Robô colaborativo para implante de prótese de joelho está disponível para pacientes no Brasil
O ROSA® Knee System é um sistema robótico projetado para ajudar os cirurgiões a otimizar a precisão e a eficiência do planejamento e execução de uma cirurgia de substituição total do joelho
O Brasil é um dos primeiros países da América Latina a oferecer aos pacientes o acesso a um inovador sistema de robótica para uso em cirurgia de implante de prótese de joelho. O ROSA Knee System foi desenvolvido pela Zimmer Biomet, empresa multinacional americana e líder global em saúde musculoesquelética. O ROSA Knee é composto por uma plataforma robótica, com ferramentas de planejamento pré-operatório 3D e dados intra-operatórios em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea, projetada para facilitar a precisão do corte ósseo e análise de amplitude de movimento. A tecnologia e seu uso foram recentemente aprovados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O ROSA Knee foi projetado para ajudar os cirurgiões a otimizarem a precisão e a eficiência do planejamento e execução de uma cirurgia de substituição total do joelho. Estudos recentes nos Estados Unidos mostram que um em cada quatro pacientes não está completamente satisfeito com seu novo joelho. O ROSA Knee auxilia o cirurgião no posicionamento adequado do implante com a anatomia específica do paciente em mente.
“Estamos entusiasmados com o lançamento do ROSA Knee, que reúne a tecnologia robótica da Zimmer Biomet com nossos implantes de joelho, líderes do setor, para ajudar os cirurgiões a personalizar procedimentos cirúrgicos para seus pacientes. A Zimmer Biomet tem o compromisso de liderar a indústria ao trazer soluções diferenciadas e holísticas para o mercado, que atendam às necessidades de nossos clientes e pacientes”, declara Eduardo Uribe, vice-presidente e gerente geral da América Latina.
“A cirurgia de joelho bem-sucedida depende da habilidade do cirurgião, da qualidade da prótese, da qualificação e preparo do hospital e dos instrumentais que serão utilizados. O ROSA Knee permite a eficiência de instrumentos e processos, o que reflete diretamente na recuperação da mobilidade e da qualidade de vida do paciente”, ressalta Dr. Marco Demange, ortopedista especialista em cirurgia de joelho do Hospital Moriah e professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).
Sobre o ROSA Knee
O ROSA Knee é um sistema cirúrgico assistido por robô, projetado para ajudar os cirurgiões na realização da cirurgia de substituição total do joelho, com recursos para auxiliar nas ressecções ósseas, bem como avaliar o estado dos tecidos moles para facilitar o posicionamento do implante no período intraoperatório. O sistema fornece uma análise contínua de dados para auxiliar na tomada de decisões complexas e permite que os cirurgiões usem a tecnologia de computador e software para posicionar instrumentos cirúrgicos, permitindo grande precisão durante os procedimentos. O ROSA Knee apresenta o protocolo de imagem X-Atlas™ - que fornece imagens pré-operatórias baseadas em raios-X para criar um modelo 3D e plano da anatomia óssea de um paciente - e mapeamento intraoperatório em tempo real da anatomia e movimento de um paciente, para ajudar os cirurgiões a personalizarem procedimentos e otimizarem a colocação do implante.
Referências
1. Bourne, R., et al. Patient Satisfaction After Total Knee Arthroplasty: Who Is Satisfied and Who Is Not? Clinical Orthopaedics and Related Research. 468: 57–63; 2010.
2. Pre-Surgical & Post-Surgical Patient Insights & Needs PPTX. Market Strategies International. 30 de março de 2009.
- Texto da Zimmer Biomet, site: www.zimmerbiomet.com.br.
Na pandemia, mexa-se para evitar quedas e fraturas
Falta de atividade física imposta pelo isolamento social leva a enfraquecimento e aumenta risco de quedas e fraturas, alerta especialista
Nossos idosos já conhecem muito bem quanto uma caminhada matinal contribui com a saúde. Todos os médicos prescrevem: fiquem ativos! E é comum ver, logo cedo, dezenas de senhores e senhoras caminhando nas praças e parques ou se exercitando em equipamentos públicos de ginástica. A situação mudou com os riscos aterrorizantes da pandemia.
