Médica associada ao Moriah

Médica associada ao Moriah é convidada pela OMS para integrar board editorial

A Dra. Kátia Ramos Moreira Leite, patologista do corpo clínico do Hospital Moriah, acaba de ser convidada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para integrar o comitê editorial dos livros que a Instituição publica sobre câncer, os Blue Books.

Os Blue Books são as publicações que divulgam a padronização tanto da nomenclatura que os tumores devem receber, de acordo com suas classificações, quanto todos os demais termos utilizados na oncologia mundial, de forma a estabelecer consensos que ajudarão pesquisadores e profissionais da saúde no trato dessa doença desafiadora.

Essas diretrizes que passam a contar com o expertise da Dra. Kátia balizam o trabalho de patologistas, oncologistas clínicos e diversos profissionais ligados ao tratamento do câncer em todo mundo e têm que estar alinhados com o conhecimento mais inovador possível e também baseado em evidências científicas consistentes.

A Dra. Kátia assume essa função pelos próximos 3 anos (de 2022 a 2024), período em que atuará diretamente na revisão e atualização dos 15 volumes dos Books, que são publicados de acordo com cada especialidade. Ela também segue dirigindo o Laboratório Genoa/LPCM, parceiro do Hospital Moriah, que é um dos mais conceituados laboratórios de patologia do país.


Biópsia de Próstata

Biópsia de Próstata – Inovação no Diagnóstico

Disponível no Hospital Moriah, a biópsia transperineal de próstata é um método seguro e eficiente para os homens.

Você sabia que um em cada oito homens é diagnosticado com câncer de próstata? Por ser tão frequente é fundamental o acompanhamento anual com o urologista para aqueles com mais de 45 anos. O diagnóstico precoce é o melhor caminho. Sempre em busca de inovação e tecnologia, o Hospital Moriah, localizado na capital paulista, oferece aos pacientes a biópsia para câncer de próstata via perineal.

O procedimento, que anos atrás era realizado como regra, foi substituído pela via retal. Em 2021, o método voltou a ser recomendado e pode ser realizado no Instituto da Próstata do Moriah. O motivo? Em janeiro, a Revista European Urology publicou um position paper da Associação Europeia de Urologia alertando para a prevenção de infecção pós-biópsia. No documento, uma análise metodológica de sete estudos randomizados demonstra uma redução de 95% de complicações por infecção quando usada a biópsia transperineal, comparada com a biópsia mais realizada no Brasil, que é a por via retal.

O documento também mostrou uma revisão sistemática incluindo 165 estudos com o total de 162.577 pacientes descrevendo taxas de sepse de 0,1% e 0,9% para biópsias transperineais e transretais, respectivamente. E por isso, o documento questiona por que não mudar a abordagem das biópsias, tendo em vista essas evidências.

Como funciona?

A biópsia de próstata é feita por meio de uma agulha guiada por ultrassonografia e, na biópsia transperineal, essa agulha é introduzida pela região do períneo e coleta os fragmentos em toda a extensão da próstata.

Segundo Victor Srougi, coordenador de Urologia do Hospital Moriah e responsável pelas biópsias na Instituição, “essa via também possibilita um aumento do diagnóstico de câncer significativo, deixando o especialista mais seguro quanto ao câncer que não precisa ser operado, mas sim acompanhado”.

O procedimento perineal tem acesso mais amplo à próstata, aumentando a chance do diagnóstico na presença de tumor. Estima-se que 20 a 30% dos cânceres de próstata cresçam em regiões nas quais a biópsia retal as alcança com maior dificuldade.

Precisão e praticidade

A biópsia transperineal é realizada com sedação, que permite a entrada e saída do paciente do hospital em 6 horas e retorno às atividades cotidianas no dia seguinte. Um equipamento que, acoplado ao ultrassom, guia a agulha através da marcação precisa dos pontos a serem analisados, criando um mapa da próstata com a localização exata de cada fragmento retirado. Isso a torna ideal para quem precisar reinvestigar áreas suspeitas, ou mesmo para pacientes com tumores de próstata de baixo risco e que apenas fazem o acompanhamento sistemático, que necessitem de biópsias esporádicas para o monitoramento da doença.

