doenças cardiovasculares câncer de endométrio

Estudo diz que consumo de três tipos de adoçante aumenta risco de doenças cardiovasculares

A pesquisa francesa, realizada ao longo de 12 anos, apontou que a ingestão de aspartame foi associada ao aumento do risco de problemas vasculares no cérebro, e que o consumo de adoçantes com as substâncias acessulfame de potássio e sucralose pode ter relação com o crescimento do risco de doenças do coração. O Jornal da Record (Record TV) convidou o cardiologista do Hospital Moriah, Dr. Samuel Ribeiro Filho, para falar sobre este estudo.

Confira! 

https://www.youtube.com/watch?v=oa12DDs7MQ4


prisão de ventre

Quando a prisão de ventre pode ser perigosa? Especialista tira dúvidas

A constipação intestinal, também conhecida como prisão de ventre e intestino preso, é um problema comum no mundo todo, que acomete ambos os sexos e todas as faixas etárias. Quais são as causas? Quando é preocupante? Como prevenir? Como tratar? É verdade que as mulheres sofrem mais de prisão de ventre? E as emoções, influenciam na constipação? O DE Responde (Record News) convidou Flávio Kawamoto, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Moriah, para tirar todas essas dúvidas.

Confira! 

https://www.youtube.com/watch?v=NH9FXTbgKPM&feature=youtu.be


câncer em adultos

Estudo aponta aumento de casos de câncer em adultos com menos de 50 anos

Desde 1990, o número de casos de câncer em adultos com menos de 50 anos tem aumentado, segundo um estudo publicado na "Nature Reviews Clicinal Oncology". Para entender o motivo para esse crescimento da doença, o programa Hora News (Record News) conversou com Raphael Brandão, que é oncologista do Hospital Moriah.

https://www.youtube.com/watch?v=uZXvC9HNMbg&feature=youtu.be


Saúde masculina

Saúde masculina em alta

Hospital Moriah oferece estrutura completa para o atendimento do homem em seu Instituto da Próstata

O avanço da medicina e o desenvolvimento de novas tecnologias têm proporcionado ganhos importantes para a saúde masculina, que até pouco tempo atrás era cercada de mitos e tabus.

Além do crescimento benigno da próstata (também conhecido como hiperplasia) e o câncer, outras condições altamente prevalentes podem atingir essa glândula e causar problemas miccionais no homem, confundindo-se com as doenças prostáticas. Incluem-se aqui as prostatites, que acometem entre 1% e 2% dos homens, os distúrbios miccionais relacionados com transtornos da bexiga, que ocorrem em 10% a 15% dos indivíduos maduros, os quadros de disfunção sexual, que atingem cerca de 45% dos brasileiros, os problemas relacionados com hipogonadismo (deficiência do hormônio masculino, a testosterona) e a chamada síndrome metabólica, identificada em cerca de metade dos homens com mais de 60 anos de idade.

A hiperplasia prostática benigna é uma condição que atinge cerca de 33% dos brasileiros acima dos 50 anos. Já o câncer de próstata acomete um em cada oito homens no país, cerca de 16%. 

O Hospital Moriah, localizado na zona Sul de São Paulo, oferece uma estrutura completa para o atendimento do homem em seu Instituto da Próstata. Com um corpo clínico reconhecido, a Instituição mantém o seu pioneirismo e vanguarda em trazer para os seus pacientes o que há de mais inovador e assertivo nos cuidados com a saúde da próstata. Confira! 

Hiperplasia prostática benigna (HPB): atualmente, o tratamento mais recomendado para próstatas maiores é o laser. O mais atual é HoLep®, que oferece tratamento efetivo e duradouro da doença e também menos invasivo que a cirurgia (raspagem da próstata), com alta hospitalar em até 24 horas e retorno mais rápido às atividades em relação à cirurgia. Já os pacientes que ainda não desenvolveram complicações mais acentuadas, ou que identificaram a doença no início, podem se beneficiar do iTind® e o UroLift®. Estes procedimentos também possuem características de uma intervenção minimamente invasiva, ou seja, uma internação de algumas horas, procedimento feito sob sedação e retorno rápido às atividades diárias e são ideais para os homens que ainda têm desejo de ter filhos, já que a função sexual é preservada, inclusive a ejaculação.