Nesses sete meses, nos recolhemos ao máximo às nossas casas. Os idosos, então, nem se fale. Quanto mais abrigados, mais protegidos contra o coronavírus que, sem dúvida, é uma ameaça grave. Mas como manter a tal rotina de exercícios? A grande maioria parou totalmente suas atividades, o que leva à perda de massa muscular e consequentemente, ao enfraquecimento.
Esse enfraquecimento, aliado a problemas já comuns ao idoso como a visão menos acurada e a perda de reflexos, acaba por provocar as temidas quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevalência de quedas após os 65 anos gira entre 30 e 60% e essas pessoas caem ao menos uma vez por ano.
A queda pode ser da própria altura ou de uma cadeira ou da cama. Se somamos esse enfraquecimento muscular a uma casa mal preparada, com degraus, tapetes e móveis na altura errada, além de calçados inadequados, os tombos podem ser ainda mais frequentes e perigosos.
Em uma sociedade que está envelhecendo cada vez mais, como a brasileira, ao examinarmos a população acima de 80 anos, a prevalência de quedas é seis vezes maior. E muitas vezes esse trauma leva ao óbito, tanto imediato, como em decorrência do processo de internação. As fraturas ósseas já são a quinta causa de morte acima dos 65 anos. Um trabalho publicado na Revista Brasileira de Ortopedia revela que a taxa de mortalidade de pacientes com fratura de fêmur submetidos à cirurgia em um hospital no sul do Brasil chegou a 23,6%.
A musculatura é o que dá sustentabilidade ao corpo e é fato que a perda da massa muscular em função do envelhecimento não tem como ser plenamente freada. Entretanto, é possível manter o corpo saudável tendo uma rotina de atividades físicas.
Quem sempre se exercitou – e não deve parar – com certeza terá menor enfraquecimento, mas mesmo quem tinha uma vida sedentária deve ser incentivado a começar, independentemente da idade. É importante, claro, uma visita ao médico antes, que pode indicar o que é melhor e mais adequado para cada um. Mas nunca é tarde para começar.
Uma rotina de exercícios tem uma ação antiqueda, pois também melhora a postura e o equilíbrio. Algumas práticas têm vocação especial para isso, como pilates, ioga e tai chi chuan.
Sabemos que, nestes tempos, tem sido mais difícil se manter ativo em casa e o isolamento social deve continuar até ser seguro o suficiente para retomar as caminhadas em grupo e as atividades nas academias voltadas a idosos. Aí entra a importância da conscientização e do suporte de toda a família e dos cuidadores.
Hoje é possível encontrar aplicativos de celular com sugestões de exercícios adequados para a melhor idade. Mesmo nas redes sociais, gratuitamente, é possível assistir a vários professores e escolas dando aulas e dicas (no Youtube e no Instagram, principalmente).
O que vimos no dia a dia do consultório e dos pronto-atendimentos foi o aumento significativo de idosos vindo com algum osso quebrado. Sobretudo quadril e fêmur, devido à osteoporose que acompanha principalmente as mulheres. Devemos ter em mente que é comum uma queda no idoso provocar fraturas. Às vezes nem se percebe que algo quebrou, mas a dor que perdura mais tempo após uma queda, mesmo aquele desequilíbrio que nem chegou a levar a pessoa ao chão, deve ser investigada.
A osteoporose é, em grande parte, responsável por tantas fraturas. Uma projeção para 2020 prevê 140 mil fraturas de quadril no Brasil. Em outro estudo, de São Paulo, usando os critérios de diagnóstico da OMS, 33% das mulheres na menopausa apresentavam osteoporose na coluna lombar ou no fêmur.