Trata-se de um procedimento que minimiza o crescente problema de infecções urinárias após biópsias de próstata, com baixo risco de outras complicações, com maior poder diagnóstico e ótimo para pacientes com necessidade de refazer uma biópsia, por qualquer circunstância.

• Mais de 300 pacientes atendidos

• Complicações pós-procedimento: retenção urinária <1% e infecção <1%

• Sem sangramento retal

Saiba mais sobre a biópsia transperineal no vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=TK7NDc6TyPs

Informe publicitário publicado nas edições de dezembro da revista Fazenda Boa Vista        (n.º 34 ) e Fazenda Da Grama (n.º 70). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.


reconstrução do seio

Hospital Moriah usa tecnologia inovadora para preparar pacientes para reconstrução do seio

Para as mulheres com câncer de mama, uma reconstrução bem-feita é essencial.

Em São Paulo, o Hospital Moriah usa uma tecnologia inovadora que prepara pacientes para a colocação de uma prótese. Trata-se de um expansor feito de silicone, que é preenchido aos poucos com a ajuda de uma agulha com soro fisiológico.  O procedimento é repetido em consultório por algumas semanas, até que a mama atinja o volume natural. O coordenador da Cirurgia Plástica da Instituição, Dr. Alexandre Mendonça Munhoz, conversou com a equipe do Jornal da Record sobre o assunto.

Confira!

https://youtu.be/kGBeM9BeLYY


Terapias gênicas e radiofármacos

“Terapias gênicas e radiofármacos devem em breve substituir as cirurgias”, diz urologista Victor Srougi

Há mais de uma década que novembro é o mês de conscientização sobre saúde masculina no Brasil. A campanha Novembro Azul foi criada na Austrália em 2003 e ganhou o mundo sobretudo para prevenir o câncer de próstata.

Por aqui, esse câncer é o segundo mais frequente, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. De acordo com estatísticas do Instituto Nacional de Câncer, a doença fez 15,9 mil vítimas fatais em 2019.

O diagnóstico precoce é a única garantia de melhores resultados no tratamento. O problema é que na solução mora também uma armadilha.

Esse tipo de câncer é silencioso nos estágios iniciais, e uma parcela considerável da população masculina ainda negligencia o cuidado com a própria saúde.

Segundo informações da Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com o Ministério da Saúde e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), 82% das mulheres foram ao médico em 2019 – entre os homens, apesar de ter havido um aumento em comparação a anos anteriores, a proporção ficou em 69% (em 2013, era de 63%).

Sete em cada dez homens que procuram assistência médica o fazem por pressão da esposa ou dos filhos.

Seja por orgulho, medo de um diagnóstico desfavorável ou de uma possível cirurgia, a ida ao consultório acaba protelada.

A vantagem é que a urologia é uma área que se beneficiou de técnicas robóticas e minimamente invasivas para otimizar diversas etapas de seus procedimentos e reduzir os riscos de complicações aos pacientes.

No Brasil, um dos nomes responsáveis por esse avanço é o do médico Victor Srougi, principalmente com seu trabalho com biópsias transperineais.

Ele é doutor pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), fez pós-graduação em cirurgia minimamente invasiva na Universidade de Heidelberg, na Alemanha, em Uro-Oncologia no Hospital Sírio Libanês e em cirurgia robótica no Instituto Montsouris, da Universidade Paris Descartes, na França.

Atualmente, é médico do setor de Laparoscopia e de Tumores de Adrenal da Urologia do Hospital das Clínicas e instrutor de laparoscopia urológica, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Além disso, Victor é filho do cirurgião e professor da Faculdade de Medicina da USP Miguel Srougi, um membro honorário da Academia Nacional de Medicina, reconhecido internacionalmente pelo pioneirismo na urologia e pela intensa publicação científica – ele tem mais de 820 artigos publicados.

Miguel é o idealizador do Instituto da Próstata do Hospital Moriah – hospital, aliás, onde Victor atua hoje como chefe de equipe de Ensino e Pesquisa.

