliose? A pessoa já nasce com ela? Como é feito o diagnóstico? Quando a cirurgia é necessária? Os exercícios físicos ajudam na prevenção? O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o Dr. Alexandre Iutaka, ortopedista do Hospital Moriah, para esclarecer essas dúvidas. Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=LnnCYVF3Xes
Artrose no joelho: qual a vantagem de colocar uma prótese personalizada?
Se existe algo com vocação para evitar atritos é a cartilagem que recobre as estruturas do nosso joelho. Cerca de cinquenta vezes menos áspera do que aquele revestimento antiaderente das panelas e cinco vezes mais lisa do que uma pedra de gelo, ela desliza como poucos. Ainda bem.
Se não fosse essa lisura toda, a movimento da perna emperraria, já que a articulação é solicitada ao menor passo. Que dirá para a gente se sentar, se agachar, chutar, dançar, fazer um esporte...
Só que, ao longo da vida, surgem situações capazes de tornar essa cartilagem mais e mais rugosa. Num dia, um machucado bobo durante o exercício. Noutro, por azar, quem sabe um rompimento de um ligamento que ajudava a estabilizar tudo aquilo. Os quilos a mais, que muitos acumulam com os anos, também pesam. A própria idade também, claro.
A aspereza torna o atrito inevitável. E ele, por sua vez, leva a um desgaste. "Chega um momento em que osso encosta com osso", descreve o ortopedista Marco Demange, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e médico do Hospital Moriah, em São Paulo.
Diga-se que não falta osso para raspar dolorosamente um no outro. Na parte de cima, da coxa, o fêmur. Abaixo, a tíbia da perna. Na frente do próprio joelho, a patela, que no passado foi conhecida como rótula.
O roçar entre eles só piora as coisas, fazendo esses ossos formarem diversos picos. A perna pode acabar até desviando de direção. Nessa altura, estamos falando de artrose — e, se as coisas alcançaram esse ponto, que artrose!
Os casos graves exigem a troca do revestimento. O professor Demange, porém, lamenta que a cirurgia seja cogitada tão tarde. Isso porque vê no seu dia a dia pessoas que, aos 60 e poucos anos ou até antes, já não conseguem dar uma bela caminhada no parque, jogar uma partida de tênis, nadar ou pedalar um pouco mais sem reclamar dos joelhos.
"Persiste uma mentalidade antiga: só operar quando não aguentar mais", observa. "Com isso, o indivíduo às vezes fica dois, três, cinco anos sem praticar muita atividade física, perdendo musculatura e desenvolvendo osteopenia, isto é, ficando com os ossos mais enfraquecidos ", explica. Isso comprometerá ainda mais a qualidade de vida no futuro.
O médico, no entanto, compreende. A durabilidade das próteses, no passado, era bem menor do que hoje. E o resultado às vezes deixava a desejar. Mas isso vem mudando drasticamente nos últimos anos. Ainda mais agora que surgem próteses totalmente personalizadas, moldadas para serem cópias fieis do revestimento original daquela pessoa e de ninguém mais.
Há pouco mais de seis meses, Marco Demange passou a realizar o implante dessas próteses customizadas no Moriah, sendo um dos primeiros a fazer isso no Brasil.
Como é a colocação de prótese
O procedimento para a colocação de próteses nos joelhos de certa maneira segue quase o mesmo passo a passo desde os anos 1970, quando o cirurgião ortopédico britânico John Insall, radicado nos Estados Unidos, criou a primeira delas.
Antes dele, o que era feito é praticamente desconsiderado: os cirurgiões colocavam uma espécie de dobradiça grosseira no lugar das articulações, o que os obrigava a tirar um bocado de osso. Não funcionava. Insall foi quem teve a sacada de que os joelhos só precisavam mesmo era de um revestimento novo.
Para substituí-lo, a incisão tem uns 12 centímetros. "Primeiro, é como se a gente descascasse uma laranja", compara o professor Demange, falando da retirada da cartilagem comprometida do osso de cima, do osso de baixo e, ainda, da patela.
Na superfície limpa, além de empregar brocas, o médico espalha um cimento, parecido com aquele usado pelo dentista. Gruda, então, uma prótese lembrando a sola de um sapato no osso inferior. Uma outra é colada contornando toda a extremidade do osso de cima, como se a abraçasse.
Entre os dois ossos — o de cima e o de baixo —, o cirurgião insere um plástico de altíssima resistência, feito um pequeno colchão de polietileno. Para acabar, bem na frente, reinstala o osso da patela, o qual também recebe uma nova capa em sua face interior, lembrando uma palmilha.
Tudo não chega a durar duas horas. "E, com isso, a articulação passa a esticar e a dobrar sem os ossos rasparem uns nos outros", garante o ortopedista.
Uma diferença da prótese totalmente personalizada é que, cerca de dois meses antes de o sujeito entrar no centro cirúrgico, é feita uma tomografia computadorizada do joelho a ser operado.
As imagens são enviadas para uma empresa americana, criada por um médico egresso da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde chegou a chefiar a radiologia do Brigham and Women's Hospital. Elas servem de referência para a criação de próteses que se encaixam com precisão milimétrica nos ossos retratados pelo exame.
O encaixe faz a diferença
A inovação mereceu alarde na mídia quando, em 2019, o empresário Jorge Paulo Lemann, aos 80 anos, substituiu as articulações do joelho por essas próteses metalizadas, feitas com uma liga de titânio. Na ocasião, o "homem mais rico do Brasil", segundo os rankings de economia, foi operado na Suíça. E, graças às peças desenhadas para ele, voltou rapidamente às quadras de tênis que são sua paixão.