Câncer de próstata: quando há a suspeita de um câncer, a malignidade de um tecido com crescimento anormal deve ser confirmada pela biopsia. No Moriah utilizamos o método transperineal, feito por meio de uma agulha guiada por ultrassonografia, capaz de coletar os fragmentos em qualquer região da próstata. Uma vantagem já constatada pelos especialistas é que a via transperineal também evita

a ocorrência de infecção urinária, comum em quase 8% dos casos de biopsia transretal (método mais usado no país), pelo fato de não haver a passagem pela região do ânus. O procedimento é realizado em centro cirúrgico e sob anestesia geral. Esse método é muito indicado para os homens que fazem a vigilância ativa, pois precisam realizar a biopsia regularmente, como controle.

Quando o câncer de próstata é confirmado e a prostatectomia (cirurgia para remoção da próstata) é indicada, a cirurgia robótica surge como a opção de escolha. Nos Estados Unidos, essa técnica é utilizada em mais de 80% das operações de tumores de próstata. A razão para a preferência pelo robô reside no fato de a cirurgia robótica ser um procedimento minimamente invasivo e preciso, além de oferecer bons resultados na recuperação do paciente e redução dos efeitos colaterais. No Hospital Moriah, o robô é amplamente utilizado nas cirurgias urológicas e apresenta resultados iguais ou superiores ao da cirurgia laparoscópica e ainda garantindo menor tempo de internação. No caso na retirada de tumores de próstata, por exemplo, o tempo médio de internação é de 24 horas.

Instituto da Próstata em números

1074 Procedimentos realizados

22 horas Tempo médio de permanência do paciente

162 minutos Tempo médio de procedimento

0% Taxa de reoperação (em até 30 dias)

0% Taxa de reinternacão (em até 30 dias)

Dados referentes ao período de Abril/2009 a Maio/2022

Informe publicitário publicado na edição de junho da revista Fazenda Boa Vista (n.º 38). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui


níveis de açúcar no sangue

Caminhada curta após as refeições pode diminuir os níveis de açúcar no sangue

Realizar caminhadas após as refeições pode ajudar na prevenção do diabetes tipo 2 e nas doenças do coração. Esta é a conclusão de um novo estudo, divulgado pela revista Sports Medicine, e o programa Hora News (Record News) convidou a cardiologista do Hospital Moriah, Silvana Souza para falar sobre o assunto.

https://www.youtube.com/watch?v=0sLqa7GGisw


níveis de colesterol

Como manter bons os níveis de colesterol? Cardiologista explica

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 40% dos adultos no Brasil têm um diagnóstico de colesterol alto. O que é o colesterol? É doença? Qual é a diferença entre colesterol bom e ruim? Existe relação com a obesidade? Neste episódio do DE Responde (Record TV), Juliana Giorgi, cardiologista do Hospital Moriah, tira essas dúvidas e muitas outras.

https://www.youtube.com/watch?v=cIp5As_4ESY


condição que afeta o rei Charles

Inchaço nos dedos: entenda a condição que afeta o rei Charles III

Após a morte da rainha Elizabeth II, tivemos a proclamação do rei Charles II no último sábado. E, desde a sua aparição um detalhe vem chamando atenção da imprensa e do público: o inchaço nos dedos do monarca. De olho nisso, quais são as principais causas da condição?

Diversas alterações podem levar ao inchaço nos membros. Entre as principais estão: má circulação, doenças inflamatórias, alterações genéticas, consumo excessivo de sal e doença renal. Conversamos com especialistas para entender melhor o assunto.

Inchaço nos dedos pode ser má circulação e consumo excessivo de sal

A dermatologista Fernanda Bombonatti destaca que o inchaço nos dedos do rei Charles III, possivelmente, não tem relação com alguma alteração de pele exclusiva. “Essa alteração pode ter um componente genético associado ou não aos hábitos dele como consumo excessivo de sal, altas temperaturas que favorecem a vasodilatação, consumo de álcool, sedentarismo e deficiência de vitamina como a B1”, explica a especialista.

Além disso, há também as alterações circulatórias, cardiológicas ou reumatológicas. De acordo com Fernanda, alguns medicamentos como corticoides e anti-inflamatórios de uso crônico podem gerar retenção líquida.

Dactilite ou “dedo em salsicha”

Outra possível causa é a dactilite também conhecida como “dedo em salsicha”, uma condição muito comum em quem tem artrite, principalmente, a psoriásica. De acordo com o reumatologista Henrique Dalmolin, várias causas reumatológicas podem causar esse inchaço nos dedos. “Principalmente as artrites, esclerose sistêmica e a gota. Por isso, é necessário uma avaliação e análise de exames para definir a causa”, conta.

Já a dermatologista Mayra Lanhez destaca que algumas áreas dos dedos ficam inchadas e avermelhadas e outras mais pálidas, lembrando outra condição chamada de fenômeno de Raynaud, “que se caracteriza por palidez, rubor e cianose (arroxeamento), podendo piorar com o frio. Além disso, a dactilite associada ao Raynaud pode levantar uma maior suspeita para doenças reumatológicas”, conta a médica.