Entre os milhares de pacientes atendidos nos últimos 50 anos por Miguel figuram nomes como Michel Temer, Joseph Safra e Abilio Diniz.

Em entrevista a Future Health, Victor Srougi falou sobre novas técnicas, sua paixão pela área e a influência do pai.

O câncer de próstata é o segundo câncer mais letal entre os brasileiros. A partir da sua experiência, como é possível reverter esses números no país?

Não há uma maneira eficaz para prevenir o câncer de próstata. Por isso, para reduzir a letalidade, é necessário fazer o diagnóstico precoce. Quando descobrimos o câncer no início, curamos definitivamente mais de 90% dos pacientes.

Qual é afinal a frequência ideal para consultar um urologista?

Idealmente os homens devem ir anualmente ao urologista para fazer o toque da próstata e colher o PSA [exame sanguíneo].

Diversas pesquisas comprovam que as mulheres vão mais ao médico que os homens. Você vê essa resistência masculina no seu consultório?

Essa tendência está mudando com o tempo. As novas gerações aceitam melhor o exame do toque. Essa mudança se deve principalmente às campanhas de conscientização como o Novembro Azul e à exposição constante na mídia sobre doenças urológicas. As brincadeiras, piadas sobre o tema até ajudam a desconstruir esse tabu e tornam o processo mais descontraído.

Como funciona a biópsia perineal da próstata? E quais são as vantagens em relação à biópsia convencional?

Ambos utilizam um ultrassom através do reto, como se fosse um toque, para orientar a entrada das agulhas na próstata. A diferença é que na biópsia convencional ou transretal, as agulhas que colhem os fragmentos da próstata entram pela mesma via que o ultrassom e atravessam a parede do intestino para chegar no alvo. Já na biópsia transperineal, as agulhas entram pela faixa de pele entre o ânus e o escroto [períneo]. Como o intestino é colonizado por inúmeras bactérias, na biópsia transretal há a possibilidade de contaminação da próstata. O risco de infecção na próstata após esse procedimento é de cerca de 5%.

Na biópsia transperineal, o risco de infecção é menor do que 0,5%, já que a pele não contém tantas bactérias e pode ser facilmente esterilizada.

Além disso, na biópsia transperineal não há risco de sangramento retal, que ocorre em cerca de 10% dos pacientes após o procedimento pelo método convencional. Esses dados culminaram com uma recomendação recente da Sociedade Europeia de Urologia de que todas as biópsias de próstata devem ser preferencialmente realizadas pela via transperineal. Essa tendência deve ser difundida no resto mundo nos próximos anos.

Esse procedimento não é novo. Por que ele voltou a ser recomendado?

Por ser mais seguro para o paciente, principalmente quando se trata de infecções. Isso também implica numa redução de gastos das seguradoras e convênios, que não precisam tratar as complicações. Pelo mesmo motivo, é menos traumático para o paciente.

Você poderia explicar como funciona a sua técnica de cirurgia minimamente invasiva?

Existem diversas técnicas de cirurgia minimamente invasiva, desde cirurgias pela uretra para tratar problemas na próstata, cirurgia laparoscópica e robótica para acessar órgãos abdominais e corrigir suas patologias e procedimentos com agulhas, introduzidas pela pele até o rim, para destruir tumores através de congelamento ou superaquecimento.

Na sua opinião, quais inovações tecnológicas recentes mudaram a maneira de tratar pacientes na sua área?

Todas as técnicas minimamente invasivas, após terem a eficácia comprovada, diminuem o risco de complicações, aceleram a recuperação e, portanto, diminuem o trauma emocional do paciente num momento frágil, em que ele tem que passar por algum tratamento. Houve uma tremenda mudança com as cirurgias para tratar o crescimento benigno da próstata, tumores urogenitais e outras doenças benignas.

Ainda sobre mudanças na urologia, se você pudesse apostar em alguma tecnologia promissora que pode trazer grandes ganhos para a sua especialidade no futuro, em quais você apostaria?

