Pesquisa comprova que tempo frio torna organismo mais vulnerável a doenças respiratórias
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos comprova um velho conselho de pais e avós: nosso organismo fica mais vulnerável a doenças respiratórias no frio. A descoberta é inédita e diz que respirar ar frio pelo nariz danifica parte do sistema imunológico. Para entender o assunto, o Jornal da Record (Record TV) conversou com o infectologista do Hospital Moriah, Dr. Luiz Alves Silva.
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Fora do ritmo
Quando as evacuações se tornam difíceis e pouco frequentes, desenha-se um quadro de constipação intestinal. Uma dieta rica em fibras é fundamental para a prevenção do problema
Evacuações esparsas e pouco frequentes ou com esforço; fezes endurecidas e ressecadas; dor para evacuar; sensação de evacuação incompleta; e até mesmo ausência do desejo evacuatório. De forma objetiva, de acordo com a gastroenterologista do Centro Especializado em Aparelho Digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dra. Karoline Garcia, pode-se dizer que um indivíduo é constipado se evacua menos do que três vezes por semana. “A constipação intestinal representa uma alteração no ritmo intestinal e seu diagnóstico é baseado em alguns critérios clínicos”, esclarece.
Ela explica que a Escala de Bristol gradua o formato das fezes e as classifica como normal, diarreia ou constipação. “Na escala de Bristol, a constipação remete aos graus 1 e 2”, diz.
A Dra. Karoline alerta para o fato de que a constipação intestinal pode ser o primeiro sinal de uma doença sistêmica, como hipotireoidismo, diabetes, doenças neurológicas e até neoplásicas.
“Também pode ser efeito colateral de medicações, como opioides (a exemplo do tramadol, codeína e morfina); antidepressivos; suplementos contendo ferro, hidróxido de alumínio; entre outros. Pacientes com Síndrome do Intestino Irritável (SII) também podem apresentar constipação”, esclarece.
Ainda segundo a especialista do Oswaldo Cruz, é preciso ficar atento, pois a constipação pode ser um sinal de alerta para alguma condição mais grave, como o câncer colorretal, popularmente conhecido como câncer de intestino.
“Pacientes com 45 anos de idade ou mais que passam a ter um hábito intestinal mais constipado devem procurar assistência médica, pois pode ser necessária a realização de colonoscopia para excluir o diagnóstico de câncer colorretal”, diz.
Atenção às estatísticas
A constipação ocorre entre 14% e 25% da população geral, acomete mais mulheres na proporção de 3:1 e tem uma incidência significativamente mais alta na população de idosos, podendo ultrapassar 50% em pacientes debilitados e acamados, segundo aponta o gastro-proctologista da Rede de Hospitais São Camilo, Dr. Henrique Perobelli.
A incidência de obstipação é maior principalmente no sexo feminino na quinta década de vida. “Fatores ligados aos hormônios femininos alteram a motilidade intestinal, assim como o hábito de reprimir o ato de evacuação por não estar perto do banheiro de casa; e outro fator comum é o ligado à alimentação restrita a fibras”, esclarece o cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Moriah, Dr. Flavio Kawamoto.
Segundo o Dr. Perobelli, ele reforça que entre os principais fatores relacionados à constipação estão a falha alimentar, com uma dieta pobre em fibras e água; sedentarismo; obesidade; tabagismo; gestação; e dieta rica em proteínas e carboidratos.
“Doenças que acometem sistemicamente o paciente, como diabetes, Parkinson, esclerodermia e doenças próprias do intestino, como a inércia colônica e a dismotilidade intestinal, podem interferir direta ou indiretamente no funcionamento intestinal”, completa.
Fibras para prevenção
Como já dito, a falta de fibras na alimentação é um dos fatores que podem levar a quadros de constipação intestinal. Já uma dieta rica em fibras é uma grande aliada na prevenção do problema. “Além das fibras, hidratação diária adequada e atividade física regular são chaves para o sucesso”, reforça o gastroenterologista do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Mário Kondo.
As fibras naturais vindas de alimentos, como vegetais e frutas, ou as de medicações sintetizadas em laboratórios têm por objetivo produzirem um efeito de bolo fecal fazendo com que haja uma maior estimulação do intestino.
“Os probióticos podem auxiliar na melhora da obstipação, pois em alguns estudos foi observada a redução no tempo de trânsito intestinal associado ao uso de probióticos, além de servirem como adjuvantes quando a flora intestinal está desbalanceada, podendo haver produção excessiva de gases”, comenta o Dr. Kawamoto. Para prevenir a constipação, em primeiro lugar, as pessoas devem ficar atentas a medidas simples e que podem ser muito eficazes, como as mudanças dos hábitos de vida.