Insuficiência renal pode ser uma das causas

De acordo com o nefrologista Carlos Machado, a principal causa de inchaço no corpo todo, não só nas mãos, é a complicação renal, com algum grau de falência dos órgãos. “O consumo excessivo de sal pode sobrecarregar mais ainda os rins e facilitar esse inchaço. Normalmente, o inchaço só nos pés pode ser tanto do coração, como uma insuficiência cardíaca como problema renal”, explica.

Contudo, o especialista destaca que no quadro de insuficiência renal crônica geralmente esse edema é no corpo todo, não somente só em algumas partes. Entre as principais causas da doença estão a hipertensão arterial, o diabetes e a infecção de urina de repetição, que é muito comum em mulheres.

Outras possíveis causas

“Além disso, doenças infecciosas como a tuberculose e a sífilis podem causar a dactilite, mas também a sarcoidose”, conta Mayra. A sarcoidose é uma doença que causa o crescimento de pequenos grupos de células inflamatórias em diferentes partes do corpo.

Além disso, doenças não-reumatológicas também podem ser causas, como doenças hematológicas, como a policitemia vera e o uso de anabólicos masculinos.

Como investigar a causa

Por isso, como a condição pode ter inúmeras causas, uma investigação mais criteriosa deve ser feita. “Se ele fosse meu paciente, encaminharia para um colega reumatologista para investigar doenças autoimunes, mas também checaria a pele atrás de alguma lesão de psoríase, uma das doenças mais comuns associadas à dactilite”, explica Mayra. Além disso, a especialista destaca que exames de imagem como o raio-X, ultrassom e a ressonância nuclear magnética são boas opções para investigar o caso.

Referência: Sociedade Paulista de Reumatologia

Fontes: Nilma Ruffeil, hepatologista do Hospital Moriah, em matéria de Beatriz Libonati, do portal Vitat, publicada em 14 de setembro de 2022. Link para acesso: https://vitat.com.br/inchaco-nos-dedos/


AVC

Apresentadora americana tem dificuldades para apresentar jornal e descobre ter sofrido um AVC

Um vídeo com uma apresentadora de telejornal tendo dificuldades para falar viralizou e chamou a atenção do mundo todo. A americana Julie Chin estava ao vivo e não conseguia pronunciar as palavras. Após receber atendimento médico, ela recebeu um diagnóstico que ninguém esperava: um acidente vascular cerebral. O Domingo Espetacular (Record TV) conversou com o médico Dr. Eduardo Sousa, neurologista do Hospital Moriah, para entender a doença.

Veja! 

https://www.youtube.com/watch?v=aeefGL60e24


fila de transplante

Mais de 50 mil brasileiros aguardam por órgãos na fila de transplante

Mais de 50 mil brasileiros estão na fila de transplantes de órgãos e esse número aumenta a cada ano. Setembro Verde é o mês da conscientização sobre a importância da doação de órgãos e o Jornal da Record (Record TV) foi até o Hospital Moriah (em São Paulo) para conversar com o Dr. Flávio Kawamoto, membro da Comissão de Doação de Órgãos da Instituição. Mesmo sem realizar transplantes, o Hospital mantém este serviço que conta com uma equipe treinada para comunicar a morte e tranquilizar e informar familiares sobre a importância deste ato.

Confira! 

https://www.youtube.com/watch?v=52Ho2PN_H2E


Hepatite viral

Hepatite viral, entenda a doença que David Luiz pode ter

Com suspeita de hepatite viral, o jogador do Flamengo, David Luiz, foi substituído no intervalo do jogo contra o São Paulo, na noite de ontem no Morumbi, em São Paulo. O atleta sentiu mal estar e está sendo avaliado pela equipe médica do clube, que ainda não se manifestou sobre o assunto. Para entender melhor sobre o assunto, conversamos com especialistas que explicaram os principais sintomas e formas de prevenir as hepatites virais. Confira.

Entenda a hepatite viral

A hepatite é uma inflamação do fígado causada por alguns tipos de vírus, entre eles o A, B, C, D e E. Mas fatores externos como ingestão excessiva de álcool, drogas e medicamentos, alteração no sistema imune ou a gordura no fígado também podem levar a doença. A hepatite também pode se manifestar de forma aguda ou crônica e as mais comuns são os tipos A, B e C.

Sintomas

- Fadiga

- Cansaço

- Náusea

- Olhos amarelados

- Urina escura

Contudo, em muitos casos, o paciente pode não apresentar sintomas.