"Quanto melhor o encaixe da prótese, muito melhor a qualidade do movimento. A fisioterapia ainda acaba sendo mais rápida", nota Marco Demange. E, em matéria de encaixe, a evolução vem sendo notável.
Só que os primeiros modelos dos anos 1970 eram simplesmente arredondados, sem as curvas da anatomia humana. Sem contar que havia apenas três tamanhos — pequeno, médio e grande.
De lá para cá, a quantidade de tamanhos multiplicou — as últimas gerações, que apareceram há pouco mais de uma década, têm dez. O desenho também ficou mais parecido com o dos nossos ossos. E agora existem próteses para o joelho esquerdo e próteses para o joelho direito.
De qualquer maneira, é sempre um formato padrão. "Se a tíbia de um paciente não se encaixa exatamente na prótese, eu preciso fazer ajustes", conta o o médico. "Posso desbastar um pouco o osso ou soltar um pouco os ligamentos até ela encaixar direito", exemplifica.
Ele compara com um sapato: "É como se, quando o calçado está apertado, eu precisasse cortar o dedinho da pessoa para caber. Ou, ao contrário, quando está folgado, tivesse de apertar demais o laço para não sair do pé".
Ajustes assim explicam por que até os anos 1990, 30% das pessoas operadas não achavam o resultado da cirurgia tão legal. Nelas, os joelhos não voltavam a ser como antes da artrose.
Era a mesma impressão de 15% a 20% dos pacientes operados no início dos anos 2000. Isso caiu para 5% com as próteses surgidas a partir de 2010. "E, no caso da prótese totalmente personalizada, apenas 2% sentem algo um pouco diferente, apontando um resultado abaixo da expectativa."
Esse salto tem um preço. Nos Estados Unidos, a prótese totalmente personalizada custa 1,5 vez mais do que outra de última geração. No Brasil, é três vezes mais cara, saindo por volta de 60 mil reais.
Quando a novidade não é indicada
"Se não houvesse o obstáculo do recurso financeiro, eu só não indicaria a prótese totalmente personalizada em duas situações", afirma o professor Demange.
Uma delas é quando o caso já está tão avançado que, olhando para a imagem, o médico nota que faltam pedaços de ossos ou que o desvio da perna, provocado pela articulação comprometida, se tornou muito grande. "Aí, eu terei de cortar ossos durante cirurgia para fazer a devida correção e não faz sentido encomendar uma prótese que evitaria justamente a necessidade desse tipo de ajuste", justifica.
Outro motivo para não indicar a inovação é a pressa. Hoje, é preciso esperar dois meses para uma prótese totalmente personalizada aterrissar no Brasil após o envio das imagens. Ela chega junto com um kit de instrumentos cirúrgicos descartáveis, igualmente sob medida, feito com impressora 3D.
"Existem pessoas que conseguem se organizar em determinado momento da vida para ficarem mais paradas e fazerem uma operação", relata o médico. "E elas às vezes não enxergam o benefício quando falamos de esporte, por exemplo. Dizem que não pretendem fazer escaladas, só caminhar até a padaria sem a sensação de incômodo."
Para o ortopedista, a prótese é boa quando você consegue esquecer que os joelhos existem em qualquer situação. E, nesse sentido, os modelos personalizados são a maior garantia de alguém não se lembrar deles por muito tempo, talvez por toda a vida.
Reportagem de Lúcia Helena, colunista do UOL, para o portal Viva Bem, publicada em 09 de maio de 2023. Para verificar o conteúdo na íntegra, acesse: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2023/05/09/artrose-no-joelho-qual-a-vantagem-de-colocar-uma-protese-personalizada.htm
Dr. Marcelo Sampaio tira dúvidas sobre o choque anafilático
Quais são os sintomas e causas do choque anafilático? Que alimentos devem ser evitados por quem corre este risco? O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV) convidou o Dr. Marcelo Sampaio, cardiologista do Hospital Moriah, para esclarecer essas e muitas outras dúvidas.
https://www.youtube.com/watch?v=kEIOhnNhcEM
Dr. Mariano Tamura explica sobre a importância do diagnóstico precoce da endometriose, doença que afeta mais de 7 milhões de brasileiras
No Brasil, 7 milhões de mulheres sofrem com a endometriose. O diagnóstico precoce pode evitar complicações como a infertilidade e melhorar a qualidade de vida da paciente. A doença inflamatória altera o funcionamento do endométrio, tecido que reveste o útero por dentro e onde o óvulo se implanta depois de fertilizado. O Jornal da Record (Record TV) conversou o Dr. Mariano Tamura, coordenador do Instituto de Miomas e Endometriose do Hospital Moriah, sobre o assunto. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=Xbku7zNH1po
Dr. João Manzano explica a importância do diagnóstico do câncer de bexiga
Todos os anos, mais de 11 mil brasileiros, sobretudo do sexo masculino, são vítimas do câncer de bexiga. A doença é muitas vezes confundida com infecção urinária, o que acaba retardando uma consulta médica e, por consequência, o diagnóstico. Quando detectado no início, o câncer de bexiga chega a ter 90% de chance de cura. Quem já enfrentou esse inimigo sabe muito bem da importância desse acompanhamento. O programa Hoje em Dia (Record TV) produziu uma reportagem especial sobre a doença e convidou o urologista Dr. João Manzano para falar sobre o assunto. Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=-bUMm7H9z2c
Células reprogramadas podem combater o câncer de mama
Um estudo realizado pela Fiocruz Minas revelou que células podem ser reprogramadas para combater o câncer de mama, e o programa JR News (Record News) convidou o oncologista Dr. Auro del Giglio para comentar o assunto. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=Jg-ENPhdnkI

