O exercício físico, principalmente os de fortalecimento, como musculação, pilates e ginástica funcional, colaboram muito para evitar a progressão dessa condição. Além da reposição do cálcio, alimentação equilibrada, banhos de sol e algumas medicações em casos específicos.
Precisamos barrar essa progressão no número de quedas e fraturas que a pandemia só fará aumentar. Um idoso acamado é com certeza um idoso em risco de desenvolver outras doenças que podem levá-lo à morte. Proteger os mais velhos nessa pandemia não se resume a ampará-los em casa e abastecê-los de álcool em gel. Devemos mantê-los ativos e se exercitando.
- Texto de Marco Aurélio Silvério Neves, ortopedista e especialista em patologia do quadril e artroplastias do Hospital Moriah, em São Paulo, publicado em 04 de novembro de 2020 no Blog "Com a Palavra", do portal Veja Saúde. Para conferir o conteúdo na íntegra, acesse: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/na-pandemia-mexa-se-para-evitar-quedas-e-fraturas/
Sarcopenia - questão de força
A sarcopenia costuma estar associada ao envelhecimento, mas também pode se manifestar em decorrência de outros fatores, como o sedentarismo e a má alimentação.
O ortopedista do Hospital Moriah, Dr. Jader Junqueira, conversou sobre o assunto com a reportagem do Guia da Farmácia.
A matéria foi publicada na edição de outubro de 2020. Confira!
Hospital Moriah inaugura instituto especializado no tratamento de miomas em São Paulo
O Hospital Moriah, em São Paulo, inaugurou um instituto especializado no tratamento de miomas.
Sob a coordenação do Dr. Mariano Tamura, o Instituto tem como objetivo oferecer tratamentos modernos que evitem o pior: que mulheres percam o útero por causa da doença. O mioma é um tumor benigno que se forma no útero por uma desordem hormonal. Eles podem ser pequenos e múltiplos, ou atingir tamanho maior do que o próprio útero.
Em alguns casos, as mulheres com miomas apresentam sangramento, dor abdominal e dificuldade para engravidar. A doença afeta metade das mulheres brasileiras em idade fértil.
Confira a reportagem veiculada no Jornal da Record.
https://www.youtube.com/watch?v=MgyZpcEv8fo&feature=youtu.be
Desmistificando o mioma uterino
O Instituto de Miomas do Hospital Moriah se dedica ao tratamento desse tumor benigno, que atinge 50% das mulheres, com o objetivo de preservar ao máximo a fertilidade.
Saiba mais no artigo produzido por Abril Branded Content e publicado na edição de 04 de novembro de 2020 da revista Veja São Paulo.

Pedidos de afastamento por dor nas costas crescem devido ao home office
A pandemia obrigou milhões de brasileiros a fazer dentro de casa atividades antes realizadas em ambientes mais preparados, como empresas e universidades. Muita gente teve que improvisar um local para trabalhar e estudar e quem acaba sofrendo é a coluna.
O relaxamento com a postura tem provocado incômodo e as buscas sobre dor nas costas em sites de pesquisas dispararam, assim como as queixas nos consultórios.
O ortopedista do Hospital Moriah Dr. Bruno Braga conversou sobre o assunto com a equipe do Jornal da Record. Confira!
https://youtu.be/xsRQvujXUM4
Especial Saúde: Circulação
Aquela sensação rotineira de pernas pesadas e cansadas, além daquele inchaço no fim do dia são indicativos de que algo não está indo bem com a saúde dos membros inferiores.
A saúde das pernas é tema de um bate-papo com o cirurgião vascular do Hospital Moriah, Dr. Daniel Hachul, publicado na edição de setembro de 2020 do Guia da Farmácia.
Confira a reportagem na íntegra aqui.
Gordura abdominal aumenta risco de morte por câncer de próstata, aponta pesquisa
Segundo uma pesquisa realizada na Inglaterra, a barriga mais avantajada pode estar associada a uma maior incidência de morte por câncer da próstata.
