Gastrite Bacteriana

Gastrite Bacteriana: Causas e Tratamentos

Entenda o que é a gastrite bacteriana, suas causas e tratamentos com a gastroenterologista do Hospital Moriah, Dra. Nilma Ruffeil.


Parkinsoniano

Cirurgia funcional traz bem estar para o Parkinsoniano

1 a 2% da população mundial acima de 60 anos tem Doença de Parkinson e o acesso ao procedimento pouco invasivo pode melhorar a vida do paciente

São Paulo, abril de 2017 – A doença não tem cura e suas causas ainda não estão claramente definidas. É conhecida por seus pacientes mais famosos como o lutador de boxe Muhammad Ali e os atores Michael J. Fox e Paulo José. Por definição, a Doença de Parkinson é a deficiência de dopamina, um dos neurotransmissores que controla os movimentos finos e coordenados (como andar, pegar coisas, escrever etc.).

Como uma doença neurodegenerativa, sua incidência é maior no envelhecimento, embora ¼ dos pacientes apresentem um tipo de Parkinson que se manifesta antes dos 40 anos. O Parkinson também pode decorrer de traumas recorrentes no crânio – esses traumas, como no caso mais conhecido, de Muhammad Ali, lesionam o sistema de movimento do indivíduo. Embora as causas sejam diferentes, a doença se apresenta da mesma maneira e é tratada de forma semelhante.

Da mesma forma, estudos demonstraram que pessoas expostas a agrotóxicos desenvolveram maior predisposição para a doença.

O paciente pode apresentar diferentes distúrbios do movimento no início da doença, como tremores dos membros superiores; lentificação do movimento, mesmo em tarefas simples como pentear o cabelo, ou pegar um objeto, também chamada de bradicinesia; rigidez muscular e instabilidade postural. Esses sintomas costumam ser unilaterais, mas com a progressão da doença, acometem ambos os lados, limitando o paciente. Mas até cinco anos antes do início dos sintomas motores, outros sintomas passam despercebidos, como alterações do sono, do olfato e do comportamento, que, mais tarde, os médicos acabam associando ao início do Parkinson.

O diagnóstico do Parkinson é clínico e são usados exames de imagem e funcionais para afastar a possibilidade de outras patologias. O tratamento inicial é medicamentoso, à base de L-Dopa (ou Levodopa), que se transforma em dopamina, melhorando o quadro clínico. Hoje um arsenal de novas medicações está à disposição do paciente, embora nenhum leve à cura. Entretanto, 20 a 30% dos pacientes têm reações indesejadas aos remédios e ainda, a partir do quinto ano de uso, o doente pode não responder mais, tendo seus sintomas continuados.

A neuroestimulação

A estimulação cerebral profunda (conhecida pela sigla em inglês DBS – deep brain stimulation) é hoje a principal forma de tratamento para os pacientes não respondentes aos remédios. Por meio de uma técnica minimamente invasiva e o uso de imagens de tomografia e ressonância magnética, o cirurgião instala na região identificada pelas imagens eletrodos que liberam estímulo elétrico que fazem o papel da dopamina. A correção dos déficits motores é imediata. Um marca-passo é implantado sob a pele, na região próxima ao ombro, para controlar o envio dessa descarga .

Além do Parkinson, a neuroestimulação vem sendo usada mundialmente para o tratamento de doenças menos comuns como tremor essencial, as distonias (doença do sistema nervoso que leva a pessoa a ficar um tempo sem conseguir se mexer, por conta da contração involuntária do músculo), Sindrome de Tourette e também vem sendo usada no tratamento da dor crônica.

No Brasil, ainda não se realiza o procedimento para o tratamento da epilepsia, mas estudos já mostram ganho de qualidade de vida por meio do implante de dispositivos que lêem a atividade elétrica cerebral ao longo do dia e disparam estímulos que impedem ou minimizam as crises.

Segundo o neurocirurgião do Hospital Moriah Murilo Marinho, “a cirurgia funcional é a subdivisão da neurocirurgia que mais cresce no mundo, por se tratar de um procedimento que reestabelece as funções perdidas, sejam do sistema nervoso central ou periférico, por meio de estímulos elétricos ou técnicas ablativas”. “O fato de ser pouco invasiva minimiza riscos inerentes à cirurgia e traz benefícios imediatos para a qualidade de vida do paciente”, acrescenta Dr. Marinho.

