O expansor mamário é uma técnica já conhecida nas cirurgias de reconstrução mamária. Antes da reconstrução definitiva com prótese de silicone, o expansor é implantado e enchido com soro fisiológico, até que atinja-se o tamanho desejado. Esse processo de enchimento é feito por meio de uma agulha que utiliza um ímã para localizar a válvula do expansor dentro da pele. Com isso, as partes de metal impedem que a mulher realize o exame de ressonância magnética, cada vez mais fundamental no acompanhamento do câncer.

Agora, o Hospital Moriah realizou a primeira cirurgia do Brasil com tecnologia inédita, onde a agulha localiza a válvula do expansor por meio do RFID (identificação por radiofrequência), sem nenhum parte metálica, permitindo que a paciente realize exame durante o processo de reconstrução. Este novo dispositivo também possui uma nova textura, que minimiza os riscos de reação alérgica e complicações. O programa Jornal da Record (Record TV) conversou com o cirurgião plástico e coordenador da Cirurgia Plástica do Hospital Moriah Dr. Alexandre Munhoz sobre o assunto.

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