Disponível no Hospital Moriah, a biópsia transperineal de próstata é um método seguro e eficiente para os homens.

Você sabia que um em cada oito homens é diagnosticado com câncer de próstata? Por ser tão frequente é fundamental o acompanhamento anual com o urologista para aqueles com mais de 45 anos. O diagnóstico precoce é o melhor caminho. Sempre em busca de inovação e tecnologia, o Hospital Moriah, localizado na capital paulista, oferece aos pacientes a biópsia para câncer de próstata via perineal.

O procedimento, que anos atrás era realizado como regra, foi substituído pela via retal. Em 2021, o método voltou a ser recomendado e pode ser realizado no Instituto da Próstata do Moriah. O motivo? Em janeiro, a Revista European Urology publicou um position paper da Associação Europeia de Urologia alertando para a prevenção de infecção pós-biópsia. No documento, uma análise metodológica de sete estudos randomizados demonstra uma redução de 95% de complicações por infecção quando usada a biópsia transperineal, comparada com a biópsia mais realizada no Brasil, que é a por via retal.

O documento também mostrou uma revisão sistemática incluindo 165 estudos com o total de 162.577 pacientes descrevendo taxas de sepse de 0,1% e 0,9% para biópsias transperineais e transretais, respectivamente. E por isso, o documento questiona por que não mudar a abordagem das biópsias, tendo em vista essas evidências.

Como funciona?

A biópsia de próstata é feita por meio de uma agulha guiada por ultrassonografia e, na biópsia transperineal, essa agulha é introduzida pela região do períneo e coleta os fragmentos em toda a extensão da próstata.

Segundo Victor Srougi, coordenador de Urologia do Hospital Moriah e responsável pelas biópsias na Instituição, “essa via também possibilita um aumento do diagnóstico de câncer significativo, deixando o especialista mais seguro quanto ao câncer que não precisa ser operado, mas sim acompanhado”.

O procedimento perineal tem acesso mais amplo à próstata, aumentando a chance do diagnóstico na presença de tumor. Estima-se que 20 a 30% dos cânceres de próstata cresçam em regiões nas quais a biópsia retal as alcança com maior dificuldade.

Precisão e praticidade

A biópsia transperineal é realizada com sedação, que permite a entrada e saída do paciente do hospital em 6 horas e retorno às atividades cotidianas no dia seguinte. Um equipamento que, acoplado ao ultrassom, guia a agulha através da marcação precisa dos pontos a serem analisados, criando um mapa da próstata com a localização exata de cada fragmento retirado. Isso a torna ideal para quem precisar reinvestigar áreas suspeitas, ou mesmo para pacientes com tumores de próstata de baixo risco e que apenas fazem o acompanhamento sistemático, que necessitem de biópsias esporádicas para o monitoramento da doença.

Trata-se de um procedimento que minimiza o crescente problema de infecções urinárias após biópsias de próstata, com baixo risco de outras complicações, com maior poder diagnóstico e ótimo para pacientes com necessidade de refazer uma biópsia, por qualquer circunstância.

• Mais de 300 pacientes atendidos

• Complicações pós-procedimento: retenção urinária <1% e infecção <1%

• Sem sangramento retal

Saiba mais sobre a biópsia transperineal no vídeo abaixo:

Informe publicitário publicado nas edições de dezembro da revista Fazenda Boa Vista        (n.º 34 ) e Fazenda Da Grama (n.º 70). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.


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