Em vários centros no mundo são conduzidos estudos para o uso dessa técnica em outros males como a depressão, demências, sequelas do AVC entre outros.


Cirurgia Mamária

Evento Cirurgia Mamária

Nos dias 5 e 6 de abril, foi realizado no Hospital Moriah o primeiro “State of the Art Breast Implant Technology Preceptorship”, ministrado pelo Dr. Alexandre Mendonça Munhoz, cirurgião plástico do Hospital Moriah.

Foram abordado temas relacionados às mais novas tendências de implantes mamários, como implantes com chip e o uso de scanners tridimensionais, abordagens endoscópicas e o uso de bisturi de radiofrequência, algo pioneiro nas cirurgias de implantes mamários.

Confira abaixo uma galeria de fotos do evento:

[metaslider id="859"]


saúde

Outono chega e já traz preocupação com a saúde

São Paulo, março de 2018 – A partir do outono a demanda nos consultórios (principalmente de pediatras e otorrinos) e pronto-atendimentos dobra, pois aumentam os casos de infecções respiratórias e pioram os quadros alérgicos em decorrência do tempo seco e da poluição.

A má qualidade do ar torna adultos e crianças mais suscetíveis às infecções e crises alérgicas e embora população e governos devam buscar soluções para resolver a questão ambiental como um imperativo para melhorarmos a saúde, há atitudes que podem melhorar o bem estar e evitar doenças, que estão mais à mão da população. Uma delas é manter-se hidratado. Tomar água não vai simplesmente apagar os danos da secura do ar, mas pode melhorar muito, por ajudar a manter a mucosa das vias respiratórias hidratada.

Usar o soro fisiológico para lavar as narinas também – lembre-se que, após aberto, o frasco deve ser mantido bem fechado e na geladeira para evitar a contaminação e já existem no mercado soluções em embalagens estéreis – pois esse hábito ajuda a eliminar germes e substâncias nocivas e evita que a secreção fique espessa e se acumule, estando mais sujeita à infecção por bactérias. Outro hábito que parece banal, mas garante a diminuição na propagação de muitas doenças é lavar sempre as mãos.

Outra dica é manter umidificadores nos ambientes (que podem ser substituídos por toalhas úmidas ou bacias com água) quando a umidade do ar estiver muito baixa.

E pra quem já está resfriado?

A maioria das infecções respiratórias são virais (98% das rinossinusites são causadas por vírus), então o que deve-se fazer é cuidar para que o quadro não se complique. Estar já doente facilita o contágio por bactérias que podem causar sinusite, otite e pneumonia. Além de manter os hábitos já descritos acima, fazer inalação nas crianças (apenas com soro fisiológico) evita essas complicações.

Ir pra farmácia e se abastecer com medicamentos?

Muito cuidado com a automedicação. Segundo Dr. Fabrizio Romano, otorrinolaringologista do Hospital Moriah, em São Paulo, a chance de efeitos colaterais é grande, especialmente para as crianças, que adoecem, em média, 6 a 8 vezes no ano. “Deve-se avaliar os riscos e só tomar as medicações quando realmente necessário, de acordo com a orientação médica” esclarece.

• Antigripais, anticongestionantes e antialérgicos – disponíveis em larga escala nas seções de venda livre das drogarias, essas medicações podem causar efeitos indesejados como sonolência, insônia e acabam ressecando a secreção nasal, aumentando as chances de infecção bacteriana;

• Remédios bronco-dilatadores, se usados indiscriminadamente podem elevar o risco cardíaco;

• Drogas à base de corticoides se usadas por muito tempo comprometem o crescimento das crianças e podem levar os adultos a desenvolver pressão alta, aumento da glicemia, acne, obesidade e catarata;

• Antibióticos, usados sem prescrição, provavelmente não surtirão nenhum efeito, já que a maioria das infecções é viral e seu uso continuado leva a diminuir os efeitos da droga contra bactérias, quando o paciente necessitar (apesar disso, nos serviços médicos é comum que o paciente saia com uma receita em cerca de 80% dos casos de sinusites, e apenas cerca de 2% das sinusites são bacterianas e tem indicação para esse tipo de remédio);
vitamina C – não protege e nem combate gripes, resfriados e outras infecções virais ou bacterianas, então seu uso, com essa finalidade, é inócuo.

