Combate ao coronavírus - Hospital Moriah cria Unidade Especializada
O Hospital Moriah, na zona sul de São Paulo, criou uma Unidade de Atendimento Especializada para pessoas suspeitas ou confirmadas de infecção pelo covid-19. O objetivo é evitar a chamada contaminação cruzada de pacientes que estão com outras doenças e vão até a unidade para atendimento ou já estão internados.
Hospital Moriah cria unidade especializada para pacientes com suspeita de coronavírus
O Hospital Moriah, na zona sul de São Paulo, montou uma estrutura no próprio estacionamento para atender até 1.500 pessoas com sintomas de coronavírus por semana. A ideia é manter a distância para os pacientes internados no hospital e, assim, evitar a chamada contaminação cruzada. E veja também: queda nos estoques dos bancos de sangue gera preocupação.
CoronaVírus - medidas adotadas pelo Hospital Moriah
É importante que você faça a sua parte neste momento de crise e lave suas mãos com água e sabão (ou álcool gel) com mais frequência.
O Hospital Moriah também está trabalhando para atender todos seus pacientes de forma segura e ordenada e, seguindo as orientações do Ministério da Saúde, definimos diretrizes para garantir a máxima segurança dos pacientes já internados e daqueles que nos procuram diariamente.
Estabelecemos uma nova política de visitas e acompanhamento de pacientes:
• Todos os pacientes internados por Covid-19: suspensão integral para visitas e acompanhantes por tempo indeterminado. Cabe ressaltar que o Hospital Moriah não faz cobrança de valores por telefone e se você receber alguma ligação solicitando algum tipo de pagamento por serviços médicos, entre em contato com a nossa Central de Atendimento. Trata-se de golpe.
• Pacientes internados nas unidades de internação cirúrgica, livres de Covid-19: as visitas estão suspensas. Apenas um acompanhante poderá permanecer durante toda a internação. Dá-se preferência a uma pessoa que viva no mesmo domicílio do paciente. O acompanhante deverá estar assintomático e assinará um termo de responsabilidade. Caso não seja possível e o acompanhante não more na mesma casa do paciente, ele deverá colher o exame de PCR para Covid-19 e também assinar o termo de responsabilidade.
Confira as demais medidas implantadas pelo Hospital Moriah:
• Unidade Especializada: o Hospital Moriah oferece atendimento a pacientes com quadros suspeitos de Covid-19 (infecção por Coronavírus) em estrutura hospitalar emergencial. Nesta Unidade, o paciente com quadro gripal é avaliado por um médico e os exames (bem como os testes para Coronavírus) são prescritos de acordo com o quadro clínico apresentado. O tratamento dos sintomas também faz parte desta avaliação. Cabe ressaltar que a estrutura foi construída no estacionamento da Instituição, a 50 metros da entrada principal, para que evite a contaminação entre os pacientes com sintomas de Covid-19 e os demais pacientes, que seguem sendo acompanhados.
• Monitoramento contínuo da situação mundial, bem como do cenário no Brasil e de casos suspeitos ou confirmados no Hospital;
• Fluxo de atendimento estabelecido da chegada até a alta ou internação, com definição de cuidados e condutas para cada caso;
• Todo o sistema de ar condicionado do Hospital conta com o filtro HEPA, que controla a contaminação ambiental;
• Área reservada para coleta de exames específicos, sem contato com outros pacientes;
• Leitos específicos, com pressão negativa, para eventual internação;
• Treinamento de paramentação para colaboradores, evitando a contaminação nos momentos de colocação e, principalmente, de retirada do EPI, através da Educação Continuada, inclusive com recursos audiovisuais.
Ressaltamos ainda a importância de que fontes confiáveis de informação sejam buscadas.Para saber mais sobre prevenção, sintomas e tratamento, consulte o site do Ministério da Saúde.