A pesquisa acompanhou a saúde de 218 mil homens com idades entre 40 e 69 anos durante 10 anos. Nesse período, 571 voluntários morreram de câncer de próstata. Os pesquisadores constataram que não havia associação direta da doença com a gordura total do corpo, mas, quando essa gordura estava concentrada na barriga e na cintura, o risco aumentava consideravelmente.
O Jornal da Record conversou com o urologista Victor Srougi e o oncologista Raphael Brandão, ambos do Hospital Moriah, sobre o assunto. Confira!
https://youtu.be/X7r3ipoPUuU
Hospital Moriah lança o Instituto de Fibrilação Atrial
A arritmia cardíaca é a alteração no ritmo cardíaco que acontece quando os impulsos elétricos do coração não funcionam corretamente, causando o descompasso no batimento cardíaco. Mais de 20 milhões de brasileiros sofrem com esse problema de saúde, que pode levar a consequências graves. Por esse motivo, o Hospital Moriah lança o Instituto de Fibrilação Atrial que reúne especialistas clínicos e eletrofisiologistas dedicados ao diagnóstico precoce e tratamento das várias formas de arritmias. O Instituto de Fibrilação Atrial do Hospital Moriah conta com um novo modelo de atendimento, com atenção multidisciplinar - fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas, além dos médicos - que envolve o diagnóstico específico dos tipos de arritmia, o acompanhamento do clínico e as principais técnicas de tratamento. A palpitação no peito A palpitação é a percepção do batimento cardíaco alterado, causando um desconforto na região do peito. Os desmaios, tonturas e até dor no peito também podem ocorrer. É uma doença que pode afetar desde crianças até adultos, sendo mais comum após os 60 anos. A incidência da doença, na modalidade da Fibrilação Atrial, antes dos 60 anos é de 1% da população, mas após os 60, pode chegar a 10%. O agravamento da arritmia cardíaca pode levar a sérias consequências, sendo fundamental o diagnóstico e tratamento precoces. Segundo a cardiologista coordenadora do Instituto de FA, Fátima Dumas Cintra, que atua acompanhando pacientes com arritmia, “algumas condições clínicas favorecem o aparecimento de arritmias cardíacas e a apneia obstrutiva do sono está muito associada a ocorrência de fibrilação atrial, uma das formas de arritmias comum”. O Instituto de FA oferece vários tipos de tratamentos, um para cada tipo de arritmia: para a diminuição da frequência cardíaca, bradicardias, pode ser necessário o uso de marcapasso – um pequeno dispositivo que é implantado na região do peito, que regula os impulsos elétricos. A ablação por cateter é uma modalidade muito efetiva e com excelentes resultados principalmente para as taquicardias. Através do estudo eletrofisiológico, o foco da arritmia é localizado (diagnóstico) e em seguida é realizada a ablação com o auxílio de cateteres posicionados dentro do coração, para a eliminação completa dos focos arrítmicos. Os cateteres podem fazer a correção da arritmia pela emissão de radiofrequência ou por congelamento. É uma cirurgia minimamente invasiva e há alternativas prescritas inclusive para crianças, com alta no mesmo dia. O implante do desfibrilador é outra forma de tratamento para casos selecionados que o Instituto de FA irá oferecer. Serviço:Instituto de Fibrilação Atrial do Hospital MoriahInformações sobre consultas: (11) 5080-7800
Hospital Moriah inaugura em São Paulo centro especializado em arritmia cardíaca
Cerca de 20 milhões de brasileiros sofrem de arritmia cardíaca. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem evitar graves consequências para a saúde, como o AVC - acidente vascular cerebral - e o infarto. O Hospital Moriah, em São Paulo, inaugurou um centro multidisciplinar para o diagnóstico, tratamento e prevenção de arritmias cardíacas.
https://youtu.be/E-2Ays4ezvw