O que fazer então?

Tornar a limpeza das narinas com soro um hábito, assim como lavar as mãos várias vezes ao dia, ter uma alimentação e hidratação adequadas e evitar aglomerações sem ventilação são os conselhos do Dr. Fabrizio para passarmos pela estação saudáveis. Mas, em caso de infecção, acrescente a isso o descanso. “Para melhorar a imunidade é necessário o repouso. Deve-se recorrer ao médico quando o quadro parece mais grave, com mais que três dias de duração, falta de ar, indisposição acentuada, febre acima de 39 graus ou dor muito intensa, alerta Dr. Fabrizio.

Confira abaixo as dicas que ele deu no programa Fala Brasil:


Prêmio Health-IT

Moriah é premiado na 2ª edição do Prêmio Health-IT

Anterior
Próximo
No último dia 14, o Hospital Moriah recebeu o prêmio de Instituição do Ano – Investimentos na cerimônia da 2ª edição do Prêmio Health-IT.
O evento, realizado pelo Grupo Mídia (por meio de sua publicação Health-IT), aconteceu durante a 2ª edição da South America Health Exhibition (SAHE). A iniciativa tem como missão desenvolver o segmento de saúde por meio do compartilhamento de experiências e conteúdo e reconhecer o esforço de instituições, empresas e profissionais da área de TI em Saúde.
Na cerimônia, o Hospital Moriah foi representado pelo Diretor Administrativo Financeiro, Régis Ardito, e pela Gerente de Comunicação, Estela Munhoz.


Workshop Internacional Selective Tissue Engineering Photostimulation

Moriah recebe o 1º Workshop Internacional Selective Tissue Engineering Photostimulation

Nos dias 23 e 24 de fevereiro, o Hospital Moriah recebeu o 1º Workshop Internacional Selective Tissue Engineering Photostimulation (One S.T.E.P. Technique). Com a presença dos especialistas na técnica, o cirurgião plástico e Professor Investigador na Universidade Peruana de Ciências Aplicadas, Prof. Patricio Centurion (Lima, Peru) e o Professor da Johns Hopkins University School of Medicine (EUA) e University of Maryland School of Medicine (EUA), Prof. Oscar Ramirez, o workshop recebeu médicos e pesquisadores nos dois dias de evento.

O evento contou com aulas específicas sobre a aplicação da técnica tanto em cirurgia plástica quanto em medicina regenerativa. Sob a coordenação do Prof. Dr. Alexandre Mendonça Munhoz, Coordenador do Setor de Cirurgia Plástica do Hospital Moriah, o workshop recebeu palestras do Prof. Dr. Adriano Caixeta (Terapia Celular em Doenças Cardiovasculares), Prof. Dr. Marco Demange (Estado Atual e Aspectos Legais e Regulatório de Células Mesenquimais no Brasil), Dra. Daniela Bueno (Estado Atual da Pesquisa com Células Tronco Mesenquimais e Métodos de Extração de Células Mesenquimais: Vantagens e Desvantagens) e Dr. Rodrigo Dornelles, que conduziu a discussão junto ao Dr. Alexandre Munhoz.

One S.T.E.P. Technique: a vanguarda em aspiração de gordura:
As técnicas tradicionais para tratamento do tecido adiposo (a lipoaspiração ultrassônica ou o laser comum), envolvem a raspagem e aspiração da gordura e costumam ser mais traumáticas. No caso do laser comum, a principal problemática é a dificuldade de aproveitamento da gordura extraída, por conta dos diferentes comprimentos de ondas emitidas e de como elas atingiam as estruturas adjacentes, destruindo tecidos e inutilizando a gordura.

No entanto, na One S.T.E.P. Technique, este problema deixa de existir. O laser passa a ser utilizado como ferramenta adicional para a extração do tecido adiposo e células mesenquimais. A gordura pode ser extraída, processada e reinjetada para tratar deformidades estéticas e em cirurgias reparadoras/reconstrutoras. Além disso, a recuperação pós-cirúrgica é muito mais rápida.