O site do Hospital Moriah também disponibiliza entrevistas com especialistas sobre o assunto. Confira:
-
O dia a dia de uma enfermeira da UTI do Hospital Moriah em meio a pandemia do novo coronavírus
-
Combate ao coronavírus – Hospital Moriah cria Unidade Especializada
-
Hospital Moriah cria unidade especializada para pacientes com suspeita de coronavírus
-
Infectologista tira principais dúvidas sobre contaminação e prevenção contra coronavírus
-
Veja quais são os alimentos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico
- Hospitais adotam procedimentos para proteger os profissionais da saúde do coronavírus
Infectologista tira principais dúvidas sobre contaminação e prevenção contra coronavírus
Para tirar as dúvidas sobre o Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, o Domingo Espetacular conversou com a médica infectologista do Hospital Moriah Dra. Beatriz Quental. Entenda como ocorre a transmissão do vírus, e como é possível se prevenir.
Veja quais são os alimentos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico
É pela alimentação adequada que aumentamos a imunidade e nos preparamos para enfrentar doenças contagiosas. Alguns alimentos podem fazer a diferença, especialmente aqueles que melhoram o funcionamento do intestino. Vegetais escuros, como espinafre, rúcula e agrião, fortalecem os glóbulos brancos, que protegem o organismo. O zinco, das carnes vermelhas e do feijão, age contra vírus, bactérias e fungos. O Jornal da Record conversou com o nutrólogo do Hospital Moriah Dr. Marcelo Cássio de Souza sobre o assunto. Confira!
Anestesia: quais os momentos que mais requerem a atenção do especialista?
A anestesiologia foi uma das áreas da medicina que mais avançou nas últimas duas décadas. Monitores novos, mais tecnológicos foram lançados, assim como ventiladores. Assim, os pacientes são monitorizados o tempo inteiro, permitindo ao anestesista um melhor controle de todas as funções vitais.
Além disso, as novas medicações permitem uma anestesia mais profunda e segura, sem comprometer o despertar do paciente, permitindo que ele se alimente e caminhe tão logo seja possível.
“A monitorização cuidadosa e contínua dos sinais vitais dos pacientes aumenta a segurança e deve ser mantida desde antes do paciente ser levado ao centro cirúrgico, durante o procedimento e no pós-cirúrgico, a fim de evitar complicações”, ressalta Diná Mie Hatanaka, coordenadora do serviço de anestesiologia do Hospital Moriah, em São Paulo.
Mas, mesmo com todos esses avanços, o procedimento é ainda considerado por muitos pacientes como um fator de insegurança. Um das razões dessa insegurança é o medo de acordarem no meio da cirurgia ou ainda de nunca mais despertar.
Como fazer para acalmar os pacientes em relação à anestesia?
Em primeiro lugar, o paciente deve ser informado de tudo que será realizado: o tipo de anestesia, como a mesma será realizada, os riscos e os benefícios, qual o resultado esperado após a anestesia: se ele vai recuperar os movimentos rapidamente, se vai conseguir se alimentar, etc.
Além disso, deve-se esclarecer que hoje a anestesia é um processo muito seguro, porém ainda cercado de mitos. Cabe ao anestesiologista tirar todas as dúvidas do paciente em relação a esses mitos também. Assim, ele vai para o procedimento mais tranquilo e confiante.
Prevenção da hipotermia
A prevenção da hipotermia faz parte dos cuidados no Hospital Moriah, uma fez que hoje é sabido que a queda da temperatura durante e após a cirurgia está relacionada com o aumento de complicações após o procedimento.
Quando internado, o paciente é recebido em um quarto aquecido, orientado a realizar o banho quente, a ficar agasalhado e também já recebe todas as informações sobre a importância do aquecimento.
No centro cirúrgico, o protocolo é seguido com ar condicionado na temperatura adequada e manta aquecida, quando indicada (cirurgias mais longas que três horas). Com esse protocolo, o Hospital Moriah não tem apresentado casos de hipotermia desde 2017.
