Tumores de hipófise

Tumores de hipófise: Doença rara, sintoma grave

Tumores de hipófise não são comuns, mas podem levar à cegueira.

Conheça o trabalho do Centro de Excelência em Cirurgia de Hipófise no artigo produzido por Abril Branded Content e publicado na edição de 23 de setembro de 2020 da revista Veja São Paulo.


humanizar internações

Hospitais atendem desejos de pacientes para humanizar internações

Uma internação hospitalar é sempre cercada de insegurança emocional, ainda mais em tempos de pandemia, onde as visitas são restritas, às vezes, proibidas. No entanto, muitos profissionais de saúde procuram humanizar essa experiência, atendendo aos desejos dos pacientes, como festinhas, videochamadas e até comida japonesa.

Confira na reportagem do programa Hoje em Dia (Record TV!):

https://youtu.be/U85Hv4k98zg


cirurgias robóticas de cabeça e pescoço

Hospital Moriah inicia cirurgias robóticas de cabeça e pescoço

Hospital se consolida como um dos principais centros de cirurgia robótica do país oferecendo a técnica em cinco especialidades.

O Hospital Moriah realizou sua primeira cirurgia robótica de cabeça e pescoço e agora a maioria das especialidades cirúrgicas já podem ser realizadas com o robô cirúrgico, no Moriah: cirurgia do aparelho digestivo, desde a retirada de vesícula pelo portal único (single port) até remoção de tumores e cirurgias de obesidade e metabólicas; cirurgia cardíaca, como a troca de válvulas cardíacas; cirurgias ginecológicas para cânceres, endometriose e miomas; cirurgias urológicas e também as de cabeça e pescoço, como a ressecção de glândula submandibular, realizada pelo Dr. Antônio Bertelli.

O paciente possuía uma inflamação das glândulas salivares chamada Sialoadenite, que causa dores na boca. Com o robô cirúrgico, a cicatriz no paciente ficará escondida atrás da orelha ao invés de no pescoço.

O robô cirúrgico proporciona cirurgias seguras e mais confortáveis para médico e paciente, além de causar menos sangramento, menos dor e uma alta hospitalar mais rápida.


Coração

Coração em foco

Uma equipe especial formada para acompanhar o paciente cardíaco desde sua primeira consulta até o procedimento final. Essa é a proposta do Heart Team, do Hospital Moriah. Confira no artigo produzido por Abril Branded Content e publicado na edição de 19 de agosto de 2020 da revista Veja São Paulo.



Sequelas da Covid-19

Sequelas da Covid-19 incluem perda de olfato e paladar que podem perdurar

O otorrinolaringologista é o especialista que cuida da dificuldade de sentir cheiros e gostos, uma das sequelas da infecção por coronavírus

Um dos sintomas mais característicos da infecção pelo novo coronavírus (SARS-Cov-2) é a perda do olfato e do paladar. Diferentemente de outros vírus respiratórios que acometem diretamente os neurônios, na Covid-19 ocorre uma inflamação local no epitélio olfatório que prejudica a chegada dos odores para o órgão responsável por perceber a maioria dos cheiros e gostos.

Apesar de 90% dos pacientes com alteração no olfato associada a Covid-19 apresentarem recuperação parcial ou total da capacidade de sentir cheiros e gostos após um mês da doença, 10% persistem com perda total desses sentidos e, em alguns casos, o dano poderá ser irreversível. Após cerca de 3 meses, cerca de 44% dos pacientes ainda não apresentaram recuperação completa do olfato.

O impacto na qualidade de vida do paciente com anosmia (perda total da capacidade de sentir cheiro) é significativo. Sem sentir cheiros, a pessoa corre mais risco de acidentes domésticos como não identificar vazamento de gás de cozinha ou comer comida estragada e sofrer por não conseguir apreciar o sabor dos alimentos. Essa perda pode levar o paciente a quadros depressivos inclusive.

Através de testes feitos pelo otorrinolaringologista é possível diagnosticar e quantificar a perda de olfato, auxiliando na decisão de isolamento social mesmo antes da realização dos testes específicos para a Covid-19. Os testes de olfato permitem também um acompanhamento da evolução da capacidade de sentir cheiros após a recuperação da doença e são uma ferramenta importante para o otorrinolaringologista prescrever um tratamento precoce e evitar sequelas olfatórias graves.

Há vários tratamentos disponíveis para essa alteração, entre eles estão:

1) O treinamento olfatório, prescrito e acompanhado por um otorrinolaringologista;

2) Uso de medicações com efeito antiinflamatório, de regeneração neuronal e vasodilatadores, a depender de cada caso;

3) Manobras para diminuir a percepção de odores distorcidos ou a sensação de odores desagradáveis continuamente.

Antes de instituir um tratamento é essencial uma avaliação completa do nariz e do olfato para que o tratamento seja o mais correto e efetivo para cada paciente.


Perda de olfato

Perda de olfato por covid-19 tem tratamento

O Hospital Moriah, de São Paulo, faz parte de um consórcio de centros de pesquisa para verificar uma das sequelas mais comuns da covid-19: a perda de olfato. O problema pode persistir mesmo depois da cura da doença, mas tem tratamento. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=2D7WQUi63Ms


tratamentos ginecológicos

Hospital Moriah alerta para a necessidade da volta aos tratamentos ginecológicos

Mais de 28 milhões de cirurgias foram postergadas ou canceladas no mundo em decorrência da Covid-19. Mulheres com cânceres ginecológicos ou outras doenças que causam dor devem buscar ajuda, apesar da pandemia

No Brasil, tanto a ANS (Agencia Nacional de Saúde), como a ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) orientaram o adiamento das cirurgias eletivas e não essenciais, tendo um impacto considerável no número de procedimentos cirúrgicos, com diminuição de 33,4% neste período no Brasil.