O Hospital Moriah é o primeiro complexo médico do Brasil a disponibilizar a técnica Selective Tissue Engineering Photostimulation. Este é o único laser do mundo com comprimento de 1.230 nanômetros, o que permite a passagem pelo tecido adiposo sem lesar a célula de gordura. Ele destrói o tecido conectivo preservando a integridade da gordura e permitindo que ela seja reaproveitada, por exemplo, em reconstruções mamárias, no preenchimento de rugas, na correção de deformidades de contorno, entre outros.

Inédito no país, o aparato foi desenvolvido por uma empresa de alta tecnologia brasileira e com experiência preliminar no Peru e nos EUA. O laser tem possibilidade de aplicação imediata no campo da cirurgia plástica como um todo e também em outras áreas, como a medicina regenerativa.

O uso do tecido adiposo na medicina regenerativa tem encontrado grande crescimento em todo o mundo. Isso porque a gordura contém células mesenquimais (células-tronco), que possuem alta capacidade pluripotente e se reproduzem e repopulam estruturas lesionadas do corpo. Um dos possíveis usos do laser é, por exemplo, na ortopedia, em cirurgias artroscópicas de joelho. Após extraídas da gordura, as células são purificadas e inseridas na cartilagem lesionada, proporcionando uma cicatrização rápida e efetiva da lesão.

Diversas áreas médicas podem se beneficiar da aspiração de gordura corporal pela One S.T.E.P. Technique e sua consequente utilização para extração de células mesenquimais. Pacientes com queimaduras graves, traumas, osteomielite, feridas complexas e crônicas, úlceras varicosas, fraturas ósseas, doenças cardiovasculares, entre tantos outros quadros clínicos.

Evento Lipoaspiração a Laser no Moriah
Da esquerda para direita: Sra. Luciana Almeida, Prof. Oscar Ramirez, Dr. Alexandre Teruya, Prof. Patricio Centurion, Dra. Daniela Bueno, Dr. Rodrigo Dornelles e Dr. Alexandre Munhoz.

Cirurgia Ortopédica

Os Avanços na Cirurgia Ortopédica

Segurança, diminuição de complicações e uma recuperação mais rápida.

Novas tecnologias e centros de referência surgem para otimizar tratamentos e humanizar o atendimento de pacientes.

Unir a segurança do paciente ao conhecimento científico, à experiência e à busca contínua por inovações no segmento da assistência hospitalar fazem parte do trabalho das equipes médicas e de todo o corpo assistencial
do Hospital Moriah.

 

EQUIPE DE ORTOPEDIA DO HOSPITAL MORIAH. A partir da esquerda: Dra. Juliana Doering (Cirurgia de Pé, CRM 144.528); Dr. Alvaro Baik Cho (Cirurgia de Mão, CRM 87.055); Dr. Alexandre Povoa Barbosa (Cirurgia de Ombro, CRM 90.739); Dr. Marco Aurélio Silvério Neves (Cirurgia de Quadril,CRM 90.831); Dr. André Toraso Yamazaki (Cirurgia de Mão, CRM 90.750); Dr. Maurício Povoa Barbosa (Cirurgia de Pé, CRM 87.166) e Dr. Marco Demange (Cirurgia de Joelho, CRM 100.483).

 

A instituição, que surgiu com a proposta de resgate dos valores de acolhimento e humanização, sedimentados nas boas práticas de hospitalidade, investe em inovações tecnológicas que, aliadas a protocolos institucionais, proporcionam ainda mais segurança ao paciente, diminuição de complicações e uma recuperação mais rápida e tranquila após os procedimentos.

O Hospital, localizado em Moema, São Paulo, é especializado em técnicas cirúrgicas minimamente invasivas em diversas especialidades. Na área de ortopedia, o destaque fica por conta das cirurgias de quadril, joelho e tornozelos, realizadas em Centros de Excelência que envolvem equipes multidisciplinares e tratamentos integrados.

 

RECUPERAÇÃO MENOS DOLOROSA EM CIRURGIAS DO QUADRIL

Os quadris são articulações fortes e estáveis, mas quando há um desequilíbrio entre a carga que eles suportam e a capacidade dos músculos e ossos de absorvê-la, ocorrem as lesões.

