Uma pesquisa feita na Inglaterra trouxe novos questionamentos aos cientistas de que pode haver outras formas de desenvolvimento do Alzheimer. Dúvidas sobre a doença ainda persistem, mas estudos indicam que a degeneração é resultado da ação de uma proteína produzida pelo cérebro, a beta amiloide. Trata-se de uma espécie de “lixo” que vai se acumulando e, aos poucos, impede que as células nervosas trabalhem corretamente. Uma pesquisa feita na Inglaterra – e divulgada por uma das revistas científicas mais importantes do mundo – surpreendeu profissionais da saúde; segundo o estudo, algumas crianças que fizeram um tratamento para crescimento à base de um hormônio extraído de cadáveres entre os anos de 1959 e 1985, desenvolveram Alzheimer. O Jornal da Record conversou com o neurologista Dr. Eduardo Sousa, do Hospital Moriah, sobre esse estudo. Confira!


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