“Cuidar da microbiota intestinal (antigamente chamada de flora intestinal) é outro ponto fundamental para prevenção. Devemos evitar situações que contribuam para o desequilíbrio da nossa microbiota, como uso excessivo de antibióticos e alimentação rica em produtos industrializados e processados”, diz a Dra. Karoline.
As fibras podem ser adquiridas normalmente na dieta (principalmente em frutas, verduras, legumes e grãos), mas podem também ser suplementadas de outras formas, caso o indivíduo não tenha uma ingesta adequada.
“As fibras têm uma estrutura resistente à digestão e acabam por reter água dentro de suas estruturas, o que ajuda na formação do bolo fecal e, por consequência, no trânsito intestinal. As fibras também estimulam a proliferação dos microrganismos da nossa microbiota intestinal”, diz a médica, acrescentando que a dose diária de fibras recomendada é de 20-35 g/dia.
“Pacientes que consomem doses maiores ou aqueles que ingerem em quantidades adequadas e são menos tolerantes podem apresentar efeitos indesejáveis, como gases intestinais”, finaliza.
Quanto ao tratamento, a escolha da medicação para a constipação depende de avaliação médica, pois ele será direcionado de acordo com o mecanismo fisiopatológico envolvido, ou seja, depende de qual a razão de o intestino não estar funcionando adequadamente. “Há pacientes que não se beneficiarão tanto de medicamentos e responderão melhor a uma terapia que chamamos de fisioterapia pélvica com biofeedback”, fala a Dra. Karoline.
Reguladores intestinais: o que são?
Os reguladores intestinais são medicamentos ou substâncias ingeridas com a finalidade de dar melhor ritmo ou consistência ao intestino, em geral compostos por fibras. “De alguma maneira tentam substituir a deficiência da dieta, agindo na luz intestinal, melhorando o volume e a hidratação do bolo fecal. Entre os mais comuns estão compostos concentrados em fibras naturais ou sintéticas”, explica o Dr. Kondo.
Geralmente, os reguladores intestinais são preparados de fibras solúveis e insolúveis, sendo alguns exemplos Plantago ovata, inulina, goma guar, polidextrose, amido resistente, celulose, fibra de aveia e goma arábica.
Reportagem de Adriana Bruno para Guia da Farmácia, edição n.º 361 de dezembro de 2022. Para ler o conteúdo na íntegra, clique aqui.
Estalar os dedos faz mal? Engrossa os dedos? Causa artrite?
Especialistas comentam sobre a prática e revelam se pode trazer algum benefício ou malefício: veja mitos e verdades
Você é do time que gosta de estalar os dedos frequentemente só para ouvir aquele “estalido” ou para sentir aquela sensação de alívio e relaxamento? Ou é do grupo que tem aflição? Alguns gostam, acham o som divertido. Outros são ansiosos e dizem que o gestual pode aliviar a pressão e o estresse. Mas até que ponto isso pode ser um problema? Especialistas contam para o Eu Atleta o que é verdade ou mentira sobre as estaladas de dedo.
Por que estalamos? Como ocorre o barulho?
Os “estalos” ouvidos são decorrentes da tensão superficial criada pelo líquido sinovial, o responsável por lubrificar as articulações, reduzir o atrito entre os ossos e ainda preservar a cartilagem. Esse líquido se separa pela pressão imposta aos ossos pelo movimento que gera o estalido, que quebram a tensão superficial e produzem o som. Quando aliviamos a pressão, após o estalo, sentimos a sensação de alívio e relaxamento.
Estalar os dedos faz mal? Engrossa os dedos?
Temos três mitos relacionados ao tema:
1. Não faz mal, especialmente se feito oca e não existe comprovação científica de que isso possa prejudicar ligamentos ou ossos, segundo o médico ortopedista Álvaro Baik Cho.
2. Não leva a doenças ou deformações, como a artrite, um processo inflamatório, ou a osteoporose, que está relacionada mais a uma perda de cálcio, da parte mineral do osso.
3. Não engrossa os dedos.
- Isso (engrossar os dedos) ocorre por conta do processo de desgaste das cartilagens pela osteoartrose e da osteoartrite, não por estalá-los – conta Álvaro.
Segundo um artigo da Harvard Health Publishing sobre o tema, um médico na Califórnia realizou um experimento com ele mesmo, estalando regularmente seus dedos de apenas uma das mãos. Após uma década, o diagnóstico do raio-x não apontou diferença entre as mãos e nem qualquer outro problema.
Pode ser um problema quando há dor?
Aqui há uma verdade. Realmente, se você torcer os dedos até ouvir aquele barulho familiar, mas sentir dor, pode haver alguma condição médica ortopédica ou articular que é revelada e agravada por essa pressão. Se os dedos estiverem inchados ou com movimentos limitados, a articulação pode estar danificada.
O ortopedista ainda alerta sobre o estalo involuntário.