Antigamente repetia-se o jargão: “Grandes cirurgiões, grandes incisões”. Hoje as cirurgias reduziram-se a pequenos furos na pele [laparoscopia ou robótica]. Mais ainda: fazemos tratamentos com agulhas ou máquinas que emitem ondas de ultrassom à distância e são capazes de destruir um tumor na próstata. Vamos chegar a um ponto em que as medicações serão as protagonistas, e não mais os cirurgiões. Terapias gênicas, fármacos ligados a moléculas radioativas capazes de destruir tumores e vírus reprogramados para destruir alvos específicos ocuparão o lugar das cirurgias.

O seu pai, o professor Miguel Srougi, é um dos maiores urologistas do país. Como a carreira dele influenciou a sua decisão de se dedicar à mesma área?

Meu pai influenciou minhas escolhas por duas razões: primeiro, fui exposto à urologia desde criança, o que contribuiu para despertar minha curiosidade e interesse sobre a área.

Segundo, porque ele é meu modelo e, obviamente, me espelho em sua trajetória.

Existem pontos negativos de ter o pai como uma figura proeminente na mesma área, mas certamente são irrelevantes diante de todas as vantagens que tive no convívio intenso entre pai e filho, tendo o privilégio de aprender com o exemplo, não só sobre teoria urológica mas também sobre humanismo, que é a sua principal marca.

Vocês costumam trabalhar juntos? Poderia compartilhar alguma lição que você aprendeu com ele e que leva para o seu dia a dia como médico?

Trabalhamos intensamente juntos. A empatia que exerce em cada consulta, com a equipe de saúde, com os funcionários do hospital, desde os diretores até o porteiro, com todos que cruzam o seu caminho, é a principal lição. Ele espalha a felicidade no seu entorno e com isso, cercado de pessoas felizes, também vive mais feliz. Os pacientes tratados por ele, num momento difícil de sua existência, por qualquer que seja o problema de saúde, são contagiados por esse astral e também têm o seu sofrimento aliviado.

O que motiva você a ser urologista hoje?

Hoje já não pontuo mais os motivos. É irracional. Como uma paixão.

Fora do consultório e dos centros cirúrgicos, o que inspira você?

Minha família é o alicerce da minha vida. Fico feliz ao sair de casa cedo para trabalhar, mas fico feliz também de poder voltar e encontrar o sorriso doce da minha esposa e das minhas filhas. Minha válvula de escape no dia a dia é a natação, e meus sonhos são sobre minhas próximas pescarias, que me levam a aventuras em lugares ermos e me lembram que sou só um ser humano insignificante diante da natureza imponente.

Que notícia você gostaria de ler sobre sua especialidade no jornal amanhã?

Manchete: “Novo aclamado presidente do Brasil é médico urologista!” [risos]. Brincadeira.

Gostaria que se falasse mais sobre:

1. Quando as cirurgias minimamente invasivas devem ser deixadas de lado.

2. O uso indiscriminado da reposição de testosterona.

3. A angústia dos casais inférteis.

Fonte: Entrevista cedida à repórter Pâmela Carbonari e publicada no portal Future Health em 29/11/2021. Link para acesso: https://futurehealth.cc/terapias-genicas-radiofarmacos-substituir-cirurgias-urologista-victor-srougi/


destac trombose covid

Estudo revela risco maior em desenvolver trombose como consequência de infecção por covid

A trombose mata mais de 1,2 milhão de pessoas no mundo por ano. E agora, com a pandemia, o número de casos aumentou 30% em pacientes que ficaram internados na UTI. Segundo a pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, o risco de desenvolver trombose como consequência de uma infecção por covid-19 é até 10 vezes maior. Mas a boa notícia é que é possível evitar a doença e, mesmo pra quem convive com ela, levar uma vida normal. A reportagem do programa Domingo Espetacular (RecordTV) conversou com o cardiologista do Hospital Moriah Dr. Leandro Echenique sobre o assunto. Confira!

https://youtu.be/-Rrh6h7odDk


cirurgias robóticas

As 1.500 cirurgias robóticas do Hospital Moriah são destaque no programa Fala Brasil

