Coração

Coração em foco

Uma equipe especial formada para acompanhar o paciente cardíaco desde sua primeira consulta até o procedimento final. Essa é a proposta do Heart Team, do Hospital Moriah. Confira no artigo produzido por Abril Branded Content e publicado na edição de 19 de agosto de 2020 da revista Veja São Paulo.



Sequelas da Covid-19

Sequelas da Covid-19 incluem perda de olfato e paladar que podem perdurar

O otorrinolaringologista é o especialista que cuida da dificuldade de sentir cheiros e gostos, uma das sequelas da infecção por coronavírus

Um dos sintomas mais característicos da infecção pelo novo coronavírus (SARS-Cov-2) é a perda do olfato e do paladar. Diferentemente de outros vírus respiratórios que acometem diretamente os neurônios, na Covid-19 ocorre uma inflamação local no epitélio olfatório que prejudica a chegada dos odores para o órgão responsável por perceber a maioria dos cheiros e gostos.

Apesar de 90% dos pacientes com alteração no olfato associada a Covid-19 apresentarem recuperação parcial ou total da capacidade de sentir cheiros e gostos após um mês da doença, 10% persistem com perda total desses sentidos e, em alguns casos, o dano poderá ser irreversível. Após cerca de 3 meses, cerca de 44% dos pacientes ainda não apresentaram recuperação completa do olfato.

O impacto na qualidade de vida do paciente com anosmia (perda total da capacidade de sentir cheiro) é significativo. Sem sentir cheiros, a pessoa corre mais risco de acidentes domésticos como não identificar vazamento de gás de cozinha ou comer comida estragada e sofrer por não conseguir apreciar o sabor dos alimentos. Essa perda pode levar o paciente a quadros depressivos inclusive.

Através de testes feitos pelo otorrinolaringologista é possível diagnosticar e quantificar a perda de olfato, auxiliando na decisão de isolamento social mesmo antes da realização dos testes específicos para a Covid-19. Os testes de olfato permitem também um acompanhamento da evolução da capacidade de sentir cheiros após a recuperação da doença e são uma ferramenta importante para o otorrinolaringologista prescrever um tratamento precoce e evitar sequelas olfatórias graves.

Há vários tratamentos disponíveis para essa alteração, entre eles estão:

1) O treinamento olfatório, prescrito e acompanhado por um otorrinolaringologista;

2) Uso de medicações com efeito antiinflamatório, de regeneração neuronal e vasodilatadores, a depender de cada caso;

3) Manobras para diminuir a percepção de odores distorcidos ou a sensação de odores desagradáveis continuamente.

Antes de instituir um tratamento é essencial uma avaliação completa do nariz e do olfato para que o tratamento seja o mais correto e efetivo para cada paciente.


Perda de olfato

Perda de olfato por covid-19 tem tratamento

O Hospital Moriah, de São Paulo, faz parte de um consórcio de centros de pesquisa para verificar uma das sequelas mais comuns da covid-19: a perda de olfato. O problema pode persistir mesmo depois da cura da doença, mas tem tratamento. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=2D7WQUi63Ms


tratamentos ginecológicos

Hospital Moriah alerta para a necessidade da volta aos tratamentos ginecológicos

Mais de 28 milhões de cirurgias foram postergadas ou canceladas no mundo em decorrência da Covid-19. Mulheres com cânceres ginecológicos ou outras doenças que causam dor devem buscar ajuda, apesar da pandemia

No Brasil, tanto a ANS (Agencia Nacional de Saúde), como a ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) orientaram o adiamento das cirurgias eletivas e não essenciais, tendo um impacto considerável no número de procedimentos cirúrgicos, com diminuição de 33,4% neste período no Brasil.

No entanto, algumas mulheres necessitam de tratamento para várias doenças ginecológicas, algumas das quais não podem ser adiadas. Recentemente, artigo¹ publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia reflete sobre a necessidade de orientar as mulheres a procurarem os serviços médicos para dar continuidade aos seus diagnósticos ou tratamentos para seus problemas ginecológicos.

Grande parte desses problemas, como miomas e endometriose, causam dor incapacitante, o que leva a dias de trabalho perdidos, perda da qualidade de vida e possível agravamento da condição clínica, levando, em alguns casos, até a perda da capacidade de engravidar.

Todos esses fatores, aliados às condições já impostas pela pandemia, podem levar as mulheres à depressão também.