- Se ocorrer ocasionalmente e sem dor é chamado de plica, uma alteração na parte interna da articulação. E não é considerado grave. Mas se tiver dor, precisa procurar um especialista para avaliar – sugere.
Pode estar relacionado à ansiedade?
Para a terapeuta Ivana Cabral, se a pessoa está apresentando crises de ansiedade, ela precisa avaliar se algo em sua vida está provocando os sintomas, como uma separação, uma doença, uma morte na família, pressão no trabalho etc. Ou se eles vêm sem motivo aparente, de forma repentina, e acompanhados de outros sinais.
- Se você tem um motivo, é normal se sentir ansioso e usar o estalar dos dedos para se acalmar. Mas se aparecer uma sensação inexplicável de medo, respiração irregular, taquicardia, tremores no corpo ou nas mãos, precisa procurar um psicólogo e passar por uma avaliação – conta.
Fontes: Álvaro Baik Cho, médico ortopedista do Hospital Moriah (São Paulo), especialista em mão e punho. Ivana Cabral, psicóloga.
Reportagem de Ana Marigliani, para o blog Eu Atleta, publicada em 20 de dezembro de 2022
Link para acesso: https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/guia/2022/12/20/c-estalar-os-dedos-pode-fazer-mal-engrossa-os-dedos.ghtml
Saiba quais são os fatores que podem piorar a asma
A asma é uma das doenças crônicas mais comuns, sendo um problema mundial de saúde e acometendo cerca de 300 milhões de pessoas. Estima-se que aproximadamente 20 milhões de brasileiros são asmáticos e dados do SUS (Sistema Único de Saúde) apontam que a doença é a terceira causa das hospitalizações pelo SUS. Quais são os “gatilhos” da asma? Ela é mais comum em crianças? Quais podem ser as complicações
O DE Responde (produzido pelo Domingo Espetacular, da Record TV) convidou o Dr. Ricardo Henrique Teixeira, pneumologista do Hospital Moriah, para tirar essas e outras dúvidas sobre a doença crônica. Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=GOcbYiVomNg
Cuide do seu coração

Conheça o Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah: um centro completo com tecnologia de ponta e especialistas qualificados
Fadiga, falta de ar, desmaios e dor no peito podem ser sintomas de doenças valvares, que são as condições que afetam as valvas (ou válvulas) do coração. As válvulas são responsáveis pelos movimentos de abertura e fechamento que levam o sangue na direção correta entre as cavidades do coração e, em seguida, a cada parte do corpo. As valvopatias ou doenças valvares, são um conjunto de enfermidades causadas pelo mau funcionamento de uma ou mais valvas cardíacas.
A qualidade no cuidado de doenças valvares aumentou muito com a evolução das técnicas de reparo ou substituição valvar. A partir dessa evolução, surge o Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah: um centro completo com tecnologia de ponta e especialistas qualificados.
Por Dentro do Instituto de Doenças Valvares
Sob a coordenação do cirurgião cardíaco Dr. Robinson Poffo (CRM/SP 133469), o Instituto visa ser referência nacional e internacional no cuidado dos pacientes portadores das mais diversas valvopatias e
nos seus diferentes estágios de evolução, oferecendo atendimento multidisciplinar e visão global do paciente, acolhendo-o desde o momento do diagnóstico até o cuidado pós-tratamento, seja ele intervencionista ou cirúrgico, abraçando paciente e família, sempre buscando o que realmente importa para cada indivíduo.
O Instituto é composto por cirurgiões cardíacos, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, ecocardiografistas, anestesistas, radiologistas, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas treinados para tratar de forma humana e individualizada o paciente valvopata. Sempre com ações coordenadas e conjuntas, este heart team estabelece o melhor caminho para cada paciente. Confira!
Jornada do Paciente de Doenças Valvares:
- Sintomas: Fadiga, falta de ar, desmaios e dor no peito podem ser sintomas de doenças valvares: estenose valvar, insuficiência valvar ou dupla lesão valvar.
- Diagnóstico: Pode ser feito clinicamente, por meio da ausculta do coração, mas somente após exames complementares de imagem, a doença e o tipo de acometimento podem ser definidos por completo.
O exame mais comum e simples para esse diagnóstico é o ecocardiograma - um ultrassom do coração, mas outros exames podem ser solicitados, como a tomografia do coração, angiotomografia, ressonância magnética do coração e angiorressonância.
- Tratamento clínico: O tratamento varia de acordo com o tipo de valvopatia e grau de evolução da doença. Geralmente, inicia-se com suporte clínico mas, com o passar do tempo, pode demandar tratamento cirúrgico ou intervencionista.
O acompanhamento clínico pode ser feito com cardiologistas e/ou arritmologistas, visto que as doenças valvares podem causar alterações nos batimentos cardíacos.
Quando não tratadas, as doenças valvares podem comprometer a qualidade de vida do paciente, levando à insuficiência cardíaca progressiva (fadiga do coração).