O programa Fala Brasil (Record TV) acompanhou a 1500ª cirurgia robótica do Hospital Moriah, um procedimento cardíaco realizado sem a necessidade de abrir o paciente. A recuperação pós-operatória é muito mais rápida. Confira!

https://youtu.be/OxyxaPCaAB4


imunoterapia

Avanço da imunoterapia traz esperança para milhares de mulheres

No terceiro episódio da série especial "Câncer, Novos Caminhos", o Jornal da Record (Record TV) falou sobre a imunoterapia, uma das áreas mais promissoras na luta contra o câncer e que usa medicamentos para fortalecer o sistema imunológico. Esse tipo de tratamento pode se tornar uma esperança nos casos em que a doença ataca os órgãos femininos.

A equipe do JR conversou com a ginecologista Dra. Vanessa Alvarenga e com o oncologista Dr. Raphael Brandão sobre esses tipos de câncer, que são responsáveis pela morte de uma mulher por hora no Brasil.

https://www.youtube.com/watch?v=52NC3Upxi-U


reconstrução mamária

Técnicas cada vez mais avançadas auxiliam na reconstrução mamária

Por ano, mais de 66 mil mulheres recebem o diagnóstico de câncer de mama em todo o Brasil. O momento é sempre apavorante, mas o combate a esse tipo de câncer tem evoluído bastante.

No segundo episódio da série especial "Câncer, Novos Caminhos", o Jornal da Record (Record TV) mostra que novas tecnologias e materiais cada vez mais modernos fazem o tratamento ser menos invasivo e a reconstrução, quando necessária, mais perfeita. Mais que estética, a reconstrução mamária resgata a autoestima, ajuda na adesão ao tratamento, acelera a recuperação de mulheres já tão impactadas por uma doença que muda a rotina e rouba uma parte tão importante e simbólica do corpo feminino. Sobre o assunto, a equipe do JR conversou com o Coordenador da Cirurgia Plástica do Hospital Moriah, Dr. Alexandre Mendonça Munhoz. Confira a reportagem na íntegra!

https://www.youtube.com/watch?v=TM6zV0P9Nl4


câncer de próstata

Tecnologias e tratamentos modernos ajudam a superar o câncer de próstata

No primeiro episódio da série especial "Câncer, Novos Caminhos", o Jornal da Record (Record TV) abordou a luta contra o câncer de próstata, o segundo mais recorrente no sexo masculino, atrás apenas do câncer de pele. O preconceito ainda é um obstáculo para prevenir a doença, mas bem menos do que no passado. Os urologistas do Hospital Moriah, João Manzano e Victor Srougi, falam sobre as novas tecnologias e como os tratamentos modernos também têm contribuído na luta contra o câncer de próstata. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=HvC9AHRzQns


Biópsia para o câncer de próstata

Biópsia para o câncer de próstata por via perineal volta a ser recomendada após 40 anos

Em janeiro deste ano a revista European Urology publicou um position paper da Associação Europeia de Urologia alertando para a prevenção de infecção pós-biopsia. No documento, uma metanálise de sete estudos randomizados demonstra uma redução de 95% de complicações por infecção quando usada a biopsia transperineal, comparada com a biopsia mais realizada no Brasil, que é a por via retal.O documento também mostrou uma revisão sistemática incluindo 165 estudos com o total de 162.577 pacientes descrevendo taxas de sepse de 0,1% e 0,9% para biopsias transperineais e transretais, respectivamente. E por isso, o documento questiona por que não mudar a abordagem das biopsias, tendo em vista essas evidências.A biopsia de próstata é feita por meio de uma agulha guiada por ultrassonografia e na biopsia transperineal essa agulha é introduzida pela região do períneo e coleta os fragmentos em toda a extensão da próstata.Segundo Victor Srougi, urologista do Hospital Moriah e responsável pelas biopsias na Instituição, “essa via também possibilita um aumento de 81% de diagnóstico de câncer significativo e diminuição de 40% na detecção de câncer insignificante (que não precisa ser operado, mas sim acompanhado)”.



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