Por isso a necessidade de retomar os tratamentos ginecológicos, mesmo durante a pandemia. As mulheres devem procurar seus ginecologistas para o atendimento, via telemedicina, ou pessoalmente, para avaliar o quão urgente pode ser a cirurgia em cada caso. No caso da cirurgia ser necessária, ela pode ser realizada com toda a segurança e, em boa parte dos procedimentos, a alta acontece por volta de 24 horas, minimizando a exposição.

Para o coordenador do Serviço de Ginecologia do Moriah, Dr. Mariano Tamura “as cirurgias da cavidade abdominal e as de via vaginal oferecem menor risco de contaminação, comparadas às de cabeça e pescoço, entretanto ainda pode acontecer contágio, por isso as equipes precisam estar seguras, com EPIs adequados. Temos em nosso favor procedimentos como a embolização de miomas e a cirurgia robótica, que também diminuem o tempo da paciente no hospital”.

O Moriah criou um fluxo de separação total de casos Covid-19 do restante dos pacientes do Hospital, evitando assim a contaminação cruzada. Os pacientes, desde a internação, encaminhamento para o quarto e percurso para o centro cirúrgico não “entram” no fluxo usado para o atendimento, diagnóstico e internação dos pacientes contaminados pelo coronavírus.

Com o novo protocolo de segurança, os pacientes fazem a coleta do exame PCR-RT antes da internação e há o acompanhamento por 15 dias após a alta para checagem de sintomas. No Centro Cirúrgico, toda a equipe trabalha devidamente paramentada, com os equipamentos de segurança adequados a sua proteção contra o coronavírus.

Este ano, mais de 500 cirurgias foram realizadas no Moriah sem nenhum caso de contaminação.

  1. Gynecological surgery and Covid19: what is the impact and how should I manage it? – Rev. Bras. de Ginecol. Obstet. Vol. 42 – no. 7/2020

 


Cirurgia ginecológica

Cirurgia ginecológica durante a pandemia: fazer ou adiar?

Cerca de 28 milhões de cirurgias foram adiadas por conta da pandemia. No entanto, alguns casos de doenças ginecológicas precisam de atenção. O médico ginecologista Mariano Tamura Vieira Gomes falou sobre o assunto.

https://www.youtube.com/watch?v=orBjj-p7-bM


promoção da Saúde

Em tempos de pandemia, Comunicação do Hospital Moriah investe em ações voltadas à promoção da Saúde

Com os impactos trazidos pela pandemia de coronavírus, Hospital Moriah investe em ações voltadas à promoção da saúde usando seus meios de comunicação. Veja a matéria completa clique aqui.


sintomas de infecção

Exercícios físicos não devem ser praticados por quem apresenta sintomas de infecção

Praticar exercícios físicos na vigência de uma infecção pode ser perigoso. Isto se dá por vários motivos: quando estamos doentes devemos poupar nossa energia para o combate à bactéria ou ao vírus, um exercício intenso leva a uma queda momentânea de nossa imunidade, abrindo uma janela para a piora da doença aguda que estamos enfrentando e, o mais perigoso, as doenças virais podem inflamar o coração!

A miocardite é uma complicação incomum de infecções por vírus. Ela pode variar de assintomática até insuficiência cardíaca grave com necessidade de transplante de urgência. A experiência do surto de gripe suína (H1N1) de 2009 serve de alerta para a comunidade científica e para a população. Houve muitos casos de miocardite nos meses subsequentes mesmo em pacientes que não apresentaram quadro gripal. O aparecimento de dor no peito, falta de ar ou palpitações (os sintomas mais comuns da miocardite) servem de alerta para uma avaliação cardiológica em qualquer circunstância, durante um surto de infecções virais, mais ainda.

Já sabemos que o coronavírus apresenta-se como uma infecção leve em cerca de 80% das pessoas. Estas ficarão em casa tomando medicamentos sintomáticos e alguns nem saberão que tiveram a infecção. Sabemos também que a covid-19 causa miocardite em alguns pacientes. Por esses motivos a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte emitiu um informe sobre a prática esportiva e o coronavírus indicando a suspensão dos exercícios na presença de sinais e sintomas compatíveis com infecções respiratórias como febre, tosse e falta de ar.

Continue se exercitando e mantendo bons hábitos de vida mesmo em casa. Existem várias opções de exercícios que podem ser feitos com o próprio corpo e com móveis e utensílios domésticos e caso apresente algum sintoma, interrompa as atividades e entre em contato com seu médico.

Felizmente já se tornou senso comum que a prática de exercícios físicos traz inúmeros benefícios para a saúde. Um deles, e muito falado atualmente, é a melhora do sistema imunológico. Existem inúmeras publicações científicas mostrando a diminuição de infecções e uma melhor capacidade de responder a elas nos indivíduos ativos fisicamente e com boa composição corporal, ou seja, mais músculos e menos gordura.