- Tratamento Cirúrgico: As intervenções na válvula são recomendadas de acordo com o seu grau de deterioração. Em alguns casos, o paciente pode beneficiar-se de indicação cirúrgica precoce, antes mesmo do aparecimento de sintomas.
O tratamento cirúrgico tem como principal objetivo devolver qualidade de vida ao paciente, com a recuperação pós operatória mais curta possível, sem abrir mão do resultado a longo prazo. As principais técnicas realizadas no Hospital Moriah são as cirurgias minimamente invasiva e robótica e o tratamento percutâneo (através de punções e cateteres).
- Retorno às atividades
Entendemos que o portador de doença valvar precisa de um ambiente acolhedor, de carinho e dedicação para sua jornada que se inicia com o diagnóstico, passa pelo acompanhamento, tratamento e termina quando o paciente é devolvido às suas atividades de vida diária. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e acesse o book do Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah.
Informe publicitário publicado nas edições de dezembro das revistas Fazenda Boa Vista (n.º 39) naBaroneza (nº 110). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.
Medicamento para insônia pode viciar? Neurologista tira dúvidas
Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), a insônia atinge 73 milhões de pessoas no Brasil. Ela pode se manifestar como uma modificação na qualidade do sono, ou seja, não só dormir pouco, como dormir mal, e se sentir cansado durante o dia. Em cidades como São Paulo, os índices são ainda maiores. Dados do Instituto do Sono (Episono) revelam que 45% da população paulistana queixa-se de dificuldade para dormir. Os remédios para insônia podem viciar? Quais são as consequências? Quantas horas uma pessoa precisa dormir por noite? O DE Responde (produzido pelo programa Domingo Espetacular, da Record TV), convidou o Dr. Eduardo Sousa, neurologista do Hospital Moriah, para tirar as dúvidas sobre a doença.
https://www.youtube.com/watch?v=eje_AnX4iNM&ab_channel=HospitalMoriah
Ortopedista fala sobre a lesão e recuperação do jogador Neymar durante os jogos do Catar 2022
Após se lesionar em uma partida válida pela fase de grupos da Copa do Mundo de 2022, o jogador Neymar passou a se dedicar ao tratamento e recuperação do tornozelo, fazendo fisioterapia na piscina e também a chamada crioterapia, terapia que usa o gelo como parte da reabilitação. O Dr. Marco Aurélio Silvério Neves, Coordenador da Ortopedia do Hospital Moriah, falou ao Jornal da Record (Record TV) sobre a recuperação do atleta.
Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=X5LwvO9JLgo&ab_channel=HospitalMoriah
Saiba mais sobre a cirurgia bariátrica
Jojo Todynho revelou em sua rede social que irá fazer uma cirurgia bariátrica para perder peso. A cantora percebeu que a obesidade estava interferindo na sua qualidade de vida e o médico recomendou a realização do procedimento. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, a cirurgia bariátrica cresceu 84,73% entre 2011 e 2018. Quantos quilos o paciente pode perder com esse tipo de cirurgia? É possível engordar novamente? Como é o pós-operatório? A Dra. Ana Olga Nagano, cirurgiã do aparelho digestivo do Hospital Moriah, foi convidada pelo DE Responde (produzido pelo Domingo Espetacular, da Record TV) para esclarecer as dúvidas sobre o assunto.
https://www.youtube.com/watch?v=wCsFsWCa2pA&ab_channel=HospitalMoriah
Especialista tira dúvidas sobre a osteoporose
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 10 milhões de pessoas convivem com a osteoporose no Brasil e apenas 20% sabem que tem a doença que provoca 200 mil mortes por ano no país. Além de desencadear dores crônicas e dificuldade de locomoção, a queda da qualidade de vida também é uma das complicações. Quais são os ossos mais afetados? Existem fatores de risco? É mais comum em homens ou mulheres? Para tirar essas e outras dúvidas, o DE Responde (produzido pelo Domingo Espetacular, da Record TV) convidou o Dr. Henrique Dalmolin, reumatologista do Hospital Moriah.
Veja!
https://www.youtube.com/watch?v=IS7sqB_B66s&ab_channel=HospitalMoriah
Mais de 1 bilhão de jovens no mundo correm o risco de perder a audição
Mais de 1 bilhão de jovens no mundo correm o risco de perder a audição e um dos motivos é a exposição exagerada ao barulho, pelo uso inadequado dos fones de ouvido. Para muita gente, o objeto é indispensável e o programa Fala Brasil (Record TV) pediu para a Dra. Roberta Noer, que é otorrinolaringologista do Hospital Moriah, falar sobre o mal que o volume alto pode fazer à saúde.
Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=Ch4kDTabuJ8&ab_channel=HospitalMoriah