No entanto, algumas mulheres necessitam de tratamento para várias doenças ginecológicas, algumas das quais não podem ser adiadas. Recentemente, artigo¹ publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia reflete sobre a necessidade de orientar as mulheres a procurarem os serviços médicos para dar continuidade aos seus diagnósticos ou tratamentos para seus problemas ginecológicos.

Grande parte desses problemas, como miomas e endometriose, causam dor incapacitante, o que leva a dias de trabalho perdidos, perda da qualidade de vida e possível agravamento da condição clínica, levando, em alguns casos, até a perda da capacidade de engravidar.

Todos esses fatores, aliados às condições já impostas pela pandemia, podem levar as mulheres à depressão também.

Por isso a necessidade de retomar os tratamentos ginecológicos, mesmo durante a pandemia. As mulheres devem procurar seus ginecologistas para o atendimento, via telemedicina, ou pessoalmente, para avaliar o quão urgente pode ser a cirurgia em cada caso. No caso da cirurgia ser necessária, ela pode ser realizada com toda a segurança e, em boa parte dos procedimentos, a alta acontece por volta de 24 horas, minimizando a exposição.

Para o coordenador do Serviço de Ginecologia do Moriah, Dr. Mariano Tamura “as cirurgias da cavidade abdominal e as de via vaginal oferecem menor risco de contaminação, comparadas às de cabeça e pescoço, entretanto ainda pode acontecer contágio, por isso as equipes precisam estar seguras, com EPIs adequados. Temos em nosso favor procedimentos como a embolização de miomas e a cirurgia robótica, que também diminuem o tempo da paciente no hospital”.

O Moriah criou um fluxo de separação total de casos Covid-19 do restante dos pacientes do Hospital, evitando assim a contaminação cruzada. Os pacientes, desde a internação, encaminhamento para o quarto e percurso para o centro cirúrgico não “entram” no fluxo usado para o atendimento, diagnóstico e internação dos pacientes contaminados pelo coronavírus.

Com o novo protocolo de segurança, os pacientes fazem a coleta do exame PCR-RT antes da internação e há o acompanhamento por 15 dias após a alta para checagem de sintomas. No Centro Cirúrgico, toda a equipe trabalha devidamente paramentada, com os equipamentos de segurança adequados a sua proteção contra o coronavírus.

Este ano, mais de 500 cirurgias foram realizadas no Moriah sem nenhum caso de contaminação.

  1. Gynecological surgery and Covid19: what is the impact and how should I manage it? – Rev. Bras. de Ginecol. Obstet. Vol. 42 – no. 7/2020

 


Cirurgia ginecológica

Cirurgia ginecológica durante a pandemia: fazer ou adiar?

Cerca de 28 milhões de cirurgias foram adiadas por conta da pandemia. No entanto, alguns casos de doenças ginecológicas precisam de atenção. O médico ginecologista Mariano Tamura Vieira Gomes falou sobre o assunto.

https://www.youtube.com/watch?v=orBjj-p7-bM


promoção da Saúde

Em tempos de pandemia, Comunicação do Hospital Moriah investe em ações voltadas à promoção da Saúde

Com os impactos trazidos pela pandemia de coronavírus, Hospital Moriah investe em ações voltadas à promoção da saúde usando seus meios de comunicação. Veja a matéria completa clique aqui.


sintomas de infecção

Exercícios físicos não devem ser praticados por quem apresenta sintomas de infecção

Praticar exercícios físicos na vigência de uma infecção pode ser perigoso. Isto se dá por vários motivos: quando estamos doentes devemos poupar nossa energia para o combate à bactéria ou ao vírus, um exercício intenso leva a uma queda momentânea de nossa imunidade, abrindo uma janela para a piora da doença aguda que estamos enfrentando e, o mais perigoso, as doenças virais podem inflamar o coração!

A miocardite é uma complicação incomum de infecções por vírus. Ela pode variar de assintomática até insuficiência cardíaca grave com necessidade de transplante de urgência. A experiência do surto de gripe suína (H1N1) de 2009 serve de alerta para a comunidade científica e para a população. Houve muitos casos de miocardite nos meses subsequentes mesmo em pacientes que não apresentaram quadro gripal. O aparecimento de dor no peito, falta de ar ou palpitações (os sintomas mais comuns da miocardite) servem de alerta para uma avaliação cardiológica em qualquer circunstância, durante um surto de infecções virais, mais ainda.

Já sabemos que o coronavírus apresenta-se como uma infecção leve em cerca de 80% das pessoas. Estas ficarão em casa tomando medicamentos sintomáticos e alguns nem saberão que tiveram a infecção. Sabemos também que a covid-19 causa miocardite em alguns pacientes. Por esses motivos a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte emitiu um informe sobre a prática esportiva e o coronavírus indicando a suspensão dos exercícios na presença de sinais e sintomas compatíveis com infecções respiratórias como febre, tosse e falta de ar.

Continue se exercitando e mantendo bons hábitos de vida mesmo em casa. Existem várias opções de exercícios que podem ser feitos com o próprio corpo e com móveis e utensílios domésticos e caso apresente algum sintoma, interrompa as atividades e entre em contato com seu médico.

Felizmente já se tornou senso comum que a prática de exercícios físicos traz inúmeros benefícios para a saúde. Um deles, e muito falado atualmente, é a melhora do sistema imunológico. Existem inúmeras publicações científicas mostrando a diminuição de infecções e uma melhor capacidade de responder a elas nos indivíduos ativos fisicamente e com boa composição corporal, ou seja, mais músculos e menos gordura.

Aqueles que começam a se exercitar com o passar do tempo passam a ter uma imunidade melhor.



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