Aqueles que começam a se exercitar com o passar do tempo passam a ter uma imunidade melhor.


Moriah

Moriah é destaque na Revista LIDE

A organização e planejamento prévios do Hospital Moriah no manejo da pandemia da covid-19 foram destaque na edição n.º 91 da Revista Lide. A publicação, que pertence ao Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), é distribuída para executivos dos mais variados setores de atuação do país.

Para acessar a reportagem, disponível no Suplemento Especial Saúde, clique aqui.


Estratégias de prevenção

Estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento do coronavírus no Hospital Moriah

O Hospital Moriah montou uma equipe para estudar as melhores estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento do coronavírus antes do primeiro caso da doença ser registrado no país. Nenhum paciente operado no hospital durante a pandemia foi contaminado dentro da unidade médica. Agora, os conhecimentos adquiridos são repassados para a classe médica. Confira os detalhes na reportagem exibida pelo Jornal da Record.

https://www.youtube.com/watch?v=rm9UpHgU3j0


cirurgias eletivas

Hospital Moriah, em SP, retoma quase metade das cirurgias eletivas

Com a revisão de protocolos de atendimento e não contato entre pacientes com covid-19, hospital normaliza operações, exames e consultas

Diante da pandemia de covid-19, os hospitais tiveram que se adaptar à grande demanda de atendimento a esses pacientes. Assim, o Hospital Moriah, em São Paulo, criou uma Unidade Especializada em Coronavírus.

As cirurgias complexas, como as oncológicas e ortopédicas, que estavam suspensas desde o início da pandemia, voltaram a ser normalizadas, assim como exames e consultas.

Em maio de 2020, o Moriah realizou 44% das cirurgias que fez em fevereiro de 2020, quando foi internado o primeiro paciente com covid-19. Significa quase metade das operações realizadas no segundo mês do ano, antes do agravamento do número de pacientes com a doença provocada pelo novo coronavírus.

Essas atividades serão realizadas paralelamente ao atendimento dos pacientes de covid-19, que continuará sendo realizado, obedecendo rígidos protocolos para que não haja contato com infectados e pessoas com suspeita da doença, informa o hospital.

O Moriah ressalta que retoma as cirurgias, pois seu adiamento pode trazer mais riscos ao paciente do que a própria infecção pelo covid-19. "A finalidade é não agravar patologias de forma irreversível", informou por meio de nota.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e a Sociedade Brasileira de Patologia, houve a redução de 70% das cirurgias e cerca de 50 mil brasileiros não receberam diagnóstico de câncer entre março e maio de 2020.

Embora existam procedimentos que possam esperar o melhor momento para serem realizados, como cirurgias estéticas, biópsias e cirurgias oncológicas, as cirurgias de urgência, como as de pedras na vesícula e cirurgias cardíacas, quanto mais tardias, maior o risco de ser tornarem complicações de emergência, destaca o hospital.

Para isso, o Moriah criou protocolos que garantem segurança ao paciente internado nesse momento, como coleta do teste para covid-19 dois dias antes (48 horas) da internação, e realização de tomografia, no caso de cirurgia de grande porte ou com previsão de duração de mais de 4 horas, quando o paciente é diabético, tem câncer ou mais de 65 anos.

Cada caso é avaliado por uma equipe multidisciplinar, que determina a conduta mais adequada para uma cirurgia segura, que leva em conta o período hospitalar e a recuperação em casa.

Para garantir a segurança do paciente e eficiência dos novos protocolos, a equipe assistencial do Hospital Moriah telefona para o paciente a cada dois dias, até o 15º dia após a cirurgia para checar sintomas.

As visitas foram proibidas na Instituição como forma de assegurar a segurança do paciente em um momento em que ele está vulnerável e também manter as alas pré e pós-cirúrgicas do hospital como um ambiente livre de covid-19, informa o Moriah.

Mas vale ressaltar que o paciente não fica sozinho. Foi criado um protocolo para que seja possível a presença de um acompanhante durante o período de internação.

Hoje, metade dos leitos estão ocupados com pacientes positivos para coronavírus, sendo que esse percentual chegou a 98% no dia 17 de abril.

Matéria veiculada pelo portal R7 em 23/06/2020.                                                                      Link para acesso: https://noticias.r7.com/saude/hospital-moriah-em-sp-retoma-quase-metade-das-cirurgias-eletivas-23062020


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