Cuidados antes e depois
No dia anterior à cirurgia, o anestesiologista entra em contato com o paciente pelo telefone. Essa prerrogativa permite que o contato com o médico o acalme e evite os medos relacionados à anestesia. Na ligação, o profissional conhecerá melhor o histórico do paciente.
O uso de medicamentos contínuos deve ser comunicado ao anestesiologista porque, em alguns casos, a suspensão dos remédios pode ser necessária para garantir a segurança durante a cirurgia. Também são abordadas as experiências em outros procedimentos, anestesias e reações alérgicas, evitando intercorrências durante a cirurgia atual.
Após a cirurgia, ainda dentro do centro cirúrgico, o paciente fica, sob cuidado de um anestesista, na sala de recuperação pós-anestésica, onde permanece monitorizado e são observadas: presença de náuseas, de dor ou qualquer outra queixa. O paciente só volta para o leito quando preencher critérios adequados.
Para Diná Mie Hatanaka, a segurança da anestesia está, em boa parte, no cuidado individualizado, sendo isso somado a atenção e ao carinho dedicados desde antes da internação, que fazem toda a diferença para a experiência do paciente.
“O mais importante é que o anestesista conheça bem o seu paciente: de quais doenças ele é portador, se ele tem alergias, se já apresentou problemas em cirurgias anteriores e quais medicações ele toma. Com isso, deve-se fazer um planejamento individualizado da técnica anestésica, das medicações e dos monitores a serem utilizados. Isso agrega mais segurança para o paciente”, explica a coordenadora do serviço de anestesiologia do Hospital Moriah.
A aceleração da alta pode ser realizada com alguns cuidados essenciais, conduzidos principalmente pela equipe de anestesiologia ao conhecer o paciente antes da cirurgia.
“O paciente já começa a ser estimulado desde o centro cirúrgico, assim a recuperação é mais acelerada”, conclui a especialista.
*Artigo redigido pela jornalista Úrsula Neves e revisado pela equipe médica da PEBMED. O artigo foi veiculado no portal da PEBMED em 16 de março de 2020 e está disponível para acesso em https://pebmed.com.br/anestesia-quais-os-momentos-que-mais-requerem-a-atencao-do-especialista/
Hospitais adotam procedimentos para proteger os profissionais da saúde do coronavírus
As informações estão logo na entrada do hospital: quem tem sintomas como febre e tosse, passou por área de transmissão ou teve contato com suspeitos ou pessoas com coronavírus já recebe uma máscara e deve seguir para um atendimento prioritário. O primeiro atendimento é sempre feito por um enfermeiro que precisar estar paramentado, luvas máscara e avental, a cada consulta todo o ambiente passa por uma higienização e a lavagem das mãos do profissional deve ser constante. A infectologista do Hospital Moriah, Dra. Beatriz Quental, conversou com o Jornal da Record sobre esses cuidados.
Saiba como prevenir ou minimizar os impactos dos miomas
No Brasil, aproximadamente 50% das mulheres apresentam miomas: alguns são totalmente assintomáticos e outros trazem sérios problemas. Para falar sobre o assunto, o programa Link (Record News) convidou o ginecologista do Hospial Moriah, Dr. Mariano Tamura.
Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus
São Paulo, que teve o primeiro caso confirmado por coronavírus, criou uma força-tarefa para monitorar e coordenar ações que impeçam uma possível propagação do vírus no país. O Jornal da Record conversou com a infectologista do Hospital Moriah Dra. Beatriz Quental sobre o assunto.
Sinusite e rinite: não confunda os sintomas com gripe e resfriado
Muitas pessoas sofrem com sinusite, rinite e outras infecções das vias aéreas superiores. Em algumas vezes, essas enfermidades são confundidas muitas vezes com resfriado e até gripe. O otorrinolaringologista do Hospital Moriah Dr. Deusdedit Brandão falou sobre o assunto no programa Link, da Record News. Confira!