“As lesões são separadas em dois grupos: aquelas que são causadas lentamente por um desgaste progressivo (degenerativas) e aquelas que acontecem abruptamente após um evento específico (lesões inflamatórias ou traumáticas). Certas condições, como osteoartrose e osteoporose, comuns em adultos mais velhos, podem afetar a saúde dos quadris. Para jovens e atletas, praticar esportes como corrida e atividades com saltos também podem levar a sobrecarga do quadril com consequentes lesões musculoesqueléticas, como a tendinite e bursite, além da disfunção chamada impacto femoroacetabular (IFA)”, comenta o especialista em cirurgia do quadril, Dr. Marco Aurélio Silvério Neves (CRM 90.831).

A técnica minimamente invasiva não corta a musculatura e respeita a anatomia dos nervos, vasos e tendões. Esse quadro é fundamental para uma recuperação menos dolorosa e mais ágil, com redução bastante considerável de possíveis complicações em comparação às técnicas tradicionais.

Entre os principais benefícios da intervenção cirúrgica em quadris estão a diminuição da dor pós-operatória, a redução do tempo de reabilitação, o encurtamento do tempo de permanência no hospital, menor perda de sangue - afastando o risco de tromboses. Além da melhora na estabilidade do quadril, tornando mínimo o risco de luxação e a limitação de movimentos
no período pós-operatório. Além disso, a possibilidade de mancar após a intervenção é reduzida, e é possível dirigir tão logo o paciente já não esteja mais sentindo dor e esteja com um bom controle de suas pernas, conforme avaliação e indicação do cirurgião.

 

ARTROPLASTIA DE JOELHO MENOS INVASIVA

As novas cirurgias para os problemas dos joelhos são menos invasivas do que no passado, permitindo uma reabilitação mais tranquila e resultados funcionais cada vez melhores. “As lesões de ligamento ocorrem de forma abrupta, enquanto a maior parte das lesões de cartilagem e artrose ocorrem de forma progressiva.

As lesões de cartilagem podem evoluir para artrose num período relativamente curto de tempo, principalmente se não forem tratadas numa fase mais inicial. A lesão do ligamento cruzado anterior é uma das lesões mais frequentes, assim como as mencionadas acima”, destaca o ortopedista e cirurgião de joelho, Dr. Marco Demange (CRM 100.483).

Conhecido como artroplastia de joelho, o procedimento é indicado para casos de artrites e lesões severas, que causam grande desconforto, dores e, em estágios mais avançados, prejudicam e limitam os movimentos das articulações. A abordagem é indicada quando outros tratamentos e procedimentos ortopédicos não foram suficientes para restaurar a integração das cartilagens e ossos do joelho.

O procedimento consiste na remoção dos tecidos cartilaginosos comprometidos e implantação de próteses, totais ou parciais, que são fixadas junto aos ossos, substituindo partes comprometidas das articulações.

 

LESÕES E FRATURAS

Há inúmeras maneiras de se lesionar ou fraturar algumas partes do corpo. O pé e o tornozelo são considerados duas das áreas mais delicadas e expostas do corpo humano. Além da sobrecarga – devido ao peso corporal - e do desgaste, consequência dos movimentos repetitivos, essas regiões apresentam outros problemas que são motivos de queixa constante dentro dos consultórios médicos.

A entorse do tornozelo, Hálux Valgus (Joanetes) e as inflamações tendíneas (tendão de Aquiles, tendões Fibulares e tendão Tibial Posterior) são os problemas mais comuns. De acordo com o ortopedista Dr. Maurício Povoa Barbosa (CRM 87.166), o tratamento para lesões de cartilagem avançou muito na última década. “Hoje, já é possível usar células progenitoras (concentrado de medula óssea) retiradas do próprio paciente. Além disso, a prótese de tornozelo já é uma realidade no Brasil, com fornecedores autorizados pela ANVISA”.

As cirurgias minimamente invasivas como, Artroscopias, Cirurgias Endoscópicas de Tendões e Fáscia Plantar, entram como opções para a reconstituição desses membros. Os procedimentos proporcionam a correção de deformidades, alongamentos ósseos com emprego de fixadores externos, entre outros.