Quem tem hepatite viral pode se exercitar?

De acordo com Alexandre Cunha, médico infectologista do Grupo Sabin, os pacientes podem, e não há restrição. “Mas, dependendo do nível de inflamação do fígado, a pessoa se sente muito fadigada e não consegue render”, conta. Contudo, a hepatologista Nilma Ruffeil destaca que atividades físicas muito intensas, como a de David Luiz não são recomendadas. “O repouso não é obrigatório, mas é importante para acelerar a recuperação”, conta.

Tem cura?

Nos casos agudos, a maioria das hepatites virais evolui muito bem e passa espontaneamente. Não existe um medicamento específico para tratar os vírus da hepatite nos casos agudos, mas o tratamento foca em aliviar os sintomas. Contudo, existem casos que podem virar crônicos, como os do tipo B e C. No caso da hepatite C tem cura, com medicamentos disponíveis, mas no caso do tipo B apenas é possível o controle da doença. Em casos raros, a hepatite viral pode evoluir para transplante de fígado.

Vacinas podem prevenir a hepatite viral

Atualmente, estão disponíveis vacinas contra a hepatite A e B no SUS. A imunização é uma das formas mais seguras e eficazes de prevenir a doença. Crianças acima de 15 meses até 5 anos incompletos podem ter acesso a vacina contra a hepatite A no SUS, mas no serviço privado a imunização está disponível para crianças acima dos 12 meses de idade, adolescentes e adultos. Para este tipo são duas doses com intervalo de seis meses. Já a vacina contra o tipo B é feita em três doses, com intervalo de 30 dias da primeira para a segunda e 180 dias da primeira para a terceira. Recém-nascidos podem receber a vacina e adultos também.

Como é feito o diagnóstico?

A suspeita do diagnóstico é feita a partir dos sintomas do paciente, mas testes complementares ajudam na confirmação do caso. “O médico pode solicitar exame de sangue para checar a as aminotransferases e as bilirrubinas, que geralmente estão elevados em quem tem a doença”, conta a hepatologista. Além disso, também através do exame de sangue é possível identificar o tipo de vírus.

Entenda os tipos de hepatite

Hepatite A

Causada pelo vírus VHA, a doença é transmitida, na maioria dos casos, via fecal-oral, usualmente, de pessoa para pessoa ou por meio de alimentos contaminados com o vírus. Além disso, em grande parte, a infeção evolui sem grandes complicações e sem problemas hepáticos.

Hepatite B

Causada pelo vírus VHB, a infeção é viral e pode evoluir para a forma aguda ou crônica. O vírus é transmitido de pessoa para pessoa por meio de fluidos corporais, da mãe para o bebê durante a gestação, por meio de relações sexuais sem proteção ou compartilhamento de material contaminado. Neste caso, não há cura, mas são recomendados tratamentos com antivirais para manter a carga do vírus negativa. Além disso, existe a vacina, em três doses, que protege contra a doença.

Hepatite C

Causada pelo vírus VHC, a transmissão se dá por meio do contato sangue de pessoas infetadas, principalmente em situações de compartilhamento de seringas, agulhas, escovas de dentes, máquinas de barbear e objetos cortantes, além de transfusões de sangue. A infecção pode também ocorrer por via sexual, mas o percentual de casos é menor.

A maioria dos pacientes, cerca de 80%, não apresenta sintomas e, geralmente, é descoberta na sua fase crônica. O tratamento varia de acordo com o grau de lesão do fígado, mas a doença tem cura. Por isso, a testagem é tão importante e pode ser feita de forma gratuita em qualquer unidade de saúde.

Hepatite D

Causada pelo vírus VHD ou Delta, este tipo de hepatite é menos frequente e a transmissão é por via sexual, compartilhamento de material contaminado como seringas, agulhas, lâminas de barbear, escovas de dente, entre outros objetos. Por enquanto, não há vacina disponível, no entanto, pacientes vacinados para VHB, da hepatite B, não desenvolvem essa infeção.

Hepatite E

Causada pelo vírus VHE, a doença é menos frequente e tem infecção sem sintomas, além de não evoluir para quadros crônicos (exceção em casos de pacientes imunodeprimidos). O vírus é transmitido, na maioria dos casos, por água contaminada e em locais com saneamento básico precário. Além disso, a infecção, geralmente, tem curta duração. Pacientes que precisam de acompanhamento e internação são tratados com antiviral.

Fontes: Nilma Ruffeil, hepatologista do Hospital Moriah, em matéria de Beatriz Libonati, do portal Vitat, publicada em 25 de agosto de 2022. Link para acesso: https://vitat.com.br/hepatite-viral/


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