Além disso, a instituição também disponibiliza o Centro Especializado em Lesões da Dança, que oferece procedimentos clínicos e cirúrgicos avançados para lesões, contusões e quaisquer condições que possam interferir na carreira dos bailarinos. “O diagnóstico prematuro e preciso é de extrema importância para evitar possíveis traumas ou sequelas que possam prejudicar não só a precisão dos movimentos durante uma performance, mas também evitar desgastes, dores e desconfortos que comprometam a qualidade de vida”, afirma a ortopedista do Hospital Moriah, Dra. Juliana Doering (CRM: 144.528).

 

RECUPERAÇÃO MAIS RÁPIDA

As cirurgias minimamente invasivas nos quadris trazem uma série de vantagens em relação aos procedimentos convencionais. Veja aqui:

- Menor risco de lesões musculares;
- Menos perda de sangue;
- Cicatrizes menores;
- Redução significativa de tempo de internação hospitalar;
- Menos dor no pós-operatório;
- Rápido retorno à rotina;
- Perspectiva de caminhar com muletas imediatamente após a cirurgia.

FONTE: MINIMALLY INVASIVE TOTAL HIP ARTHROPLASTY: ANTERIOR APPROACH; F. RACHBAUER; ORTHOPÄDE, 2006 JUL;35(7):723-4, 726-9. WHAT‘S NEW IN HIP ARTHROPLASTY; MH HUO ET AL; JBJS AM; 2005 SEP, 87(9):2133-46.


Sistema Robótico Da Vinci XI

Moriah promove evento sobre as inovações do Sistema Robótico Da Vinci XI

As inovações e diferenciais do sistema robótico da Vinci Xi foram tema de evento realizado no dia 02 de dezembro no Hospital Moriah.

O Auditório da instituição recebeu profissionais da saúde para uma discussão sobre as novidades da plataforma robótica. Aspectos da curva de aprendizado para os cirurgiões que operam com a tecnologia e a anestesia em cirurgia robótica também estiveram na pauta do evento.

Os convidados também puderam acompanhar uma cirurgia ao vivo, transmitida do Centro Cirúrgico do Moriah, de Gastroplastia Robótica com a cirurgiã Dra. Ana Olga Nagano Gomes Fernandes. O Hospital também transmitiu um vídeo com a gravação da primeira cirurgia de Colecistectomia via Single Site da América Latina realizada com o robô da Vinci Xi.

 


cirurgias bariátricas

Série Jornal da Record: conheça as novidades nas cirurgias bariátricas

A cirurgia de redução de estômago existe há mais de 60 anos para tratar obesos. Mas, ao longo de todo esse tempo, os médicos descobriram novas aplicações para esse procedimento. Hoje, estudos mostram que diabetes e hipertensão em grau de risco para o paciente são indicações para operação e as técnicas deram um salto com a ajuda da tecnologia.


Colecistectomia

Moriah realiza a primeira Colecistectomia single site da América Latina com Robô Da Vinci Xi

Na segunda-feira, 27 de novembro, a Dra. Ana Olga Nagano Gomes Fernandes juntamente com sua equipe e o suporte do Hospital Moriah realizaram a primeira Colecistectomia single site para retirada da vesícula.

A cirurgia é minimamente invasiva, agride menos a parede abdominal e reduz as possibilidades de complicações. Além disso, o procedimento não altera a estética do paciente, pois é feito por uma única incisão - através do umbigo. É a primeira vez que o Robô Da Vinci Xi participa deste procedimento.

O robô apresenta uma qualidade de imagem muito melhor (comparado com as versões anteriores), instrumentos mais delicados e uma série de tecnologias adicionais: selador de vasos, fluorescência, inversão automática de câmera, docking guiado por laser, grampeadores automáticos, etc.



Endereço

Avenida Miruna, 755 – Moema
CEP 04084-002 – São Paulo – SP

Acompanhe nos apps

Entre em contato

Central de Atendimento
(11) 5080 7800
(11) 2620 6970
atendimento@hospitalmoriah.com.br

Agendamento de Exames
(11) 5080 7800
(11) 2620 6970

Compras e Suprimentos
Segunda a sexta – 8h às 17h
compras@hospitalmoriah.com.br


Hospital Moriah © 2026 • Todos os direitos reservados. Responsável técnico: Dr. Alexandre Teruya – CRM/SP: 90.741

Privacy Preference Center